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quarta-feira, novembro 22, 2006

Bateu-Levou: Hugo Chavez toma o troco

M2 versus Reservas da Venezuela
Logo depois que Hugo Chavez fez sua pantomima na ONU, a CITGO, subsidiária da estatal Petroleos de Venezuela, tomou um processo na justiça americana levado por um grupo de consumidores em Houston.

A alegação é de que a CITGO conspirou com a OPEC para tabelar seus preços no mercado americano e, sob a lei americana anti-truste, a punição pode chegar ao triplo dos danos monetários causados. Além do processo, a CITGO parece estar sendo atingida por um boicote informal.

É conhecido que Hugo Chavez tentou passar a imagem de bonzinho oferecendo 12 milhões de galões de petróleo com desconto para famílias de baixa renda em Massachusetts. Ele também tentou o mesmo estratagema repetindo a oferta para o Alasca, cuja população sofre com o racionamento de combustível para aquecimento, cujo preço pode chegar ao dobro do resto do país.

Foi recusado. A resposta veio da Associação das Ilhas Aleutas Pribilof: "Como cidadão deste país, uma pessoa pode ter sua própria opinião do nosso presidente e do nosso país. Mas não queremos um estrangeiro vindo aqui para nos malhar. Mesmo diante de dificuldades econômicas, essa foi a escolha certa.... Não podemos em boa consciência aceitar de jeito nenhum o combustível vindo de alguém que denegriu tanto o nosso país e o nosso Presidente."

Além das represálias externas, Hugo Chavez parece estar em maus lençóis também em relação ao próprio país. Segundo o Publius Pundit, Chavez está mandando imprimir dinheiro desvairadamente, como uma "cigarra cantante em meio a formigas poupando para o inverno" e estará provavelmente diante de uma séria crise econômica em poucos meses.

Este seria o provável motivo porque Hugo Chavez inventou a "moeda alternativa", ou "Trueque" (veja o vídeo no YouTube abaixo). A destruição da moeda servirá como mais um mecanismo de dominação dos cidadãos venezuelanos.




Até mesmo o presidente boliviano Evo Morales parece ter se tornado mais pragmático e está gradualmente se afastando do eixo de radicalismo latino-americano capitaneado por Chavez. Segundo o Financial Times, depois da retórica de confisco e nacionalização, houve apenas um aumento dos impostos.

Para mais notícias sobre a crise da Venezuela sob o jugo de Chavez, veja Venezuela News and Views.

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postado por PBR às      

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