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sábado, outubro 18, 2008

Nunca é demais relembrar o genocídio do socialismo

Nesses anúncios bem bolados, a malária é comparada com os genocídios causados pelos ídolos do socialismo internacionalista (comunismo) e nacionalista (nazismo).


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quinta-feira, outubro 16, 2008

A noção de Deus

A noção de Deus
(Trecho condensado e traduzido do livro "Insight" de Bernard Lonergan)

Se Deus é o ser, Ele é capaz de ser conhecido pelo intelecto e pela afirmação racional. Consequentemente, duas perguntas surgem:  o que é Deus e se Deus existe. Mas ao perguntar o que é o ser, nós já fomos levados à conclusão de que a idéia de ser seria o resultado de um ato irrestrito de compreensão que compreendeu a si mesmo primeiramente e consequentemente compreendeu todas as outras inteligibilidades.

Agora, como será demonstrado, nosso conceito de ato irrestrito de compreensão tem várias implicações que, quando são elaboradas, tornam claro que compreender o que é o ser e comprender o que é Deus são ambas a mesma coisa. Nesse texto está formulada a noção de Deus; se essa noção se refere a uma realidade, essa é uma questão subsequente a ser tratada posteriormente.

Primeiro, se há um ato irrestrito de compreensão, há também um inteligível primário, pois o ato irrestrito de compreensão compreende a si próprio.

Segundo, devido ao ato ser irrestrito, não há possibilidade de correção, revisão ou melhora, e assim o ato irrestrito de compreensão é invulnerável. Mais ainda, já que ele compreende a si mesmo, ele sabe que é irrestrito e invulnerável. Consequentemente, por identidade, ele é um ato refletivo de compreensão percebendo-se a si mesmo como incondicional e portanto correto e verdadeiro;  e assim, por identidade, o inteligível primário também é a verdade primeira.

Terceiro, o que é conhecido como compreensão correta e verdadeira é o ser;  então o inteligível primário é também o ser primário;  e o ser primário é espiritual no sentido total da identidade do intelecto e do inteligível.

Quarto, o ser primário seria sem defeito, sem faltas ou imperfeições, pois se houvesse algum defeito ou falta ou imperfeição, o ato irrestrito de compreensão perceberia o que estaria faltando. Mas essa conclusão é impossível, logo a premissa é falsa. Pois o ser primário é idêntico com o ato irrestrito, e assim a percepção do que estaria faltando no ser primário seria uma percepção de limitação do ato irrestrito.

Quinto, o bem é idêntico ao ser inteligível, e assim o ser inteligível primário, perfeito e completo também é o bem primário.

Sexto, como a perfeição espiritual requer que o inteligível também seja inteligente, assim também ele requer que a verdade afirmável seja afirmada e o bem amável seja amado. Mas o inteligível primário também é a verdade primária e o bem primário;  e assim em um ser espiritual perfeito e completo o inteligível primário é idêntico não apenas ao ato irrestrito de compreensão mas também ao ato completo e perfeito de afirmação da verdade primária e ao ato perfeito e completo de amar o bem primário. Adicionalmente, o ato de afirmar não é um segundo ato distinto do ato irrestrito de compreensão, nem o ato de amar seria um terceiro ato distinto da compreensão e da afirmação. Por que se fosse, então o ser primário seria incompleto e imperfeito e necessitado de atos adicionais de afirmação e amor para ser completado e aperfeiçoado. Assim, a realidade única e idêntica é de uma só vez o ato de compreensào irrestrita e o inteligível primário, a compreensão reflexiva e incondicional, a afirmação perfeita e a verdade primária, o amar perfeito e o bem primário.

Sétimo, o inteligível primário é auto-evidente. Porque se não fosse, ele seria incompleto em inteligibilidade;  e nós já demonstramos que todo defeito ou falta ou imperfeição é incompatível com o ato irrestrito de compreensão.

Oitavo, o ser primário é incondicional. Pois o ser primário é idêntico ao inteligível primário;  e o inteligível primário deve ser incondicional, pois se dependesse de alguma outra coisa, não seria auto-evidente. Finalmente, é impossível para o inteligível primário ser completamente independente e o ser primário, idêntico àquele, ser dependente de alguma outra coisa.

Nono, o ser primário ou é necessário ou impossível. Ele não pode ser contingente, já que o contingente não é auto-evidente. Portanto, se ele existe, ele existe por necessidade e sem quaisquer condições;  e se não existe, então é impossível, pois não há condição da qual ele resultaria. Mas a questão de se existe ou não é uma questão que não pertence à idéia de ser ou à noção de Deus.

Décimo, há apenas um ser primário. Pois entia non sunt multiplicanda praeter necessitatem, e não há necessidade de mais de um. Adicionalmente, se houvesse mais de um ser primário, então cada um seria ou não idêntico a um ato irrestrito de compreensão. Senão, então os inteligíveis idênticos aos atos de compreensão irrestrita seriam seres primários. Se fosse assim, haveria vários seres primários similares em todos os aspectos;  pois atos de compreensão irrestrita não podem perceber objetos diferentes sem que um ou mais atos deixem de perceber o que os demais percebem e assim deixam de ser atos irrestritos. Mas não pode haver vários seres primários similares em todos os aspectos, pois então eles difeririam meramente de forma empírica;  e o meramente empírico não é auto-evidente. Assim, só pode haver um ser primário.

Em décimo-primeiro lugar, o ser primário é simples. Pois o ser rpimário é um único ato que de uma só vez é compreensão irrestrita e afirmação perfeita e amor perfeito; e é idêntico ao inteligível primário e à verdade primária e ao bem primário.

Ele não admite a composição de formas centrais e conjugadas pois não há outros seres da mesma ordem com os quais seria conjugado;  e como é um único ato, ele não precisa de uma forma central unificadora.

Nem ele admite a composição de potência e forma. Pois é um ser espiritual além de todo o desenvolvimento, e a potência foi identificada ou com a capacidade de desenvolver ou com resíduo e materialidade empíricas.

Nem ele admite a composição de forma e atos distintos pois se ele existe, existe necessariamente. Adicionalmente, se o inteligível primário e o ser primário e o bem primário forem nomeados forma ou essência, e o ato de afirmação, amor e compreensão irrestrita forem nomeados como ato ou existência ou ocorrência, ainda eles não serão distintos, mas serão idênticos.

Em décimo-segundo lugar, o ser primário é atemporal. Ele é sem tempo contínuo pois é espiritual e o tempo contínuo pressupõe resíduo e materialidade empíricas. E é sem tempo ordinal pois ele não se desenvolve.

No décimo-terceiro lugar, se o ser primário existe, ele é eterno. Pois é sem tempo e a eternidade é existência atemporal.

Contudo, além do inteligível primário, há que se considerar os inteligíveis secundários;  pois o ato irrestrito de compreensão, além de compreender a si mesmo, também percebe tudo sobre todas as outras coisas.

No décimo-quarto lugar, então, os inteligíveis secundários são condicionais. Pois eles são o que poder ser compreendido se o inteligível primário for compreendido.

Assim se segue que eles são distintos do inteligível primário, pois são condicionais e ele é incondicional.

Ainda, apesar de que os inteligíveis secundários são distinos to primário, eles não são realidades distintas. Pois conhecer não consiste em olhar uma coisa e assim, apesar dos inteligíveis secundários serem conhecidos, eles não precisam ser algo a ser olhado. Adicionalmente, o ser primário é sem nenhuma falta ou defeito ou imperfeição; mas seria imperfeito se realidades adicionais fossem necessárias para o ato irrestrito de compreensão ser irrestrito.

Finalmente, os inteligíveis secundários podem ser meros objetos de pensamento. Pois eles são percebidos como distintos do inteligível primário, e no entanto eles não precisam ser realidades distintas. Assim, a infinidade de inteiros positivos é percebida por nós na percepção que é o princípio gerador das relações e dos termos da série.

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domingo, outubro 12, 2008

Até propagandista do PT está reclamando da pornografia

"Pedro Cardoso diz que atores são obrigados a fazer pornografia"

Pedro Cardoso fez um discurso exaltado e polêmico no lançamento do longa-metragem Todo Mundo Tem Problemas Sexuais, de Domingos de Oliveira, na noite desta quarta-feira no Festival do Rio. O ator, que também produz o filme, acusou alguns diretores brasileiros de promoverem a pornografia na televisão e no cinema, obrigando a classe artística a participar de tais cenas.

"A pornografia tornou-se agora um modo de atrair o público. Temos visto cenas de nudez ou quase nudez em basicamente toda a programação dos programas de televisão", disparou.

"A constância com que isso aparece tem colocado em exposição a nudez dos atores. É raro um trabalho, seja flme, novela ou programa de humor que não inclua cenas deste tipo."

"A minha tese é de que a nudez impede a comédia e mesmo o próprio ato de representar. Quando estou nu, sou sempre eu a estar nu, nunca o personagem. Ao despir-se do figurino, o ator despe-se também do personagem", afirmou, ressaltando que Todo Mundo tem Problemas Sexuais, apesar do tema, não traz nenhum momento de nudez.

"Eu fiz algumas cenas de nudez muito parcial e me senti sempre muito mal. Esse absurdo causa grande desconforto ao ator e a atriz porque nos obriga a mentir", citou, recebendo aplausos. "A nudez produz uma sensação erótica. Neste filme, os atores estão vestidos para que os personagens possam estar desnudos."
"A pornografia está tão dissimulada em nossa cultura que não a reconhecemos como tal. Hoje qualquer diretor, medíocre ou não, se acha no direito de determinar que uma atriz possa ficar pelada numa cena ou parcialmente despida", disse, ressaltando, indiretamente, que os diretores da TV Globo também apelam para a "pornografia" televisiva.

"É frequente que cineastas de primeiro filme exibam para seus amigos em sessão privê as cenas privadas que conseguiu de uma determinada atriz", acusa. "Quando os atores se recusam a fazer nudez, os diretores ficam bravos e fazem malcriações, como crianças mimadas, porque se consideram no direito a ela".

O protesto de Cardoso abriu espaço para a discussão, especialmente entre os atores. Em tom revoltado, ele pediu que os artistas não se submetam a cenas de nudez.

"Até quando nós atores ficaremos atendendo ao voyeurismo e a disfunção sexual de diretores, roteiristas e produtores?", questiona. "Eu penso num dia que não teremos medo do You Tube ou das sessões nostalgia do Canal Brasil. O dia que não teremos medo que nossos filhos tenham que responder perguntas constrangedoras dos colegas na escola."

"Um diretor não deveria pedir que faça algo que ele não pediria a uma filha sua. Se essa gente quer nudez, que fiquem nus eles mesmos."

"Atores e atrizes podem dizer não às cenas que se sintam desconfortáveis. Não temos uma obrigação de tirar a roupa, que esta não é uma exigência do ofício de ator e sim da indústria pornográfica. E a conclusão de sempre: o programa popular tem que ter calcinha e sutiã, como se a gente brasileira fosse assim medíocre", ressalta.

Tomada pelos aplausos, Claudia Abreu, que também está no elenco do filme, deu seu depoimento. "Já passei por uma situação como essas recentemente e ele está completamente certo. É exatamente isso que acontece", disse. Vale ressaltar que a atriz aparece completamente nua no filme Os Desafinados, de Walter Lima Jr., em cartaz em alguns cinemas do País.



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