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sábado, maio 05, 2007

Cavalheirismo e Masculinidade Cristã

Raising a Modern-Day Knight
(Texto resumido de Knighthood and Biblical Manhood, do autor Lou Whitworth, que por sua vez é condensado do livro de Robert Lewis)

C. S. Lewis escreveu sobre dois impulsos opostos que normalmente são encontrados em indivíduos diferentes - bravura e gentileza - e que formam a síntese ideal na figura do cavaleiro medieval e seu código de cavalheirismo. Se uma dessas inclinações dominasse por completo, perder-se-ia o equilíbrio necessário para uma autêntica masculinidade cristã. Força e poder sem benevolência, por exemplo, resultariam em um homem bruto. Ternura e compaixão sem a firmeza masculina produziria um homem sem o fogo para liderar e inspirar os demais.

Manter o equilíbrio certo entre os impulsos de poder e agressão e a necessidade de ser gentil e compassivo é um desafio para os homens. Numa época de confusão de gêneros e confusão social-espiritual como a nossa, onde os violentos ameaçam a sociedade, são preciso diretrizes claras e modelos que possam inspirar os homens a canalizar sua agressividade para propósitos construtivos.

A metáfora do cavaleiro medieval tem seu valor por estimular a imaginação, com seu código de honra e seu chamado à coragem. No ensaio de C. S. Lewis, "A Necessidade do Cavalheirismo", ele descrevia o ideal medieval do cavalheiro como um paradoxo: esse ideal ensinava a humildade e tolerância aos grandes guerreiros e exigia coragem dos homens modestos.

O cavalheirismo provê os homens com ideais nítidos - a visão de masculinidade, o código de conduta e uma causa transcedente - além de um processo de avanço de pajem a cavaleiro com cerimônias de celebração e validação.

As cerimônias são importantes por marcar os eventos da jornada rumo à maturidade para que se tornem inesquecíveis. Depois de disciplinas físicas, mentais e religiosas elaboradas, sob as quais o pajem se submetia, nenhum cavaleiro tinha dúvida - "sou um cavalheiro?" - porque tal questão estava para sempre resolvida pelas cerimônias em presença de outros homens.

Lewis escreveu "Uma das grandes tragédias da cultura ocidental de hoje é a ausência desse tipo de cerimônia... Eu não conseguiria descrever o impacto na alma de um jovem quando um momento importante de sua vida era para sempre tornado memorável e venerado através de uma cerimônia."

Há estágios naturais na vida de um jovem que se prestam para celebração: a puberdade, a graduação escolar e a maioridade. Esses estágios encontram equivalência nos estágios da vida de um cavalheiro: pajem (aprendiz de cavaleiro aos 13 anos), escudeiro (auxiliar de cavaleiro) e ordenação (quando o escudeiro se torna um cavaleiro).

Os ideais do cavalheirismo compreendem a visão de masculinidade, o código de conduta e uma causa transcedente. A visão de masculinidade rejeita a passividade, incentiva à coragem e à busca de grandes recompensas. Esse é um caminho ideal para direcionar a agressividade inata dos homens.

O código de conduta almeja as virtudes bíblicas de lealdade, graciosidade, humildade, pureza, serviço, liderança, honestidade, auto-disciplina, excelência, integridade e perseverança. O cavalheiro dá valor ao trabalho e ao estudo, e, evitando a preguiça, solidifica sua ética de trabalho. Outro aspecto do cavalheiro é o de se dedicar à uma mulher. O código de cavalheirismo requer que todas as mulheres sejam tratadas com respeito e honra.

A causa transcedente é obedecer à vontade de Deus. Os homens desde cedo devem compreender a vida como algo inerentemente moral e compreender que há Deus, que sabe de tudo, recompensa o bem e pune o mal. Desde cedo devem aprender que há valores absolutos e que os mandamentos de Deus são libertadores e não coercitivos.

Lewis declarava que "A verdadeira satisfação na vida é diretamente proporcional à obediência à Deus. Nesse contexto, os limites morais revelam uma nova perspectiva: se tornam benefícios e não encargos."

A vida de uma pessoa não é satisfatória se for vivida apenas para si mesma. Jesus afirmou que ao dar sua vida, você encontrará sua vida. Assim, dedicar sua vida à causa transcedente - Jesus - que é maior que sua própria pessoa, é o caminho para uma vida feliz e completa. A causa transcedente é verdadeiramente heróica - uma busca que exige bravura e sacrifício. É verdadeiramente atemporal - tem significância além do momento. E é supremamente importante - não fútil.

Depois de uma vida no estudo de culturas e civilizações antigas e modernas, a eminente e controversa antropóloga Margaret Mead fez a seguinte observação: "O problema central de toda sociedade é definir papéis apropriados para os homens."

O autor George Gilder teve inspiração similar quando declarou que "Sociedades sábias provêm amplos meios para os jovens rapazes se afirmarem sem afligir os outros."

Os homens precisam de papéis apropriados que sejam considerados de valor e de inspiração para desempenhá-los. Isso é verdadeiro porque os homens são psicologicamente mais frágeis que as mulheres e sofrem mais com sua identidade do que as mulheres. Os homens, mais do que as mulheres, dependem da cultura. Por isso é que é importante ter uma visão cultural de masculinidade.

Na sociedade moderna ocidental, os rapazes realizam sua jornada à maturidade sem uma visão clara do que realmente seja a maturidade. Se eles ficam fora de controle, toda sociedade sofre. Ao declínio do cavalheirismo, que inspirava o "jogo limpo" e a esportividade, corresponde um aumento paralelo da atitude insultosa e de "ganhar a qualquer preço". Onde não há visão, as pessoas perecem (Provérbios 29:18).

Há um aspecto de tudo isso que precisa ser enfatizado. Para inspirar os jovens a se tornarem cavalheiros modernos, é necessária a companhia de homens devotos - a Távola Redonda. Como escreveu Robert Lewis em seu livro "Raising a Modern-Day Knight: A Father's Role in Guiding His Son to Authentic Manhood": "os rapazes se tornam homens em uma comunidade de homens. Não há substituto para esse componente vital... para seu filho se tornar um homem, a comunidade deve ser convocada. Se a presença do pai já é significativa, a presença de outros homens será ainda mais... e a comunidade dos homens resultará em uma amizade mais profunda que os solitários nunca experimentam e essa comunidade expandirá os recursos espirituais e morais de seu filho."




Segundo Christopher Chantrill, estamos numa sociedade de adolescentes. Desde os anos 60, a etapa de adolescência se estendeu para além dos 18 anos. Não há mais cerimônias que marcam a passagem para a idade adulta. Os jovens são educados apenas para a produtividade econômica. Os jovens são bombardeados com a idéia de que violência não resolve nada ao mesmo tempo que são bombardeados com a violência virtual na mídia.

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quarta-feira, maio 02, 2007

Pallywood - documentário sobre as encenações de propaganda palestinas

Documentário mostra como certas cenas do conflito na Palestina são forjadas.

Uma das cenas mostra um velório do que seria uma vítima palestina. A procissão deixa o defunto cair do caixão e o próprio defunto volta pro caixão sozinho, assustando alguns que não estavam sabendo da armação.



Enquanto a grande mídia veicula propaganda e se esforça por esconder seu viés, e embusteiros como Edward Said e Noam Chomsky endossam a militância anti-Israel, crimes hediondos como o que foi cometido contra Shalhevet Pass são ignorados.

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segunda-feira, abril 30, 2007

Fatos raciais sobre os partidos dos EUA

Tanto no Brasil, onde quase nada se conhece da política americana, como nos EUA, pode ser comum encontrar quem diga que o Partido Republicano é tudo o que há de ruim e que é racista.

Eis os fatos:

O partido Republicano foi fundado por ativistas anti-escravidão, em contraste com o partido Democrata pró-escravatura.

Abe Lincoln, um presidente Republicano, levou o Norte à vitória na guerra civil e libertou os escravos enquanto os Democratas fizeram tudo o que podiam para manter a escravidão.

Em 1898, em Wilmington, North Carolina, Democratas assassinaram Republicanos negros no que foi o único golpe de estado daquele país.

Em 1922, os senadores Democratas sabotaram uma tentativa dos Republicanos de fazer passar uma lei que tornava o linchamento um crime federal.

O presidente Democrata Franklin Delano Roosevelt nomeou Hugo Black, um antigo membro da Ku-Klux-Klan, para a Suprema Corte.

Contraste isso com o presidente Republicano Dwight Eisenhower, que enviou tropas para assegurar que a segregação acabasse nas escolas de Little Rock, Arkansas, e ordenou a completa de-segregação das Forças Armadas.

Esses são só alguns dos fatos. Veja mais aqui.

Por aí já se vê a tendência, mas alguém poderia dizer que esses fatos se deram à muito tempo atrás e que a partir dos anos 60, as coisas teriam mudado.

Mudaram sim, mas não no sentido que se suspeita.

O presidente Lyndon Johnson, que disse "I'll have those *niggers* voting Democratic for the next 200 years" (esse é um termo extremamente ofensivo aos negros norte-americanos), promoveu a destruição de famílias com seus programas que financiavam mães solteiras, o que fez explodir o número de crianças nascidas na ilegitimidade.

George Wallace, Democrata governador do Alabama, pregava "segregação agora, segregação amanhã e segregação para sempre". Wallace uma vez bloqueou pessoalmente a porta de uma das escolas do Alabama para impedir crianças negras de irem à escola com as demais crianças.

Bull Connor, um oficial de polícia do Alabama, membro da Ku-Klux-Klan e Democrata, atiçava seus cães e ligava mangueiras de incêndio contra os ativistas de direitos civis que protestavam.

82% dos Republicanos votaram a favor da Lei dos Direitos Civis de 1964 comparados com apenas 64% dos Democratas.

Poucos anos mais tarde, o presidente Republicano Richard Nixon realçou as leis de ação afirmativa.

Hoje em dia, os Democratas recebem mais de 90% dos votos dos negros e, no entanto, nos distritos demograficamente dominados pelos Democratas não-negros, somente 5 candidatos negros conseguiram se eleger.

Strom Thurmond, um ex-racista Democrata, se tornou Republicano e reverteu sua opinião segregacionista, se tornando o primeiro senador de um estado do Sul a empregar profissionais negros em sua equipe.

O único jurista negro na Suprema Corte é Clarence Thomas e foi nomeado pelo Republicano George Bush (pai), sob oposição feroz e caluniosa do partido Democrata.

O presidente Republicano George W. Bush, ao incluir mulheres e minorias, formou a equipe presidencial mais diversa de toda a história. A primeira secretária de estado negra é Condolezza Rice e o primeiro secretário de estado negro foi Colin Powell. Alberto Gonzalez e Carlos Gutierrez foram os primeiros hispânicos a ocuparem os postos de Procurador Geral e Secretário de Comércio.

O programa de rádio de Rush Limbaugh, o programa conservador mais popular do mundo, conta com o economista Walter Williams.

Entre os blogs conservadores, Condolezza Rice foi a preferida para se candidatar à presidência em 2008. Esses mesmos autores de blogs votaram em Janice Rogers Brown (empatada em primeiro lugar) para substituir uma jurista da Suprema Corte.

Enquanto isso, o candidato Republicano ao senado por Maryland, Michael Steele, foi insultado pelos racistas Democratas que jogaram biscoitos Oreo nele. Outros Republicanos negros foram insultados com os epítetos racistas "Uncle Tom" e "Aunt Jemima" pelos Democratas.

Um estudo de um professor da Yale observou os padrões de votação e descobriu que, numa eleição para senador, os Republicanos não-negros têm 25% de chances em média de votar num candidato Democrata se o candidato Republicano for negro, comparados com 38% de chances para os Democratas votarem num Republicano se o candidato Democrata for negro. Isto significa que há consideravelmente mais Democratas dispostos a mudar de lado para evitar votar num candidato negro do que Republicanos.

Outra pesquisa do professor Iyengar, de Stanford, descobriu que, com relação ao socorro prestado após o desastre do furacão Katrina, os Democratas estavam dispostos a doar US$1.500 a mais para vítimas brancas do que para qualquer outra minoria, enquanto que os Republicanos não fizeram qualquer distinção ou preferência racial, baseando sua resposta apenas em princípios.

Há racistas em ambos os partidos, mas há bem mais racistas no partido Democrata e isso sempre foi assim. Os Democratas nunca tiveram qualquer escrúpulo em usar a discriminação racial com objetivos políticos e, assim, apóiam qualquer políticas que garantam votos como ação afirmativa, reparações, quotas raciais e, que os Republicanos não apóiam por acreditarem em políticas neutras e por julgarem as pessoas pelo caráter em vez de pela cor da pele.

Há vários notáveis Republicanos que são negros: Condolezza Rice, Colin Powell, Rod Paige, Thomas Sowell, Walter Williams, Larry Elder, J.C. Watts, Michael Steele, Ken Blackwell, Lynn Swann e outros.

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