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quinta-feira, outubro 04, 2007

Blog recomendado: O Que Pensa Aluízio

Blog O Que Pensa Aluízio

O artigo de hoje fala do nazismo petista e há vários outros bons artigos.

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segunda-feira, outubro 01, 2007

Para Ler O Pato Donald: uma das obras mais idiotas já produzidas pelas esquerdas

Para Ler O Pato Donald: uma das obras mais idiotas já produzidas pelas esquerdas

How To Read Donald Duck
Em 1971, o chileno Ariel Dorfman e o belga Armand Mattelart escreveram "Para Ler o Pato Donald", um livro que denunciava os personagens de Walt Disney como propaganda imperialista. Absurdamente, o título deste livro é aquele que nas estórias é mostrado como alguém que participa à contragosto das aventuras de Tio Patinhas em busca de riquezas.

O livro denunciava, por exemplo, o Pato Donald e seus sobrinhos pela ausência de uma família normal, com pais e filhos, e por não mostrar nada relacionado a sexo, nascimento e morte. Na visão dos autores, isso seria um esquema perverso do poder econômico para apagar o passado e o futuro dos personagens e destruir as relações familiares e a colaboração entre pais e filhos. Dorfman e Mattelart provavelmente condenariam Monteiro Lobato ao gulag: Pedrinho e Narizinho eram criados pela avó e as pobres crianças brasileiras ficaram à mercê dos seres assexuados Emília e Visconde de Sabugosa.

A comédia do socialismo paranóico continua com os autores declarando que o único personagem que não buscava recompensa financeira e só ajudava os outros era o Mickey e desconfiavam de seus gestos solidários. Os Irmãos Metralha também foram condenados pelos autores por não serem comunistas o suficiente: "Eles desejam o dinheiro para serem burgueses, ... e não para abolir a propriedade".

Até o uso das cores nas revistas teria sido planejado pelos capitalistas malvados para incutir nas crianças a apreciação pela "novidade tecnológica" pois os cenários da casa do Pato Donald e os gorros do Huguinho, Zezinho e Luisinho seriam os mesmos mas as cores mudavam de um quadrinho para o outro.

Quadrinho adulterado
Acima: Quadrinho adulterado

Quadrinho original
Acima: Quadrinho original
Vários dos quadrinhos que constam no livro foram adulterados por Dorfman e Mattelart. Em um deles, os sobrinhos do Pato Donald ensinam ao povo de Quadradópolis "a curvar-se diante dos governantes". Na revista original que todo mundo leu constava apenas que eles ensinaram uma música aos quadradopolenses.

Nos países em processo de revolução, a Disney faria parte de uma invasão psicológica para "assassinar" a inocência das crianças. Assim, as crianças perderiam a inocência, se tornando burgueses perversos vendendo suas mercadorias e serviços para os consumidores em vez de se tornarem guerrilheiros inocentes capazes de fuzilarem e plantarem explosivos. Pernalonga, Tom e Jerry, Tintin e o Super-Homem fariam todos parte do mesmo esquema mas a Disney seria pior por serem uma "repressão" mais disfarçada.

Os autores produziram essa pérola de mediocridade com o dinheiro do povo chileno - era um projeto de "educação popular" do governo de Salvador Allende. Ariel Dorfman ocupava um cargo na "División de Publicaciones Infantiles y Educativas" de Quimantú (imprensa estatal) e Armand Mattelart era chefe de seção da "Investigación y Evaluación en Comunicaciones de Masas" de Quimantú e pesquisador do "Centro de Estudios de la Realidad Nacional".

O governo Allende havia estatizado e partidarizado a Zig-Zag Companía Limitada, uma editora de histórias em quadrinhos, depois renomeada para Quimantú. Lá, os autores tentaram criar um super-herói comunista - "El Manque" (condor), um camponês proletário e descendente de índios que denunciava a exploração dos latifundiários do país. Era a transformação da história em quadrinhos em instrumento no conflito de classes.

O modo de produção artística também era coletivista, onde toda estória era discutida em inúmeras "assembléias de trabalhadores", "oficinas populares" e "comitês de produção", mas no final a opinião coletiva era desprezada e quem decidia mesmo eram os chefes. As estórias importadas eram censuradas, descartadas ou modificadas antes de serem traduzidas. As modificações eram feitas no sentido de neutralizar os heróis e remover quaisquer referências à moral ou a coisas imateriais.

Com a derrubada de Allende, a editora foi destruída pelo regime Pinochet, mas Dorfman já havia escrito outra pérola da mentalidade socialista: "Super-Homem e Seus Amigos do Peito". O livro fez os mesmos ataques ao Lone Ranger (Cavaleiro Solitário) que havia feito com os personagens da Disney. O Cavaleiro Solitário é aquele personagem do Ayô Silver que usava revólver e tinha como companheiro o índio Tonto mas que foi confundido com o Zorro no Brasil.

Abaixo alguns trechos do delírio:
Página 36: "Cada episódio de Zorro (e cada aventura em cada revista subliterária) é um ato de omissão, um silêncio, um livro de história com todas as páginas em branco e com tinta invisível. Projeta-se reiteradamente, e desde a mais tenra idade, uma visão do templo do passado que limpa a violência, que apaga os conquistados, a luta que se estabeleceu, o sangue que mancha cada precipício e rocha do vale, cada máquina fotográfica do turista, este turista que visita o vale como o leitor visita a revista do Zorro [Lone Ranger]".
Página 48: "O objetivo inconsciente da literatura de massas é, portanto, capacitar o leitor ideologicamente para que interprete seus incessantes problemas reais desde um ponto de vista e desde uma possível solução predeterminada e preconceituosa, desde a ideologia da classe economicamente dominante".
Página 65: "Portanto, o que a subliteratura trata de fazer é que tanto dominadores como dominados careçam de consciência real quando defrontados com sua crise".

Depois que foi exilado pelo regime Pinochet, Dorfman escolheu morar nos Estados Unidos - sem dúvida demonstrou um verdadeiro auto-sacrifício e destemor em se submeter à guerra psicológica imperialista.




Baseado no artigo de Romeu Martins

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Efeito estufa alegado pelos ecologistas é fictício

Conforme o recente estudo "Falsificação dos efeitos estufa do CO2 atmosférico segundo a Física", de Gerhard Gerlich e Ralf D. Tscheuschner, o mecanismo de efeito estufa na atmosfera conforme descrito pelos proponentes do aquecimento global é um mecanismo fictício.

Gerlich e Tscheuschner dizem que o mecanismo proposto de aquecimento global viola a segunda lei da termodinâmica: o calor não se move de um corpo frio para outro corpo mais quente a menos que haja alguma compensação. Uma das premissas incorretas do aquecimento global é que a estratosfera, que é fria, transferiria calor para a superfície que é mais quente, premissa essa que foi baseada numa confusão entre energia e calor feita por alguns climatologistas.

Entretanto, em quase todos os livros de climatologia global e literatura secundária esse mecanismo é dado como real e fundamentado cientificamente.

Os dois físicos demostram, ponto por ponto, que:

a) não há leis físicas em comum entre o fenômeno de aquecimento das estufas e os efeitos fictícios de estufa atmosférica (as estufas funcionam porque o ar é aprisionado e não por causa da radiação ou do CO2),
b) não existe cálculo que determine uma média de temperatura da superfície de um planeta,
c) a diferença de 33 graus Celsius frequentemente mencionada (a tese de que a Terra seria 33 graus mais fria se não houvesse efeito estufa, um fenômeno jamais reproduzido em laboratório) é resultado de uma falha de cálculo,
d) as fórmulas da radiação de cavidades foram aplicadas incorretamente,
e) assumir um equilíbrio radiativo vai contra a Física,
f) a condutividade e fricção térmica não pode ser considerada zero,

e portanto, o efeito estufa atmosférico foi estabelecido como falso.

O "paper" está disponível em formato PDF no site da Arxiv, da Biblioteca da Cornell University.

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