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sábado, maio 12, 2007

Como o crente convenceu o ateu

(Resumo do artigo God In The Details, de Mark Stuertz)

Roy Abraham Varghese, fundador do Institute for Metascientific Research, uma vez disse: "O mundo moderno mal conhece a sensação de maravilha. Algum monstrinho roubou a mágica que nos fazia maravilhar e transformou o paraíso que chamamos de mundo em uma selva desolada."

Esse "monstrinho" responsável por roubar a emoção de maravilhar-se, segundo Varghese, é um bando de intelectuais aprisionados em abstrações vazias e ideologias irracionais. Eles são cegos para a glória e o mistério do mundo. Não conseguem ver a floresta do universo e atentam apenas para as árvores da teoria científica, esperimentação e descoberta.

"A bactéria mais ínfima é um milagre absolutamente inacreditável. Como pode isso acontecer num universo de matéria uniforme?"


Estranhamente, tudo que está diante de nossos olhos e o que está além deles segue leis exatas e possui atributos que podem ser expressos em números e equações. Essa qualidade pressupõe um pensamento profundo e esse pensamento pressupõe uma mente infinita. O universo é abundante de inteligência em todos os níveis e essa inteligência se expressa nas leis da natureza, que foram implantadas no universo por uma inteligência infininta.

Varghese baseia seu argumento na racionalidade do universo físico, na consciência, nos pensamentos conceituais, na auto-consciência e na existência da matéria e da vida. Essas coisas todas são evidências irrefutáveis da existência de Deus.

Elas não podem emergir de um universo de matéria indistinta onde não há inteligência. Essas coisas não podem emergir exclusivamente de mecanismos passivos de seleção natural evolucionária e mutação genética aleatória. Como surgiu a consciência? Como se pode falar que a consciência foi produzida por algo que não possui a propriedade de consciência?

O mundo está cheio de agentes autônomos, seres que percebem seu ambiente e atuam nele ao longo do tempo na busca de seus próprios objetivos.

"Todos esses caras que falam das origens da vida não têm idéia do que significa vida. Não há uma coisa abstrata chamada vida. O que existe são seres vivos. Seres vivos são agentes autônomos que atuam numa infraestrutura de inteligência."


O fundamento do ato de se maravilhar, segundo Varghese, é o que ele apelida de "matriz", uma espécie de teoria de tudo baseada em quatro grandes pensadores religiosos: Maimônides (Judaísmo), Tomás de Aquino (Cristianismo), Avicena (Islã) e Shri Madhvacharya (Hiduísmo).

Essa matriz é a engrenagem de lógica que é a base do método científico: o mundo existe; o universo é inteligível e racional porque foi criado pela inteligência suprema; os seres humanos podem descobrir e conhecer verdades sobre o mundo porque os humanos têm mentes distintas da matéria e funcionam racionalmente e distinguem os significados.

Varghese argumenta que a ciência não prosseguiria sem a fé em premissas científicamente improváveis. As premissas são as de que o universo é lógico, racional e governado por um conjunto consistente de leis físicas. Essas premissas são válidas e por isso nós podemos explorar e compreender o que é observado.

Se o universo no fundo fosse irracional, resultado do acaso sem propósito e sem inteligibilidade, se fosse meramente uma construção aleatória de átomos e campos de força, então nós não poderíamos estar seguros de nossos julgamentos a respeito desse universo. O ateísmo é contraditório por negar a racionalidade do universo e ao mesmo tempo se apegar à racionalidade e à consistência lógica na superfície das coisas.

É notável a tendência de todos os cientistas, mesmo os ateus, em atribuir todas as características que seriam de Deus à natureza. Eles normalmente atribuem vontade, inteligência, criatividade, propósito, poder e até senso de humor ao que é, em sua teoria, uma coisa acidental, impessoal, aleatória e, portanto, sem significado. Parece que eles não conseguem evitar trair suas próprias palavras e esconder o seu maravilhar-se, seu temor e seu respeito pela "natureza".

Segundo Varghese, o fundamento da matriz é a equação de Deus: Deus deve existir e não pode inexistir.

Em outras palavras, se determinada coisa existe, então algo deve ter sempre existido para ter dado origem à coisa. Essa essência primária não pode possuir nenhuma limitação porque então seria necessária uma fonte que transcendesse tal limitação, e assim por diante, indefinidamente, até chegar à Deus.

"Foi um triunfo do pensamento humano chegar à essa conclusão. Por que buscaríamos descobrir leis quando se diz que as leis são impossíveis?"


Essa matriz foi o útero da ciência, o começo das premissas básicas no coração da lógica e investigação científicas. A matéria não é capaz de gerar conceitos, padrões ou constantes matemáticas. Campos de força não planejam, não pensam e nem calculam, mas algo ou alguém o faz.

Desde que Varghese convenceu o proeminente ateu Anthony Flew, a pregação ateísta virou uma febre. Nos últimos meses, vários livros de autores que atacam a crença religiosa têm surgido e ocupado as listas de mais vendidos, incluindo Richard Dawkins, Sam Harris e Daniel Dennett.

O movimento do Novo Ateísmo não apenas condena a crença em Deus, mas também prega que não se deve respeitar quem acredite e profetiza o fim da civilização se a fé religiosa não for extinta.

Segundo o filósofo e físico ateu Victor Stenger, essa erupção súbita de ataques ferozes contra os crentes em Deus é uma reação contra a "direita religiosa" que estaria tentando converter os Estados Unidos em uma teocracia.

Sua queixa específica seria sobre as reinvindicações sociais e políticas dos conservadores: proibir o aborto e a distribuição de preservativos, reverter a sanção estatal das relações homossexuais e a educação sexual nas escolas, promover padrões de decência e a tolerância aos símbolos e textos cristãos no âmbito público.

Isso tudo significa apenas uma volta ao status da sociedade dos anos 50 - longe de ser uma teocracia.

Outros cientistas acreditam que o atual surto de ateísmo ranzinza pode ter sido a decepção dos evolucionistas ao se deparar com as descobertas das últimas décadas. Por exemplo, os registros fósseis agora sugerem que as bactérias e as algas apareceram quase imediatamente depois que o planeta se resfriou e a água apareceu em estado líquido há uns 3,5 bilhões de anos atrás.

Antigamente, os cientistas pensavam que seriam necessários bilhões de anos de dinamismo evolucionário para que os aminoácidos se formassem e se combinassem ao acaso para formar as primeiras formas de vida no chamado caldo primordial.

"O caldo já era e eles estão tão longe de encontrar a origem da vida como nunca estiveram."


Também há o espetáculo bizarro da "Explosão Cambriana", uma era geológica há 500-550 milhões de anos atrás, na qual praticamente todas as formas de vida e todas as estruturas que existem hoje - intestinos, juntas, guelras, olhos - emergiram totalmente formados a partir de formas de vida simples e unicelulares sem nenhum antecessor evolucionário aparente.

Essa explosão a partir da simplicidade unicelular para a complexidade multicelular ocorreu em um momento geológico de 5 a 10 milhões de anos. Antes das descobertas Cambrianas, os cientistas acreditavam que mais de 100 milhões de anos de incrementalismo evolucionário seria exigido para que as estruturas corporais básicas das formas de vida mais avançadas fossem desenvolvidas à partir de formas de vida simples, que perambularam no planeta durante 3 bilhões de anos antes dessa explosão biológica.

O professor de física-matemática Frank Tipler, autor de "The Physics of Christianity", pensa que as descobertas recentes no campo da física perturbaram profundamente os cientistas que uma vez acreditaram em um universo material eterno.

Em 1929, o astrônomo Edwin Hubble postulou que o universo estava se expandindo. Suas descobertas deram o primeiro ponto de apoio empírico à cosmologia do Big Bang porque indicavam que o universo tinha um início finito no tempo - uma singularidade, uma causa supostamente não-causada. Os cientistas ateus não gostam da idéia de que o universo começou com uma causa primária não causada.

A cosmologia do Big Bang foi uma das descobertas que balançaram o ateísmo estridente de Antony Flew. "Se não houvesse motivo para pensar que o universo tem um começo, então não haveria necessidade de postular que algo criou a coisa toda", disse ele no documentário de Varghese "Has Science Discovered God?"

"Quanto mais entendemos a complexidade da vida e de como improvável é que tudo tenha acontecido ao acaso, mais fortes terão de ser os argumentos a favor de um mundo não-teleológico, um mundo sem presença metafísica", diz o físico Gerald Schroeder, autor de "The Science of God" e "The Hidden Face of God", explicando a atual polarização dos ateus contra os crentes.

É essa negação da presença metafísica no universo que Varghese busca desmanchar. Essa metafísica e sua inteligência profunda pode ser encontrada em todo lugar, nas leis físicas que governam as partículas, campos e energia. Einstein uma vez comentou que a coisa mais incompreensível acerca do universo é que ele é compreensível.

Varghese insiste que essa compreensibilidade tem uma fonte distinta: "Há uma fonte infinita de racionalidade. Há uma mente infinita por trás de tudo. Isso é algo que você não conseguirá negar sem tropeçar em uma incoerência."

Em maio de 2004, Gerald Schroeder e Roy Varghese organizaram um congresso com os maiores pensadores de renome. Lá, o filósofo inglês Antony Flew, que havia patrocinado o ateísmo desde 1950 com seu tratado "Teologia e Falsificação", anunciou que ele renunciara o ateísmo e passou a aceitar a existência de Deus graças aos argumentos de Varghese e Schroeder.

Uma tempestade acadêmica explodiu e os ateus se sentiram traídos, chegando até a acusar Flew de senilidade.

Talvez ainda mais ultrajante para os ateus seja que o documentário "Has Science Discovered God?" tenha mostrado o psicólogo Paul Vitz com sua sugestão de que o ateísmo é uma neurose do subconsciente que incentivaria uma pessoa a matar o próprio pai e para substituí-lo.

Tal neurose seria ativada por um abandono paterno, como o caso de Friedrich Nietzsche, que clamava "Deus está morto". Ele perdeu o pai com 4 anos de idade. Sigmund Freud, ateu inveterado, não respeitava seu pai por ser fraco. O pai do filósofo inglês Thomas Hobbes abandonou seus 3 filhos quando Hobbes era um adolescente.

Vitz sugere que o ateísmo é uma ilusão neurótica que aparece em tais circunstâncias.

O escritor e proponente da teoria de Projeto Inteligente, George Gilder, afirma que os cientistas confundem as informações e a estrutura das moléculas de DNA, implicando que a vida é meramente bioquímica em vez do processamento de informações que ela consiste. O programa do DNA é discreto e digital, e sua informação é transferida em receptores químicos mas não é especificado por forças químicas", diz ele.

Matéria e energia são meramente veículos de todas as informações no universo conhecido. Varghese concorda, "A informação precede sua manifestação na matéria. A próxima grande descoberta é reconhecer que o fundamento de tudo isso é a inteligência. Em todas as fases de descoberta está o grande discernimento da ciência moderna: Tudo é inteligência."

Essa inteligência é claramente visível no fenômeno de dobra de proteínas, o processo pelo qual as proteínas se auto-constróem a partir de sequências diferentes de 20 moléculas-padrão de aminoácidos. De forma precisa, essas proteínas assumem papéis na estrutura e funções dos tecidos e são construídas à uma velocidade de cerca de 2 mil proteínas por segundo em cada célula do organismo (exceto células do sangue e de reprodução) a partir de milhares desses ácidos.

O processo é tão complexo que, segundo artigo da revista Scientific American, um supercomputador programado com as regras precisas de dobra de proteínas levaria bilhões de anos para gerar uma proteína dobrada a partir de 100 aminoácidos. As leis químicas podem explicar os componentes de açúcar, base e fosfato do DNA mas não explicam seu conteúdo rico em informação.

O princípio antrópico, a idéia de que o universo foi precisamente ajustado desde o início para o surgimento da vida, é outro argumento de Varghese. Essa "sintonia fina" é expressa em um conjunto de leis físicas e constantes matemáticas. Se um único desses parâmetros variasse à uma fração ínfima, o universo existente jamais existiria e a vida não seria possível.

"Como surgiu a reprodução? Ninguém ousa discutir isso."


A reprodução é o mecanismo que rege todo o processo evolucionário. "Como é que o primeiro ser vivente teve o poder de replicação? Como é que a vida surgiu com essa capacidade fundamentalmente proposital pré-instalada?" O materialismo evolucionário fica aí encurralado contra a parede. Darwin mesmo admitiu que sua teoria dependia da existência de um ser inexplicável que já possuísse os poderes de reprodução, ser esse no qual a vida surgiu.

Antony Flew, disse que descartou seu ateísmo devido às descobertas recentes sobre o DNA e a improbabilidade de uma explicação naturalista para sua enorme complexibilidade; à evidência do Big Bang que assume que o universo teve um começo; e a falta de teorias plausíveis que expliquem as primeiras formas de vida auto-replicantes. À respeito da reprodução, ele diz "Eu não sei de ninguém que tenha oferecido teoria alguma. É praticamente um problema sem solução."

Varghese e Flew estão trabalhando no livro "There is a God", que vai articular o pensamento de Flew e as evidências e raciocínios que levaram Flew a abandonar o ateísmo. A previsão de publicação do livro é para novembro de 2007.

Além desse, Varghese está trabalhando em outros livros - um explora o assunto de vida após a morte, outro crítica os vários erros de Richard Dawkins e discute evolução e outro é à respeito de "10 verdades que impedem você de ficar louco".




Trechos do documentário "Has Science Discovered God?"
Does God Exist? - The Message of Modern Science
Beyond Intelligent Design - the Scientific Case for a Creator

Blog do Institute for Metascientific Research

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Aquecimento Global, Amplificação Incestuosa, Polarização Grupal e Ganância

O maior escândalo científico da atualidade

Como foi a extinção dos dinossauros.


Amplificação Incestuosa ou Polarização Grupal são termos usados para indicar o seguinte fenômeno: indivíduos tendem a radicalizar ainda mais suas idéias quando interagem com um grupo de pessoas que tenham as mesmas idéias e esse grupo se une para impedir qualquer idéia contrária.

Tal é o que acontece com os ideólogos do aquecimento global com causa humana. Os ambientalistas chegam até a mentir para tentar avançar sua ideologia e se alimentam uns dos outros do falatório, nunca buscando visões contrárias, mas quando tropeçam numa delas, se unem para tentar destruí-la.

Mas o que justifica tantos cientistas darem corda para um movimento desse?

O cientista Zbigniew Jaworowski vem medindo as concentrações de CO2 em geleiras da África até ao Círculo Ártico desde 1957. Os resultados de seu estudo são o fundamento de inúmeros artigos.

Em sua obra recente, ele observou que mais de 90 mil mensuramentos precisos de CO2 na atmosfera foram rejeitados arbitrariamente pelos propagandistas do aquecimento global.

Os cientistas que fundaram a ideologia do aquecimento global (Callendar 1949, Callendar 1958, e Keeling 1986 - página 2) usaram uma pequena fração dos dados existentes, escolhendo as medidas de concentrações de CO2 baixas e descartando as altas para criar uma falsa média global pré-industrial de 280 ppmv. Essa manipulação já foi discutida várias vezes desde os anos 50 (Fonsel et al. 1956, Jaworowski et al. 1992b, Slocum 1955 e Beck 2007).

Esses mensuramentos e essas evidências foram rejeitadas porque desmentem a hipótese de aquecimento global causado por atividade humana.

Por que os cientistas, que normalmente prezariam a compreensão da realidade, fazem alarde dessa hipótese forjada?

Durante os últimos 6 anos nos Estados Unidos, quase 29 bilhões de dólares foram gastos em pesquisa do clima. Isso é mais do que o dobro gasto no programa espacial Apollo que levou o homem à lua em 1969 e no entanto George Bush já foi acusado de estar interferindo contra a pesquisa do aquecimento global.

É por essa razão que essa questão científica se tornou politizada. Os lobbyistas de aquecimento global têm recebido enormes quantias e estão tão corrompidos que os cientistas envolvidos nisso já abdicaram de sua integridade.




An Englishman's Castle - blog de comentários políticos incluindo aquecimento global

Artigo CO2: The Greatest Scientific Scandal of our Time, de Zbigniew Jaworowski, M.D., Ph.D., D.Sc.

Relatório do IPCC alardeando um aquecimento global

Documentário "Doomsday Called Off" em que vários cientistas desbancam a ideologia do aquecimento global.
No YouTube, em 5 partes: Parte 1: Parte 2: Parte 3: Parte 4: Parte 5

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sexta-feira, maio 11, 2007

Marxistas, os idiotas úteis

O ex-agente da KGB e dissidente soviético Yuri Alexandrovich Bezmenov explica como os marxistas usam informantes para manter listas de pessoas que serão executadas quando chegar a revolução, inclusive os esquerdistas idealistas idiotas úteis.

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quinta-feira, maio 10, 2007

A corrupção moral da sociedade pelos marxistas - II

O ex-agente da KGB e dissidente soviético Yuri Alexandrovich Bezmenov continua a entrevista explicando as 4 etapas da guerra psicológica comunista: Desmoralização, Desestabilização, Crise e "Normalização".

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quarta-feira, maio 09, 2007

Documentário sobre o Irã - Exemplo de comportamento sob o totalitarismo

Sob um regime totalitário (completo ou parcial), a própria mídia se encarrega de se auto-censurar para evitar qualquer confronto com as autoridades, como é mostrado nesse documentário muito interessante da BBC sobre o Irã exibido em Fevereiro de 2007.

O documentário mostra os iranianos comuns como um povo amistoso e sem preconceito anti-ocidental, especialmente nas classes mais altas do norte de Teerã (cujo estilo de vida está mais para ocidental), mas também mostra as manifestações anti-Israel e anti-americanismo, que são promovidas pelo governo (aos 25:12 e aos 1:18:00 no vídeo). Em uma manifestação, um cartaz com a estrela de Davi é apedrejado aos gritos de "Hezbollah!".

O jornalista Rageh Omaar escreveu um artigo sobre mulheres jovens sob regime iraniano (aos 35 minutos do vídeo) e o submeteu ao crivo de um editor iraniano para que tornasse o artigo "publicável" em uma revista para jovens.

No Irã, um jornalista não pode escrever um artigo sobre cães por serem considerados imundos, não pode mencionar um casal de namorados de mãos dadas e não pode mencionar que os iranianos assistem programas de televisão estrangeiros via satélite (a menos que seja para condenar tal prática).

Em todas as iniciativas dos indivíduos sob um governo totalitário, uma parte dos esforços é necessária para contornar as restrições. Muitos já até se acostumaram, pois sob 28 anos de regime a maioria da população era muito pequena para se lembrar de como era na época do Shah Reza Pahlavi. As restrições se tornaram praticamente invisíveis para alguns iranianos até o momento em que o repórter os questiona a respeito delas e eles reconhecem estar insatisfeitos.

Mulheres são importunadas por dirigirem automóveis e são proibidas de andar de motocicleta. Até mesmo empresárias de sucesso têm que tomar cuidado com a maneira de falar dependendo do tipo de homem com quem fala (48 minutos do vídeo). Nem mesmo homens estão livres da opressão pervasiva, conforme o depoimento de um rapaz aos 56 minutos do vídeo.

Numa banda de música, o vocalista deve ser homem. Um produtor de bandas planeja contornar essa restrição fazendo uma banda só de garotas onde todas cantam (1:13:00 no vídeo).

À 1h 20m, o vídeo mostra as várias censuras sofridas pelo artigo escrito por Rageh sobre jovens iranianas:

- a sentença "Hijab é uma máscara", em referência ao fato das mulheres não poderem sair em público sem o hijab, foi cortada para não pegar mal com as autoridades.
- a sentença "no Irã... mulheres não podem dirigir motocicletas" foi mudada para "o Irã é um país onde todo motociclista é homem" (não se pode falar das restrições).
- a sentença "iranianos estão bem mais irritados a respeito da situação política do país" foi mudada para "iranianos que não estão satisfeitos com algumas situações na sociedade" (não se pode falar que há pessoas contra o governo).
- uma ocorrência da palavra "governo" só não foi censurada porque logo em seguida o artigo falava "potências estrangeiras não poderão impor nada neste país" (um ponto positivo anulou um ponto negativo).

Se o artigo passasse sem os cortes, o ministério da cultura exigiria provas de que o texto não foi para atacar o governo e, se não fossem satisfatórias, a publicação seria banida.

À 1h 20m, o vídeo mostra que as fotos do artigo sofreram retoques para esconder o antebraço de uma empresária, e um hijab foi aumentado para esconder os cabelos de uma moça. Os jornalistas não devem apenas ter cuidado com as palavras, mas devem examinar todas as imagens minuciosamente.



Em seu artigo à New Statesman, o jornalista Rageh Omaar manifesta sua preocupação com a possibilidade de um ataque contra o Irã. Ao ver a amabilidade dos iranianos comuns nesse documentário é difícil não ficar preocupado pela segurança deles.

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Índice/transcrição dos podcasts de Olavo de Carvalho

O David, que publica o blog Educação Liberal, está organizando um índice de todos os podcasts gravados por Olavo de Carvalho no novo blog True Outspeak.

http://trueoutspeak.wordpress.com/

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terça-feira, maio 08, 2007

Paz no campo só com tolerância zero ao MST

Entrevista com o Príncipe Dom Bertrand de Orleans e Bragança, trineto de Dom Pedro II e bisneto da Princesa Isabel. Ele é advogado, coordenador e porta-voz do movimento Paz no Campo, que defende a propriedade privada e a livre iniciativa.

Dica do Conde, postado em seu blog Conde Loppeux de la Villanueva.

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A corrupção moral da sociedade pelos marxistas

O ex-agente da KGB e dissidente soviético Yuri Alexandrovich Bezmenov explica os métodos de guerra psicológica comunista, com doutrinação dos jovens e os resultados.

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segunda-feira, maio 07, 2007

Livro Recomendado (GRÁTIS): A História da França Contemporânea, Hyppolyte A. Taine

Para combinar com a eleição de Sarkozy na França... Este livro de Hippolyte A. Taine foi recomendado pelo Olavo de Carvalho em um de seus podcasts quando enumerou livros da história da revolução francesa: "... todo mundo deve ler... o livro do Hippolyte Taine, que é um clássico do século XIX: 'Origines de la France contemporaine'. Este livro para mim é o maior livro de história que alguém já escreveu. O homem fez o impossível ali."

The Ancient Regime The Origins of Contemporary France, Volume 1

The French Revolution, Volume 1. The Origins of Contemporary France, Volume 2

The French Revolution, Volume 2 The Origins of Contemporary France, Volume 3

The French Revolution, Volume 3 The Origins of Contemporary France, Volume 4

The Modern Regime, Volume 1 [Napoleon] The Origins of Contemporary France, Volume 5

The Modern Regime, Volume 2 The Origins of Contemporary France, Volume 6

O FullBooks.com tem toneladas de outros bons livros grátis.

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