Pensadores Brasileiros |
|
Links
- Pensadores Brasileiros - Ceticismo Político - Textos Cristãos - Olavo de Carvalho - Reality is out there - Mídia Sem Máscara - Mises.org - Comentário Conservador - Parlata - Libertatum - FYI blog - De Gustibus Non Est Disputandi - Blog Abulafia - Norma Braga - True Outspeak - Christina Fontenelle - Ielpo - Direitos do Contribuinte - Blog do Aluizio Amorim - Daniel Lourenço - Cavaleiro do Templo - Pensadores RSS FEED - Quadro Conservador - Sonhando na Contramão - Igreja Batista Brasileira Internacional
Arquivos
Posts anteriores - Qual é o idiota mais chato? - MST em poucas imagens - Direitos humanos sob a ótica esquerdista - Não são urnas que melhoram os governos. É o influx... - Pensamentos/excrementos esquerdistas - Cocômunistas ou bostinhas? - Um mês faz uma enorme diferença para a Rússia e a ... - O Gênio da Lâmpada Estatal - Estado-babá no Brasil - Cartun do Flatuff Histórico 2002-11-10 2006-11-12 2006-11-19 2006-11-26 2006-12-03 2006-12-10 2006-12-17 2006-12-24 2006-12-31 2007-01-07 2007-01-14 2007-03-18 2007-03-25 2007-04-01 2007-04-08 2007-04-15 2007-04-22 2007-04-29 2007-05-06 2007-05-13 2007-05-20 2007-05-27 2007-06-03 2007-06-10 2007-06-17 2007-06-24 2007-07-01 2007-07-08 2007-07-15 2007-07-22 2007-07-29 2007-08-05 2007-08-12 2007-08-19 2007-08-26 2007-09-02 2007-09-09 2007-09-16 2007-09-23 2007-09-30 2007-10-07 2007-10-14 2007-10-21 2007-10-28 2007-11-04 2007-11-18 2007-11-25 2007-12-09 2007-12-16 2007-12-23 2007-12-30 2008-01-06 2008-01-20 2008-01-27 2008-02-03 2008-02-10 2008-03-02 2008-03-09 2008-04-06 2008-05-11 2008-05-18 2008-05-25 2008-06-08 2008-06-22 2008-07-13 2008-07-20 2008-07-27 2008-08-03 2008-08-10 2008-08-17 2008-08-24 2008-08-31 2008-09-07 2008-09-14 2008-09-28 2008-10-05 2008-10-12 2008-10-26 2008-11-09 2008-11-16 2009-01-04 2009-01-11 2009-01-18 2009-01-25 2009-02-01 2009-02-08 2009-02-15 2009-02-22 2009-03-01 2009-03-08 2009-03-15 2009-03-22 2009-03-29 2009-04-12 2009-04-19 2009-05-10 2009-11-08 2009-11-15 2009-11-22 2009-12-06 2009-12-13 2010-01-10 2010-04-04 2010-04-11 2010-04-18 2010-05-23 2010-05-30 2010-06-06 2010-06-20 2010-10-10 2010-10-17 2010-11-07 2010-11-21 2010-11-28 2011-02-06 2011-02-27 2011-03-06 2011-03-20 2011-07-17 2011-09-04 2011-09-25 2011-12-18 2014-02-09 2014-02-16 2014-02-23 2014-03-02 2014-03-09 2014-03-16 |
Artigos Mais Populares:
- Pq. esquerdistas odeiam Rocky Balboa? - Marxismo cultural anti-Cristão - Entrevista c/ Yuri Bezmenov - Para ler o Pato Donald - Bertrand De Jouvenel quarta-feira, maio 13, 2009Como um ateu passou a crer por causa do AhmadinejadUm vídeo interessante do Pajamas TV: um agnóstico/ateu finalmente passou a crer em Deus depois de confrontado com a existência do mal durante a orgia de anti-semitismo que foi a conferência de Durban II da ONU com a participação do presidente iraniano Ahmadinejad.Roger Simon é ex-esquerdista e autor de "Blacklisting Myself: Memoir of a Hollywood Apostate in the Age of Terror". Marcadores: ateísmo, ateu, Deus, guerra, história, irã, islam, israel, jihad, oriente médio, terrorismo postado por Fernando às 9:42 PM Tweet segunda-feira, fevereiro 09, 2009Relato de um palestino que não odeia os Judeus/IsraelAmigos,Meu nome é Achmed Assef, sou palestino e vivo no Brasil atualmente. Desde que iniciou novamente os conflitos no Oriente Médio, não se fala em outra coisa a não ser nesta guerra infeliz que tanto vem fazendo vitimas dos dois lados. Nasci na Palestina, um pais que ainda não existe oficialmente e quando a situação ficou insustentável para minha família, tivemos o feliz e sagrado convite de um amigo de meus pais a virmos ao Brasil, e desde meus 5 anos de idade, moro neste lindo pais acolhedor. Quando digo que a situação na Palestina ficou insustentável, não estou me referindo aos inúmeros conflitos com o exercito de Israel ou os religiosos judeus que mantinham suas casas lindas em território palestino, e que hoje essas mesmas casas foram tomadas a força pelos terroristas, mas sim de uma insustentabilidade provocada pelos próprios "governantes" palestinos em todos esses anos. Para quem está no Brasil ou qualquer outro lugar do mundo, na segurança de seu lar e de sua vizinhança não vai conseguir imaginar nunca o que é viver em Gaza. Somente de lembrar minha breve infância nas cidades em que vivi, me da aperto no coração e vontade de chorar, porem, ninguém que esta no conforto de seus lares também recebendo milhares de informações, fotos e noticias do atual conflito pode imaginar também o que é sentir-se traído por aqueles que se intitulam lideres palestinos. Os lideres palestinos nunca quiseram um Estado. E eu posso falar isso em alto e bom tom, porque é uma verdade. Se quisesse teriam criado antes de 1948, quando ainda não existia o Estado de Israel, se quisessem o teriam feito em 48 também quando a ONU decidiu pela criação de dois Estados, mas nossos grandes Líderes preferiram incitar o povo a violência de lutar contra os judeus do local ao invés de fazer lobby por um Estado palestino viável. Não quiseram também os lideres palestinos quando os territórios, chamados "ocupados por Israel" e que hoje estão em sua grande maioria em nosso domínio, criar um Estado palestino. O que dizer então da mais recente escalada de violência, quando ocorreu a segunda intifada causada pelo grande líder Arafat que em 2000 rejeitou o melhor acordo de paz de todos os tempos propostos pelo premie israelense Ehud Barak e mais uma vez incitou o povo palestino a violência e a brutalidade através de homens-bomba, enquanto a família do Sr. Arafat vivia com regalias, mordomias e riquezas em Paris, tudo fruto de doações dignas estrangeiras mas que nunca chegaram ao povo sofrido da Palestina. Ao invés de comprar comida, água, remédios e oferecer uma vida digna e boa ao povo palestino, nossos lideres preferiram o caminho da violência, da brutalidade e da estupidez de promover o ódio e a discriminação contra o povo judeu, que se não são anjos, também não são demônios como pregam nossos lideres. As mesmas crianças que hoje morrem inocentemente no colo de suas mães, são as mesmas que recebem a criação e educação militar desde cedo a odiar Israel e o povo judeu, sabendo atirar com armas pesadas com menos de 5 anos de idade e ainda recebem a lavagem cerebral de se tornarem mártires explodindo-se para causar ainda mais vitimas do outro lado. Os lideres palestinos não possuem nenhum sentimento humanitário como se espera para uma população cansada e calejada de sofrimento. Pois se tivessem, não mandariam para o suicídio seus parentes e suas crianças, enquanto esses covardes assassinos escondem-se em outros paises ou ate mesmo utilizando escudos humanos dentro da população civil, como vemos hoje na faixa de Gaza. O Hamas, que há muito tempo vem promovendo barbáries dentro e fora de Gaza, desde que em seu único ato inteligente na historia, transformou-se em partido político somente para dar legitimidade ao seu terrorismo praticado diariamente nas ruas de Gaza, matou, perseguiu, torturou e aniquilou todos os "inimigos" do Fatah, o partido moderado que hoje é representado pelo incapaz Mahmoud Abbas. Senhores, como pode um grupo terrorista, dizendo-se líder do povo palestino matar nossos irmãos? Como entender que eles não estão defendendo nosso povo, mas sim seus próprios ideais que não refletem a opinião da maioria desse meu povo palestino? Matar palestinos somente porque não concordam com seus atos e idéias é arcaico e acima de tudo terrorista. Sobrou a Cisjordânia para o Fatah e que se não tomarem cuidado, servira de base para mais atos de violência dos terroristas do Hamas. Vocês podem argumentar que os terroristas do Hamas praticam atos sociais e de solidariedade, mas não acreditem em tudo que vêem na mídia e muito menos em tudo que ouvem. Para que vocês consigam compreender, faço uma analogia com os traficantes no Rio de Janeiro, pois é legitimo o que eles fazem? Aliciar crianças inocentes para o trafico de drogas, colocando armas pesadas em suas mãos? Acredito que não, mesmo que os traficantes promovam atos sociais e atos solidários com os moradores dos morros onde estão alojados. Continuam desrespeitando o direito de crianças crescerem com educação saudável e não para a guerra, como os terroristas do Hamas fazem hoje. Amigos brasileiros que tanto respeito e tanto quero bem, faço um apelo como palestino, como muçulmano, mas acima de tudo como um ser humano que não agüenta mais ver a ignorância e a falta de conhecimento por parte de muitas pessoas neste lindo Brasil: Parem de atacar Israel, parem de atacar os judeus e também parem de achar que o povo palestino é somente de terroristas. Há muita gente boa, inocente e que não quer mais conflitos com os israelenses e não os odeiam, assim como não odeiam os americanos. Muita gente la, incluindo minha família está cansada de tanta dor e sofrimento e sabemos que devemos ter uma convivência pacifica com Israel, afinal, é de Israel que vem nossa água, nossa comida, nosso trabalho e nosso dinheiro. Israel inclusive nos oferece ajuda militar sabiam? Quando houve acordo com a Autoridade Palestina no governo de Arafat, a policia de Israel treinou muitos de nossos homens que não queriam envolvimento com o conflito para que pudessem trabalhar na ordem de nossas cidades. Israel ofereceu treinamento para seus supostos inimigos, inclusive com armamento para que tivéssemos nossa própria segurança. Terroristas que tentaram e não conseguiram se explodir nas cidades de Israel, receberam atendimento medico nos hospitais israelenses!! E muitas das escolas em Israel promovem a educação igualitária com alunos palestinos e judeus, convivendo em perfeita harmonia e recebendo educação sadia e de respeito ao próximo. Diferentemente do que acontece em Gaza, por exemplo. Se nossos lideres não fossem tão burros e estúpidos, nosso povo sofrido não teria mais o que reclamar, pois em Israel estão as maiores oportunidades para um palestino que vive em gaza ou Cisjordânia e quem tem um mínimo de inteligência la sabe que não vai conseguir nunca varrer Israel do mapa ou exterminar todos os judeus, como apregoam certos lideres maníacos do nosso lado. Quanto ganharíamos se estivéssemos do lado de Israel e dos judeus? Por que aqui no Brasil a convivência entre os dois povos sempre foi motivo de orgulho e quando estamos em sociedade ganhamos em tudo? Meu tio recebeu visto de trabalho em Israel. Todos os dias levantava cedo e ia trabalhar em Israel e voltava de noite para sua casa em Gaza. Quando o Hamas tomou o poder à força e iniciou seus diários ataques as cidades israelenses, meu tio perdeu o emprego e a fronteira foi fechada. A culpa é de Israel? Do meu tio que nunca odiou os judeus? Não, a culpa é dos terroristas do Hamas. Meu tio hoje continua não odiando os israelenses nem os judeus. Vive na Síria, onde a situação não é das melhores, mas la não ha. grupos terroristas como o Hamas ou o Hezballah que somente acabam com a vida dos cidadãos de bem. O povo palestino foi expulso de diversos paises chamados "amigos dos palestinos", incluindo Jordânia, Líbano, Síria e Líbia. O Egito fecha sua fronteira com Gaza porque não nos querem por la, inclusive no tratado de paz com Israel, na devolução do Sinai ao Egito, foi oferecido por Israel devolver Gaza também e os egípcios não quiseram porque chamaram de terra sem lei e o pior lugar do mundo para se viver. Por que paises fortes e com um território gigantesco como Arábia Saudita, Jordânia, Irã e outros não tão grandes, mas muito ricos, como Kweit, Emirados Árabes ou Catar não nos recebem de braços abertos? Preferem somente financiar atentados terroristas e mandar todo seu dinheiro para lideres palestinos terroristas e que não pensam no bem estar da população, mas somente em enriquecimento próprio e incentivo ao ódio e intolerância? Por isso, meus amigos, escrevo esta mensagem. Sei que esta carta não vai fazer nenhum dos dois lados pararem com o atual conflito e muito menos mudar o pensamento dos lideres que hoje determinam o rumo do meu povo palestino, mas se servir para fazer o povo brasileiro pensar nisso e entender que não precisamos importar um conflito que não serve pra nada aqui e também para que todos vocês realmente entendam quem são os principais responsáveis pela matança generalizada que ocorre atualmente em Gaza, fico feliz. Israel não é culpado, esta se defendendo dos irresponsáveis lideres terroristas palestinos que diariamente ataca nosso vizinho com seus nada caseiros foguetes para depois se esconderem atrás de mulheres e crianças, colocando toda a culpa nos israelenses, enquanto esses terroristas que infelizmente também são palestinos covardemente se escondem em áreas altamente populosas para causar ainda mais mortes e ganharem fotos sensacionalistas nos jornais do mundo todo. O povo palestino também não é culpado, o povo palestino, tirando esses terroristas que são minoria quer a paz, quer o convívio pacifico com Israel e com os judeus. Quer uma vida digna e viver em seu território chamando-o de lar, sem precisar fugir para qualquer outro país maravilhoso como o Brasil como eu fiz, pois a Palestina é o melhor lugar para viver um palestino. Pensem nisso antes de escolher algum lado no conflito, mas acima de tudo, escolham o lado da paz, da tolerância e do respeito com quem quer que seja. Grato, Achmed Assef achmedassef@gmail.com --- - republicado no blog de Leandro Diniz Marcadores: história, islam, israel, jihad, oriente médio, palestina, terrorismo postado por Fernando às 6:00 AM Tweet quinta-feira, junho 12, 2008Propaganda na TV Israelense com AhmadinejadMarcadores: armas, guerra, humor, irã, islam, israel postado por Fernando às 8:46 PM Tweet segunda-feira, maio 26, 2008A taxa de natalidade como armaO artigo fala de como os marroquinos, albaneses Kosovares (taxa de 8.5 filhos por mãe!), palestinos (5.6 filhos por mãe versus 2.8 por mãe israelense), católicos irlandeses superaram ou vão superar sua inferioridade militar através da taxa de natalidade. O artigo apresenta um paradoxo: se você realmente detesta uma tribo inimiga, torne-os ricos. O dinheiro, em geral, distrai as pessoas de modo que elas não formam famílias grandes. Famílias ricas não têm tantos filhos - com exceção dos judeus ultra-ortodoxos e sua taxa de 7.7 filhos por mãe (antes era de 8 ou 9!). Outro paradoxo: à medida que a imigração aumenta nos EUA, os imigrantes mais antigos se tornam anti-imigração. Eles não querem que seu novo país de residência fique tão ruim quanto o país do qual eles saíram (escaparam). O artigo foi republicado do original na Taki's Magazine, do conservador independente Taki Theodoracopulos. Marcadores: estados unidos, imigração, islam, israel, oriente médio, palestina, sociedade postado por Fernando às 10:33 PM Tweet terça-feira, maio 20, 2008O Historico de Ódio Anti-Judeu do IslãEstá para ser lançado o novo livro de Andrew Bostom, "The Legacy of Islamic Antisemitism", que documenta o ódio aos Judeus praticado no Islã.O autor não se baseou em nenhuma conjectura, mas em fontes primárias: 1) as leis islâmicas contra os Judeus e, 2) os textos históricos que documentam a vida dos Judeus sob a lei islâmica. As evidências apontam para um resultado claríssimo: Judeus e Cristãos têm sido sistematicamente tratados como cidadãos de segunda-classe, "dhimmis", nas regiões invadidas pelo Islã, até mesmo na suposta "idade de ouro" na Andalusia. Mil e duzentos anos antes dos nazistas, os muçulmanos já forçavam os Judeus a usarem insígnias de segregação. O ódio aos Judeus vem de séculos antes de qualquer conflito Árabe-Israelense e esse livro desbanca qualquer idéia de que a inimizade contra os Judeus teria sido importada do Ocidente. O que está por trás do ímpeto primário do Islã contra os Judeus? Os documentos teológicos divulgados pelo Dr. Bostom revelam que o ódio aos Judeus é doutrinário e consta dos textos islâmicos mais tradicionais. No Corão, verso após verso, hadith após hadith, os Judeus são castigados, condenados e amaldiçoados. São chamados de "corrompedores", "exploradores", "distorcionistas", "assassinos de profetas", e, de maneira mais infame, "porcos" e "macacos". Tais palavras caluniadoras estão contidas no Corão (supostamente as palavras eternas de Allah) e no Hadith (as palavras do profeta do Islã). Assim, a hostilidade muçulmana contra os Judeus não tem absolutamente nada a ver com circunstâncias ou política. O ódio muçulmano aos Judeus é teológico Embora o anti-semitismo exista no meio Cristão, ele não tem absolutamente nenhuma base doutrinária no Novo Testamento, e portanto não pode ser vinculada ao Cristianismo. Jesus e seus apóstolos jamais emitiram ordens aos Cristãos para que subjugassem os Judeus - e nem a ninguém. Mas o mesmo não pode ser dito a respeito de Maomé. Quase duzentas páginas do livro documentam a animosidade de Maomé - frequentemente manifestada em detalhes sangrentos por seus biógrafos - contra os Judeus. Os decretos jurídicos e exegeses dos teólogos mais celebrados do Islã também confirmam o status dos Judeus no Islã, tanto antigamente como no presente. O equivalente mais próximo do que seria um "papa islâmico", o sheikh Tantawi, depois de conspurcar os Judeus com os xingamentos normais - "suínos", "macacos" - concluiu que "Todos os Judeus não são iguais. Os bons [Judeus] se tornam muçulmanos, os maus não." O valor do livro do Dr. Bostom é que ele é uma coleção vasta de documentos importantes - os quais os historiadores tradicionalmente dão prioridade - todos eles deixam claro que o ódio aos Judeus tem base firme na tradição islâmica. Não é meramente algo histórico, mas algo mais perturbador: é teologia imutável, que transcende o tempo e o espaço e é forçosamente aplicada tanto hoje quanto foi no passado. - Resenha de Raymond Ibrahim, que editou o livro "The Al Qaeda Reader", uma coletânea de textos islâmicos de propaganda e religião. Marcadores: cristianismo, história, islam, israel, oriente médio postado por Fernando às 8:35 PM Tweet segunda-feira, novembro 19, 2007Exemplos da teoria do Seleitorado e Coalizão VitoriosaTomando como exemplo os ditadores Kim Jong Il, Robert Mugabe (Zimbabwe), Saddam Hussein e Ferdinand Marcos (Filipinas), Mesquita observou que todos eles conseguiram se manter no poder por vários anos e até décadas mesmo tendo contribuído para o empobrecimento de seus respectivos países porque eles e seus comparsas asseguraram seu próprio enriquecimento - o ditador extraía recursos públicos para si e para recompensar privadamente seus comparsas que o protegiam de ser derrubado.O sistema político criado por Lênin - coalizão pequena em um seleitorado grande - era de eleições fraudulentas e uma pessoa tinha uma chance muito pequena de se filiar ao Partido (que compreendia 10% da população) e ganhar benefícios como o direito a entrar na fila para a compra de apartamento e carro (o sonho Soviético, em contraste com o American Dream). Esse sistema é o mais vantajoso para quem está no poder pois cada membro da coalizão é facilmente substituído e sai barato manter a lealdade. Por exemplo, quando Gorbachev chegou ao poder, ele substituiu cerca de 95% dos membros do Politburo em um ano, colocando os mais leais a ele. Esse sistema permite que uma maior parte da receita fique à disposição do líder, que pode empregá-la em projetos beneficentes ou não. Lee Kuan Yew, da Singapura, foi um desses autocratas que teve boas idéias e que, mesmo com todas as intervenções governamentais, criou boas políticas e fez sua sociedade prosperar: atraiu investimentos externos com impostos baixos e educação e combateu a corrupção governamental (é o quarto país menos corrupto, atrás de Dinamarca, Finlândia e Nova Zelândia). Deng Xiaoping - outro desses autocratas - transformou a China em uma potência econômica. Já Mao Zedong, com seu "Grande Salto para a Frente" (que foi para trás) foi tenebroso para a China e Nikita Khrushchev foi tão ruim que forçado pela KGB a se aposentar - suas políticas prejudicaram a economia Soviética, causaram vergonha internacional durante a crise dos mísseis em Cuba e o esfriamento nas relações com a China. Uma das coisas que os autocratas parecem ter aprendido desde o fim da guerra fria é que eles podem usar a economia de mercado e o crescimento econômico que os mercados proporcionam como mecanismo para sua sustentação no poder. Os autocratas de hoje conseguem manter a aparência de democracia ao permitir eleições, porém controlando a mídia e impedindo a oposição de se reunir. Hosni Mubarak conseguiu se eleger com 70% dos votos no Egito controlando a coisa mais importante nas eleições: o direito de contar os votos. A China bloqueou o acesso ao Google em inglês, forçou a Microsoft a bloquear o uso de palavras como "liberdade" e democracia" no seu serviço de blogs e vem restringindo toda a atividade na internet até o ponto de criar uma polícia especializada. Na Rússia, Putin colocou todas as redes de televisão sob estrito controle governamental e arquitetou a prisão e processo de Mikhail Khodorkovsky, um de seus mais proeminentes críticos. Na Venezuela, Hugo Chávez impôs uma nova lei que o permite banir notícias de violência contra protestos ou perseguição do governo e suspender as licensas de teledifusão de empresas de mídia que violem uma longa lista de regulamentos genéricos e vagos. No Vietnã, o governo impôs controles estritos sobre organizações religiosas e rotulou os líderes de grupos religiosos não-autorizados (incluindo a Igreja Católica, os Menonitas, e alguns Budistas) como subversivos. Para caracterizar um país como democrático, é preciso determinar 3 coisas. As pessoas estão livres para se reunir? Se a resposta é não, então não se trata de um processo democrático. A mídia é livre para divulgar o que quiser? Se a resposta é não, então não estamos observando um processo democrático. E se as urnas não são contadas por entidades imparciais apartidárias e mecanismos neutros, então não temos um processo democrático. Grande porcentagem dos países que se dizem democráticos não atendem a um ou mais desses requisitos. A Rússia, por exemplo, pode ter uma contagem honesta dos votos, mas Putin controla a imprensa e os meios de informação. Nesse aspecto, nem o Japão é democrático porque sua mídia só obtém informações das mãos do governo, não há jornalismo independente. Para compreender como os regimes autoritários conseguem esse controle, é necessário entender primeiro o conceito de coordenação estratégica. Esse conceito é o de um conjunto de atividades através das quais as pessoas adquirem poder político em uma determinada situação. Tais atividades incluem a disseminação de informação, o recrutamento e organização de membros da oposição, a escolha de líderes e o desenvolvimento de uma estratégia viável para aumentar o poder do grupo e influenciar a política. Os bens públicos podem ser divididos em bens padrão e bens de coordenação. Os bens padrão são estradas, transporte, defesa nacional, ensino primário, casas populares, saúde e saneamento básicos, bens esses que não colocam os líderes autocratas em risco. Os bens de coordenação são a liberdade de se reunir, liberdade de imprensa e de expressão e a educação superior: bens que podem criar ameaças para a permanência de um líder autocrata porque permitem uma coordenação estratégica da oposição. Bueno de Mesquita estima que a liberdade de reunião diminui em 86% a probabilidade de que o autocrata continue por mais um ano no poder, se o líder cometer o "erro" de permitir essa liberdade. Permitir a liberdade de imprensa e assegurando os direitos civis reduz as chances em 15 a 20% de que um governo autocrático sobreviva por mais um ano. Cada um dos casos enumerados envolve a restrição dos bens de coordenação - os bens públicos que afetam criticamente a possibilidade de coordenação dos oponentes políticos, mas que têm impacto relativamente pequeno no crescimento econômico. Cuba é um exemplo clássico disso. É muito comum apontar que em Cuba há medicina gratuita e alfabetização. Em consequência, Fidel Castro é o ditador com maior longevidade no poder (46 anos). Ele e seus comparsas vivem incomparavelmente melhor do que o cubano comum, como milionários. Apesar das expectativas, a China não vem se liberalizando politicamente. Deng Xiaoping foi exilado politicamente por suas idéias de reforma econômica e foi chamado ao poder apenas quando as tragédias monumentais do "Grande Salto para a Frente" e a revolução cultural de Mao ameaçaram a sustentação da economia e do fluxo de receita necessário para manter o Partido Comunista no poder. Eles precisavam de algo novo para revitalizar seu domínio do poder e esse algo novo eram as idéias que foram desacreditadas quando Deng Xiaoping fora exilado dois anos antes. Ele conseguiu um crescimento enorme na China, o que levou os intelectuais a pensarem que a China rapidamente evoluiria para um país democrático pois "o aumento da classe média a permitiria exigir participação no governo". Vinte e oito anos depois e o Partido Comunista continua sendo o único árbitro de todas as políticas; seus membros continuam a desfrutar de todos os privilégios; a corrupção continua à uma proporção crescente e por aí vai. As políticas econômicas proveram um mecanismo para evitar as pressões para democratização. Nos próximos anos, o Partido pode ter que enfrentar alguns desafios à sua permanência no poder. Nas províncias costais, o custo trabalhista tem subido o suficiente para que algumas das fábricas se mudassem da China para outros países com maior vantagem nesse aspecto. A China tem tentado mudar a para uma produção de tecnologia mais alta, como automóveis, o que exige trabalhadores mais qualificados. Isso significa que um maior número de pessoas deverá ter acesso à educação superior, além dos filhos dos membros do Partido. Essas serão pessoas provavelmente com maior acesso à informação. Os comunistas vêm tentando contornar isso com uma educação exclusivamente orientada à tecnologia e com um controle rígido dos mecanismos de busca e fluxo de informações na Internet. Eles já aprenderam com os eventos na Praça Tiananmen, há 18 anos atrás, que eles não têm muito a perder se partirem para a repressão. Houveram consequências econômicas duraram apenas umas poucas semanas pois os investidores estrangeiros preferem estabilidade mesmo que seja sob uma ditadura comunista - eles não têm interesse em mudar o governo para um regime democrático, eles só querem receber o retorno de seu investimento. Nos últimos 2 anos, têm havido maiores hostilidades verbais contra os EUA partindo do Irã e da Venezuela. Ahmadinejad começou como prefeito de Teerã e não era visto como um político de destaque até então. A criação de armas nucleares passou a ser a forma com que ele subtrai a atenção do seleitorado à situação econômica precária do Irã e garante sua permanência no poder. O Irã vinha perdendo seu prestígio como exportador de fundamentalismo islâmico em parte pela ascensão da Al Qaeda, e uma bomba nuclear restauraria a proeminência do Irã na região. Antes de ser eleito, Hugo Chávez foi um golpista que fracassou, mas passou alguns anos criando uma plataforma populista. Infelizmente, algumas pessoas confundem eleições com democracia. Chávez, assim como Putin na Rússia, entenderam que é possível ter eleições sem se preocupar em perdê-las desde que eles controlem o que a mídia divulga e impeçam as pessoas de se reunirem para protestar contra o que eles vêm fazendo. Hugo Chávez tomou o controle da mídia na Venezuela e fez com que a publicidade que seus opositores têm seja zero ou negativa, e ao mesmo tempo vem garantindo a sua permanência no poder através de re-eleições fraudulentas. Se isso não der certo, Hugo Chávez reverterá para sua postura golpista inicial com o apoio dos militares de sua coalizão, como fizera o presidente do Turcomenistão que se declarou presidente vitalício. Tanto Chávez como Ahmadinejad estão podendo fazer isso graças à renda do petróleo - eles podem aumentar a receita sem ter que aumentar os impostos sobre o trabalho. E como seus países ainda assim têm problemas, é melhor e mais fácil colocar a culpa em uma entidade externa - o alvo típico é os EUA. "Por que vivemos na miséria? Por causa das coisas terríveis que os EUA fazem." "Por que o povo na União Soviética é pobre? Por causa das políticas agressivas dos EUA." A culpa nunca é do próprio governo. Chávez aponta a culpa para fora do país porque há bastante problemas na economia da Venezuela fora da economia do petróleo. Idem para o Irã - o padrão de vida tem declinado consideravelmente desde a revolução de Khomeini. Ahmadinejad não gostaria que os iranianos pensassem que a causa dos problemas é o jeito com que os mullahs têm governado - ele precisa do apoio desses mullahs (coalizão vitoriosa) para permanecer no poder. Como ele controla a mídia, ele consegue divulgar a idéia de que os EUA são uma ameaça e estão forçando o governo iraniano a desviar recursos para se defender. Como as forças militares americanas estão sendo utilizadas no seu limite no Iraque e no Afeganistão, Ahmadinejad, como líder autocrata que é, propenso à guerra diante de riscos mais altos, crê que os EUA não são uma ameaça muito grande. Os EUA certamente poderão bombardear, o que provocará um ataque retaliatório provavelmente em pontos vulneráveis em Israel e no Iraque. Além disso, Ahmadinejad tem como exemplo a Coréia do Norte, que conseguiu fabricar um artefato nuclear impunemente. O único perigo que Ahmadinejad enxerga é seu rival Hashemi Rafsanjani, que caracteriza as políticas de Ahmadinejad como irresponsáveis para seu próprio benefício eleitoral. A ajuda externa não funciona exatamente de acordo com seu alegado propósito: ajudar países a saírem da pobreza. O governo doador concede ajuda externa com o objetivo de comprar certas concessões políticas do país receptor. Por exemplo, a ditadura cleptocrata do Zaire (Mobutu Sese Seko) recebia ajuda externa para combater a ameaça comunista vinda da Angola em guerra civil, o Egito recebe ajuda externa para se amenizar com os EUA e o Paquistão recebe ajuda externa para colaborar na perseguição aos terroristas. Essa ajuda é usada pelo líder para manter a coalizão leal a ele e portanto contribui para a manutenção no poder de pessoas que não estão interessadas no bem nacional. Um déspota ou ditador tem maior probabilidade de ser deposto nos primeiros 2 anos de governo, quando ele ainda não teve tempo de aprender a manter o fluxo de receita e benefícios em favor dos seus comparsas da coalizão ou não teve tempo de persuadí-los de que ele é um líder capaz de beneficiá-los. Uma vez que esse prazo de 2 anos é ultrapassado, a vasta maioria dos ditadores se mantêm no cargo até seu falecimento. As exceções a isso são os líderes autocratas sobre os quais se sabe que estão com uma doença terminal. Foi o que aconteceu com o xá do Irã (foi descoberto que ele tinha câncer), Mobutu Sese Seko do Zaire (câncer), Ferdinand Marcos das Filipinas (lupus). Uma vez que se descobre que um autocrata está com doença terminal, a coalizão que dependia dele para obter as benesses e a receita do país Fonte: Development and Democracy Marcadores: américa latina, comunismo, corrupção, democracia, ditadura, estados unidos, hugo chavez, irã, israel, união soviética postado por Fernando às 1:18 AM Tweet quinta-feira, junho 07, 2007Documentário sobre o ataque ao reator do Saddam HusseinA história do ataque da força aérea israelense ao reator nuclear perto de Bagdá em junho de 1981. O reator e o sistema de defesa anti-mísseis foram fornecidos pela França ao ditador iraquiano.Marcadores: ditadura, filmes, guerra, história, iraque, israel postado por Fernando às 11:32 PM Tweet quarta-feira, maio 09, 2007Documentário sobre o Irã - Exemplo de comportamento sob o totalitarismoSob um regime totalitário (completo ou parcial), a própria mídia se encarrega de se auto-censurar para evitar qualquer confronto com as autoridades, como é mostrado nesse documentário muito interessante da BBC sobre o Irã exibido em Fevereiro de 2007.O documentário mostra os iranianos comuns como um povo amistoso e sem preconceito anti-ocidental, especialmente nas classes mais altas do norte de Teerã (cujo estilo de vida está mais para ocidental), mas também mostra as manifestações anti-Israel e anti-americanismo, que são promovidas pelo governo (aos 25:12 e aos 1:18:00 no vídeo). Em uma manifestação, um cartaz com a estrela de Davi é apedrejado aos gritos de "Hezbollah!". O jornalista Rageh Omaar escreveu um artigo sobre mulheres jovens sob regime iraniano (aos 35 minutos do vídeo) e o submeteu ao crivo de um editor iraniano para que tornasse o artigo "publicável" em uma revista para jovens. No Irã, um jornalista não pode escrever um artigo sobre cães por serem considerados imundos, não pode mencionar um casal de namorados de mãos dadas e não pode mencionar que os iranianos assistem programas de televisão estrangeiros via satélite (a menos que seja para condenar tal prática). Em todas as iniciativas dos indivíduos sob um governo totalitário, uma parte dos esforços é necessária para contornar as restrições. Muitos já até se acostumaram, pois sob 28 anos de regime a maioria da população era muito pequena para se lembrar de como era na época do Shah Reza Pahlavi. As restrições se tornaram praticamente invisíveis para alguns iranianos até o momento em que o repórter os questiona a respeito delas e eles reconhecem estar insatisfeitos. Mulheres são importunadas por dirigirem automóveis e são proibidas de andar de motocicleta. Até mesmo empresárias de sucesso têm que tomar cuidado com a maneira de falar dependendo do tipo de homem com quem fala (48 minutos do vídeo). Nem mesmo homens estão livres da opressão pervasiva, conforme o depoimento de um rapaz aos 56 minutos do vídeo. Numa banda de música, o vocalista deve ser homem. Um produtor de bandas planeja contornar essa restrição fazendo uma banda só de garotas onde todas cantam (1:13:00 no vídeo). À 1h 20m, o vídeo mostra as várias censuras sofridas pelo artigo escrito por Rageh sobre jovens iranianas: - a sentença "Hijab é uma máscara", em referência ao fato das mulheres não poderem sair em público sem o hijab, foi cortada para não pegar mal com as autoridades. - a sentença "no Irã... mulheres não podem dirigir motocicletas" foi mudada para "o Irã é um país onde todo motociclista é homem" (não se pode falar das restrições). - a sentença "iranianos estão bem mais irritados a respeito da situação política do país" foi mudada para "iranianos que não estão satisfeitos com algumas situações na sociedade" (não se pode falar que há pessoas contra o governo). - uma ocorrência da palavra "governo" só não foi censurada porque logo em seguida o artigo falava "potências estrangeiras não poderão impor nada neste país" (um ponto positivo anulou um ponto negativo). Se o artigo passasse sem os cortes, o ministério da cultura exigiria provas de que o texto não foi para atacar o governo e, se não fossem satisfatórias, a publicação seria banida. À 1h 20m, o vídeo mostra que as fotos do artigo sofreram retoques para esconder o antebraço de uma empresária, e um hijab foi aumentado para esconder os cabelos de uma moça. Os jornalistas não devem apenas ter cuidado com as palavras, mas devem examinar todas as imagens minuciosamente. Em seu artigo à New Statesman, o jornalista Rageh Omaar manifesta sua preocupação com a possibilidade de um ataque contra o Irã. Ao ver a amabilidade dos iranianos comuns nesse documentário é difícil não ficar preocupado pela segurança deles. Marcadores: direitos humanos, ditadura, irã, islam, israel, jihad, oriente médio, palestina, sociedade, terrorismo postado por Fernando às 10:27 PM Tweet quarta-feira, maio 02, 2007Pallywood - documentário sobre as encenações de propaganda palestinasDocumentário mostra como certas cenas do conflito na Palestina são forjadas.Uma das cenas mostra um velório do que seria uma vítima palestina. A procissão deixa o defunto cair do caixão e o próprio defunto volta pro caixão sozinho, assustando alguns que não estavam sabendo da armação. Enquanto a grande mídia veicula propaganda e se esforça por esconder seu viés, e embusteiros como Edward Said e Noam Chomsky endossam a militância anti-Israel, crimes hediondos como o que foi cometido contra Shalhevet Pass são ignorados. Marcadores: direitos humanos, filmes, guerra, islam, israel, jihad, oriente médio, palestina, politicamente correto, terrorismo postado por Fernando às 2:23 AM Tweet |