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terça-feira, fevereiro 25, 2014

Saul Alinksy e o Império do Radicalismo Político

Saul Alinksy e o Império do Radicalismo Político



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terça-feira, outubro 09, 2007

Blog recomendado: Dom Bertrand de Orleans e Bragança

Dom Bertrand de Orleans e Bragança
Com dinheiro do governo, os militantes do MST e da CPT invadem a propriedade alheia, cortando as cercas, matando animais, destruindo plantações, máquinas e construções, espalhando o terror no solo que os donos regaram com o suor de seu trabalho honesto. Quando chega a polícia, os invasores colocam escudos humanos de idosos, mulheres, crianças e até deficientes com o intuito de capitalizar com a provável tragédia resultante do confronto.

O Príncipe Dom Bertrand de Orleans e Bragança é trineto de Dom Pedro II e bisneto da Princesa Isabel, a Redentora. É advogado formado pela Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, da USP. Coordenador e porta-voz do movimento Paz no Campo, percorre o Brasil fazendo conferências para produtores rurais e empresários, em defesa da propriedade privada e da livre iniciativa.

Guia Preventivo Contra Invasões de Terra - Nele você encontrará a explicação dos seus direitos, das leis em vigor e de importantes conselhos de conduta geral e prática. Quem está prevenido tem mais chances de se defender e ter a vitória.

Movimento Paz no Campo - Campanha Nacional de Prevenção às Invasões de Terra.

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sexta-feira, julho 13, 2007

Texto Recomendado: Decifrando a nova direita

Ótimo artigo do Eduardo Levy sobre a difusão recente de idéias conservadoras apesar da hegemonia esquerdista.

Eduardo Levy defende a idéia de que os valores dominantes de uma época tendem a serem contestados por pessoas de nível cultural superior pois para esses valores serem contestados é necessária certa inteligência, cultura e superioridade intelectual. Com o tempo e em resultado dessa superioridade, os valores esquerdistas foram se tornando dominantes.

Hoje em dia, essa tendência está se revertendo porque "tudo que é idiota e acomodado intelectual foi para a esquerda. ... Como os valores dominantes e idiotas eram os esquerdistas, as melhores cabeças começaram a ir para o outro lado, um processo muito acelerado pelo advento da internet e dos blogs."

Eduardo Levy fala a verdade! Hoje em dia qualquer bestalhão e indigente intelectual é esquerdista e vive com discurso de que tudo é culpa do "Búchi", dos "americânu", do "pudê econômicu".

"... a maioria dos blogueiros direitistas é culta, tem uma gama de interesses variados muito além da política, lê muito e outras coisas e outros campos, enquanto a blogosfera de esquerda só traz os militantes mais imbecilizados e mais estreitos, que só têm olhos para a mais mesquinha política do dia, mais rasos impossível. Há algum blogueiro na esquerda que se possa comparar aos citados? Há algum que se compare a Eduardo Carvalho, Bruno Garschagen, Pedro Sette Câmara, Martim Vasques da Cunha, E. Santiago? Não, não há.

A “nova direita”, portanto, é um fenômeno muito maior e mais profundo do que toda essa gente nojentinha pretende. E, posto ter alguma influência americana, é inteiramente brasileiro. Em suas razões menos visíveis, é muito mais cultural que político. Não é que um bando de militantes direitistas começou a se expressar. É que as melhores cabeças, algumas com pouquíssimos interesses políticos, passaram a volver à direita. É a dialética da História."

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quinta-feira, julho 12, 2007

A Raiz do Mal

[Baseado na crítica "The Secret Teachings of Ayn Rand, artigo de Bob Wallace", um ex-repórter e editor em St. Louis. 13/3/02]

Todos conhecem mais ou menos a história do Jardim do Éden. Nela, quando Deus flagra Adão e Eva violando as regras, Adão aponta seu dedo para Eva e diz "Ela é culpada de eu ter feito isso!", e Eva
aponta seu dedo para a serpente e diz "Bem, foi ele que me fez fazer isso."

O que Adão e Eva fizeram foi usar de bode expiatório; Adão usou Eva como bode expiatório e Eva usou a serpente como bode expiatório. É como dizer "Eu não tenho culpa nenhuma; é tudo culpa sua." E em algumas versões da história, o ato de usar bodes expiatórios é o que faz com que eles sejam expulsos do Jardim do Éden e faz com que surja o mal no mundo.

O psiquiatra M. Scott Peck, em seu livro, "The People of the Lie", escreve que o uso de bodes expiatórios está relacionado à "origem da maldade humana ... o uso de bodes expiatórios funciona através de um mecanismo que os psiquiatras chamam de projeção [as pessoas] projetam o mal no mundo," ele conta.

Os militantes nazistas e socialistas foram os que mais usaram bodes expiatórios no século 20. Eles colocaram a culpa de todos os seus problemas nos judeus, cristãos, europeus do leste, capitalistas, kulaks... a lista é grande. As estimativas das mortes no século 20 atingem 200 milhões.

Quando você projeta todos os seus problemas nos outros - transformando-os em "más pessoas" - qual é a solução mais extrema? Persegui-los e matá-los, é claro. Os psiquiatras Melanie Klein e Joan Riviere escreveram sobre a projeção dizendo que "o primeiro e mais fundamental mecanismo de proteção contra a dor, o perigo de ser atacado, ou a sensação de estar desprotegido - o mecanismo de onde se originam todos os outros - é o dispositivo que chamamos projeção.

Todos os sentimentos e sensações desagradáveis e dolorosas na mente são automaticamente relegadas para fora de si automaticamente por esse mecanismo... Nós colocamos a culpa dessas sensações em alguma outra pessoa. Quando essas forças tão destrutivas são reconhecidas dentro de nós, nós alegamos que elas surgiram arbitrariamente e por algum agente externo... A projeção é a primeira reação dos bebês à dor e ela provavelmente permanece como a reação mais espontânea em
todos nós diante de qualquer sofrimento durante todas as nossas vidas."

Quando você projeta o mal nos outros, você não mais os vê como pessoas; você os vê como coisas. Isso torna mais fácil de matar. No fundo, se trata de sacrifício humano. O militante diz "temos que matar toda essa escória e todos esses vermes para nos salvar!" e usa essas palavras se referindo a seres humanos. E aqueles que são sacrificados são sempre inocentes. O pior sacrifício humano é a guerra, seja convencional ou terrorista, com suas vítimas servindo de alimento para ídolos pagãos como o Estado, a Nação, a Natureza, ou qualquer outra coisa material ou humana que é divinizada.

Ver pessoas como coisas é a essência do narcisismo. Peck escreveu o seguinte sobre o narcisismo: "Já que os narcisistas, no fundo, sentem que são perfeitos, é inevitável que quando eles entrem em conflito com o mundo eles invariavelmente percebem o conflito como sendo culpa do mundo. Como eles se obrigam a negar sua própria maldade, eles passam a perceber os outros como ruins. Eles projetam seu próprio mal no mundo. Eles nunca pensam em si próprios como maus, mas ao contrário, vêm muito mal nos outros, consequentemente."

Peck se referiu àqueles que são clinicamente narcisistas, mas todos nós somos narcisistas, em maior ou menor grau. Todos nós somos imperfeitos. Quando uma pessoa fica irritada com as outras, ela sempre, não importa quão brevemente, vê os outros como maus - "aquele ali que me deixou irritada".

Nosso narcisismo é o que nos torna suscetível aos três principais fatores da propaganda política e ideológica: apelo às emoções (mas iludindo as pessoas de forma que pensem ser um apelo à razão); demonização do inimigo (ou uso dele como bode expiatório); e ilusão das pessoas para que pensem que uma vez que o inimigo seja destruído, as coisas vão ficar boas.

A serpente do Éden é o símbolo da inveja. Ela queria fazer Adão e Eva caírem porque eles eram preferidos por Deus. O que isso significa é que o uso de bodes expiatórios é baseado na inveja (e a inveja é tão intimamente relacionada ao ódio que ambos não podem ser separados).

A inveja é tão primitiva que não é simbolizada por um mamífero, mas sim por uma serpente, animal de sangue frio. A história aponta claramente que o uso de bodes expiatórios é infantilidade (como Thomas Hobbes tão perceptivamente notou, "o homem mau é a criança que se tornou poderosa"). O uso de bodes expiatórios é o que traz o mal ao mundo.

Esse relato bíblico explica, em poucos parágrafos, a causa da maldade humana no planeta: o narcisismo que leva ao uso de bodes expiatórios e que é causado pela inveja e pelo ódio. Assim é explicado o sacrifício humano. E tudo isso começa quando somos bem jovens, até mesmo antes que sejamos conscientes de tudo isso. Isso tem sido confirmado pela psicologia moderna, embora sua explicação tenha chegado com cerca de 4 mil anos de atraso.

Assim, os discursos que usam alguém como bode expiatório são, muito provavelmente, uma pregação de um sacrifício humano e a projeção infantil das mazelas que a pessoa encontra em si própria ou em seu próprio país.

Quando alguém xinga outra pessoa ou grupo de pessoas de "escória", "verme", "sanguessuga" - e se vê isso comumente em militantes de esquerda, esse alguém está se preparando para justificar o genocídio, de forma consciente ou não. Ela projeta todo ódio, ira e inveja sobre os outros, usa-os como bode expiatórios, e então antecipa uma orgia sadística Hitleriana/Stalinista de ódio e destruição e vibra, por exemplo, com ataques terroristas a uma multidão de inocentes.

Isso é exatamente o que os nazistas e socialistas têm feito e tentado fazer com todos os que eles rotulam como maus: consideram-se como perfeitos, culpam todo o mal nos outros e apóiam a matança dos outros para se salvarem, esperando que isso resulte numa "utopia". Matam os "maus" e esperam que o "bem" reine.

Quando uma pessoa passa a transmitir por escrito o seu ódio, é porque há um problema muito sério com essa pessoa e que ela tenta inconscientemente corrigir esse problema, numa espécie de auto-terapia. O psiquiatra Richard Restak, em seu livro, "The Self Seekers", sabia que o problema era: "A ira homicida é o último recurso no esforço de corrigir um sentido de individualidade que foi prejudicado."

Pessoas assim se tornam progressivamente mais lunáticas e hostis, e muitas se tornam militantes de alguma causa. Para essas pessoas, o lado deles é completamente bom e o outro completamente mau. Toda a maldade é projetada nos outros e assim justificam seu extermínio. Para o militante, seus oponentes não estão simplesmente equivocados; eles são maus e são menos que pessoas.

O autor Russell Kirk uma vez escreveu que o mal é causado pelo "ego monstruoso", isto é, o ego inchado, que se absorve e se concentra em si mesmo, narcisístico, que vê os outros como coisas, e que leva direto ao sacrifício humano e ao uso de bodes expiatórios. É por isso que no mito grego de Narciso, ele não consegue ver mais ninguém além de si mesmo e é também por isso que ele morre no final da estória.

Assim, não é nada surpreendente que os militantes defendam o terrorismo; afinal de contas, as vítimas dos ataques não são exatamente humanos para eles.

Já que o uso de bodes expiatórios é uma coisa feita inconscientemente, é necessário se tornar consciente dele. Isso ajuda a nos defender contra propagandas políticas e ideológicas.

Diante de todo o discurso, a primeira coisa a questionar é: se trata de um uso de bode expiatório? Nazismo, comunismo, socialismo, puritanismo, naturalismo, objetivismo, enfim, militâncias, todas elas usam bodes expiatórios. Todas acreditam em sacrifício humano, embora não confessem e muitas vezes nem percebam. Os adoradores de Gaia que vêm humanos como uma praga na Terra compreendem que eles estão adorando um princípio material (pagão) e querem sacrificar pessoas? Provavelmente não são todos que percebem isto.

A religião tem tradicionalmente considerado a tentativa de criar um mundo "perfeito" como uma blasfêmia e é fácil compreender o motivo.

Tentar tornar o mundo "perfeito" sempre envolve considerar os outros como bodes expiatórios e sacrificá-los aos piores aspectos da natureza humana. Tornar o mundo perfeito sempre significa eliminar as pessoas que são consideradas imperfeitas. Antes que Adolph Eichmann fosse enforcado em condenação pela sua atividade nos campos de extermínio nazistas, ele explicou "Eu era um idealista."

Isso significa que toda tentativa de atingir um mundo perfeito, cedo ou tarde, resulta em genocídio. É perigoso ignorar as lições da história e o episódio do Jardim do Éden.




Livros de Richard Restak:
Seu Cérebro Nunca Envelhece
A Idade da Renovação
Mozart's Brain and The Fighter Pilot: Unleashing Your Brain Potential
The Naked Brain: How the Emerging Neurosociety Is Changing How We Live, Work, And Love
On The Sea Of Memory : A Journey From Forgetting To Remembering

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quinta-feira, março 29, 2007

"Universidade é para se estudar nela" - um conceito reacionário

Um vídeo feito por alunos da Politécnica da USP mostra os métodos empregados pelo sindicato Sintusp: um caminhão de som percorre o campus no último volume e dentro, um sindicalista faz gritaria para impedir quem quer estudar. Quando os alunos, que perderam toda a possibilidade de concentração, saem e pedem para baixar o volume, os sindicalistas se negam, chamam os estudantes de fascistas e um dos capangas do sindicato começa a dar empurrões e tapas nos alunos. No dia seguinte, o jornaleco do sindicato publica uma versão diametralmente oposta aos fatos ocorridos: "os companheiros foram agredidos por cerca de 50 alunos insuflados pelos professores".

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