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terça-feira, fevereiro 25, 2014

Saul Alinksy e o Império do Radicalismo Político

Saul Alinksy e o Império do Radicalismo Político



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sexta-feira, janeiro 09, 2009

Faz tanto frio na Europa que estão queimando o livro de Al Gore para aquecer



Que vergonha um desperdício desses enquanto os pobres na África estão sem papel higiênico!

Atendendo pedidos de seus fiéis seguidores, Al Gore prometeu aumentar sua dieta de feijões mexicanos e salada de repolho com ovo cozido e couve-flôr para aumentar sua fração do aquecimento global.



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sábado, outubro 20, 2007

O Ex-Covarde (texto de Nelson Rodrigues)

O EX-COVARDE
por Nélson Rodrigues

Entro na redação e o Marcelo Soares de Moura me chama. Começa: - "Escuta aqui, Nélson. Explica esse mistério." Como havia um mistério, sentei-me. Ele começa: - "Você, que não escrevia sobre política, por que é que agora só escreve sobre política?" Puxo um cigarro, sem pressa de responder. Insiste: - "Nas suas peças não há uma palavra sobre política. Nos seus romances, nos seus contos, nas suas crônicas, não há uma palavra sobre política. E, de repente, você começa suas "confissões". É um violino de uma corda só. Seu assunto é só política. Explica: - Por quê?"

Antes de falar, procuro cinzeiro. Não tem. Marcelo foi apanhar um duas mesas adiante. Agradeço. Calco a brasa do cigarro no fundo do cinzeiro. Digo: - "É uma longa história." O interessante é que outro amigo, o Francisco Pedro do Couto, e um outro, Permínio Ásfora, me fizeram a mesma pergunta. E, agora, o Marcelo me fustigava: - "Por quê?" Quero saber: - "Você tem tempo ou está com pressa?" Fiz tanto suspense que a curiosidade do Marcelo já estava insuportável.

Começo assim a "longa história": - "Eu sou um ex-covarde." O Marcelo ouvia só e eu não parei mais de falar. Disse-lhe que, hoje, é muito difícil não ser canalha. Por toda a parte, só vemos pulhas. E nem se diga que são pobres seres anônimos, obscuros, perdidos na massa. Não. Reitores, professores, sociólogos, intelectuais de todos os tipos, jovens e velhos, mocinhas e senhoras. E também os jornais e as revistas, o rádio e a tv. Quase tudo e quase todos exalam abjeção.

Marcelo interrompe: - "Somos todos abjetos?" Acendo outro cigarro: - "Nem todos, claro." Expliquei-lhe o óbvio, isto é, que sempre há uma meia dúzia que se salve e só Deus sabe como. "Todas as pressões trabalham para o nosso aviltamento pessoal e coletivo." E por que essa massa de pulhas invade a vida brasileira? Claro que não é de graça nem por acaso.

O que existe, por trás de tamanha degradação, é o medo. Por medo, os reitores, os professores, os intelectuais são montados, fisicamente montados, pelos jovens. Diria Marcelo que estou fazendo uma caricatura até grosseira. Nem tanto, nem tanto. Mas o medo começa nos lares, e dos lares passa para a igreja, e da igreja passa para as universidades, e destas para as redações, e daí para o romance, para o teatro, para o cinema. Fomos nós que fabricamos a "Razão da Idade". Somos autores da impostura e, por medo adquirido, aceitamos a impostura como a verdade total.

Sim, os pais têm medo dos filhos, os mestres dos alunos. O medo é tão criminoso que, outro dia, seis ou sete universitários curraram uma colega. A menina saiu de lá de maca, quase de rabecão. No hospital, sofreu um tratamento que foi quase outro estupro. Sobreviveu por milagre. E ninguém disse nada. Nem reitores, nem professores, nem jornalistas, nem sacerdotes, ninguém exalou um modestíssimo pio. Caiu sobre o jovem estupro todo o silêncio da nossa pusilanimidade.

Mas preciso pluralizar. Não há um medo só. São vários medos, alguns pueris, idiotas. O medo de ser reacionário ou de parecer reacionário. Por medo das esquerdas, grã-finas e milionários fazem poses socialistas. Hoje, o sujeito prefere que lhe xinguem a mãe e não o chamem de reacionário. É o medo que faz o Dr. Alceu renegar os dois mil anos da Igreja e pôr nas nuvens a "Grande Revolução" russa. Cuba é uma Paquetá. Pois essa Paquetá dá ordens a milhares de jovens brasileiros. E, de repente, somos ocupados por vietcongs, cubanos, chineses. Ninguém acusa os jovens e ninguém os julga, por medo. Ninguém quer fazer a "Revolução Brasileira". Não se trata de Brasil. Numa das passeatas, propunha-se que se fizesse do Brasil o Vietnã. Por que não fazer do Brasil o próprio Brasil? Ah, o Brasil não é uma pátria, não é uma nação, não é um povo, mas uma paisagem. Há também os que o negam até como valor plástico.

Eu falava e o Marcelo não dizia nada. Súbito, ele interrompe: - "E você? Por que, de repente, você mergulhou na política?" Eu já fumara, nesse meio-tempo, quatro cigarros. Apanhei mais um: - "Eu fui, por muito tempo, um pusilânime como os reitores, os professores, os intelectuais, os grã-finos etc, etc. Na guerra, ouvi um comunista dizer, antes da invasão da Rússia: - "Hitler é muito mais revolucionário do que a Inglaterra." E eu, por covardia, não disse nada. Sempre achei que a história da "Grande Revolução", que o Dr. Alceu chama de "o maior acontecimento do século XX", sempre achei que essa história era um gigantesco mural de sangue e excremento. Em vida de Stalin, jamais ousei um suspiro contra ele. Por medo, aceitei o pacto germano-soviético. Eu sabia que a Rússia era a antipessoa, o anti-homem. Achava que o Capitalismo, com todos os seus crimes, ainda é melhor do que o Socialismo e sublinho: - do que a experiência concreta do Socialismo.

Tive medo, ou vários medos, e já não os tenho. Sofri muito na carne e na alma. Primeiro, foi em 1929, no dia seguinte ao Natal. Às duas horas da tarde, ou menos um pouco, vi meu irmão Roberto ser assassinado. Era um pintor de gênio, espécie de Rimbaud plástico, e de uma qualidade humana sem igual. Morreu errado ou, por outra, morreu porque era "filho de Mário Rodrigues". E, no velório, sempre que alguém vinha abraçar meu pai, meu pai soluçava: - "Essa bala era para mim." Um mês depois, meu pai morria de pura paixão. Mais alguns anos e meu irmão Joffre morre. Éramos unidos como dois gêmeos. Durante 15 dias, no Sanatório de Correias, ouvi a sua dispnéia. E minha irmã Dorinha. Sua agonia foi leve como a euforia de um anjo. E, depois, foi meu irmão Mário Filho. Eu dizia sempre: - "Ninguém no Brasil escreve como meu irmão Mário." Teve um enfarte fulminante. Bem sei que, hoje, o morto começa a ser esquecido no velório. Por desgraça minha, não sou assim. E, por fim, houve o desabamento de Laranjeiras. Morreu meu irmão Paulinho e, com ele, sua esposa Maria Natália, seus dois filhos, Ana Maria e Paulo Roberto, a sua sogra, D. Marina. Todos morreram, todos, até o último vestígio.

Falei do meu pai, dos meus irmãos e vou falar também de mim. Aos 51 anos, tive uma filhinha que, por vontade materna, chama-se Daniela. Nasceu linda. Dois meses depois, a avó teve uma intuição. Chamou o Dr. Sílvio Abreu Fialho. Este veio, fez todos os exames. Depois, desceu comigo. Conversamos na calçada do meu edifício. Ele foi muito delicado, teve muito tato. Mas disse tudo. Minha filha era cega.

Eis o que eu queria explicar a Marcelo: - depois de tudo que contei, o meu medo deixou de ter sentido. Posso subir numa mesa e anunciar de fronte alta: - "Sou um ex-covarde." É maravilhoso dizer tudo. Para mim, é de um ridículo abjeto ter medo das Esquerdas, ou do Poder Jovem, ou do Poder Velho ou de Mao Tsé-tung, ou de Guevara. Não trapaceio comigo, nem com os outros. Para ter coragem, precisei sofrer muito. Mas a tenho. E se há rapazes que, nas passeatas, carregam cartazes com a palavra "Muerte", já traindo a própria língua; e se outros seguem as instruções de Cuba; e se outros mais querem odiar, matar ou morrer em espanhol - posso chamá-los, sem nenhum medo, de "jovens canalhas".

RODRIGUES, Nélson. In A cabra vadia (novas confissões), Livraria Eldorado Editora S.A., Rio de Janeiro, s/data, págs. 7-10. À venda no Submarino.

Agradecimentos ao Bruno dos Santos, do Orkut.

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domingo, outubro 14, 2007

Blog recomendado: Foro de São Paulo, A Verdade

Foro de São Paulo, A Verdade

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domingo, setembro 23, 2007

Mais trechos da entrevista com Yuri Bezmenov

O dissidente russo, ex-funcionário da KGB, Yuri Bezmenov, é entrevistado por G. Edward Griffin (documentário "Soviet Subversion of the Free Press"-1984) e comenta a propaganda fabricada para fazer a União Soviética parecer bem sucedida, sua fuga para o Ocidente, os militares soviéticos e o interesse da KGB nos gurus indianos e suas doutrinas falsas com o objetivo de desmoralização do mundo livre.










Agradecimentos a Toth do Orkut pela indicação e a David Carvalho, pela tradução.

Ver também:
A corrupção moral da sociedade pelos marxistas - Parte 1
A corrupção moral da sociedade pelos marxistas - Parte 2
Marxistas, os idiotas úteis

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terça-feira, setembro 18, 2007

Texto recomendado: Como falar com um esquerdista

Trecho tirado do blog Causa Liberal:

Você já deve ter entrado em uma discussão ferrenha com um esquerdista, não é? Segue uma sugestão para “ Falar com um Esquerdista (se não tiver jeito)”

* Primeiro: nunca entregue o jogo no primeiro tempo. O esquerdista sempre vai falar: “Tá bom, Stalin era de esquerda e era horroroso, mas Hitler era de direita.” Era de direita uma pinóia! Eu sei que vai ser demorado explicar pro esquerdista que isso não é verdade, mas não entregue os pontos de cara. Se a discussão tiver que começar com o básico, que comece.

* Segundo: Nunca comece na defensiva. A não ser que você tenha feito parte do governo do PT, tenha roubado mais que em qualquer período da história republicana brasileira, esteja envolvido com acusações de assassinato, lavagem de dinheiro, remessa ilegal de dólares, financiamento ilícito de campanha ou ache qualquer uma dessas coisas práticas normais, quem precisa se defender são eles. Você não tem um monte de esqueleto para esconder no armário. Em resumo, não fique na defensiva, parta para o ataque de cara.

CONTINUA...

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terça-feira, setembro 04, 2007

A Hegemonia Petista explicada: Marxismo cultural anti-cristão

Texto baseado numa transcrição da palestra do Pe. Paulo Ricardo
(A transcrição não foi revisada pelo autor.)

MARXISMO CLÁSSICO VERSUS MARXISMO CULTURAL


O marxismo cultural faz questão de não ser identificado com o marxismo clássico.
O marxismo cultural não apenas é uma cultura anti-cristã, como também tenta ludibriar as pessoas fazendo passar idéias anti-cristãs como cristãs. Por exemplo, a idéia de paz mundial sem Cristo, simbolizada pelo logotipo da cruz invertida e com os braços quebrados.

A democracia precisa de uma base moral, de respeito mútuo onde possam conviver juntos a esquerda e a direita. Mas devido ao marxismo cultural, as coisas mudaram de tal maneira que o que antes era esquerda, virou centro; o que antes era a ultra-esquerda, virou a esquerda atual; e o que era direita, praticamente desapareceu do cenário político.

O manifesto comunista de Marx convocava os trabalhadores proletários de todo o mundo para que se unissem e se revoltassem contra os grandes proprietários. Sob esse perspectiva, Marx previa um grande conflito em toda a Europa em que os "trabalhadores oprimidos" atacariam os "patrões opressores" segundo os interesses de sua classe econômica.

Contudo, o conflito ocorreu mas não como fora previsto pelos marxistas. A Primeira Grande Guerra começou em 1914 e durou até 1919. O Kaiser alemão dizia "não há mais partidos, somos todos alemães" e trabalhadores se voltaram contra trabalhadores de outros países, cada um defendendo os "interesses de seus patrões".

Em 1917, a revolução bolchevique deu uma esperança aos marxistas, embora todas as outras tentativas de revolução comunista fracassaram.

Em 1919, a revolução Espartacista em Berlin, com Karl Liebknecht, Rosa Luxemburgo, Spartacus, fracassou.

Também em 1919, houve o governo do Soviete de Munich, cujo governo provisório não conseguiu atrair o apoio dos trabalhadores.

Na Hungria, o governo provisório de Bela Kun, do qual participava o filósofo Georg Lucács, também fracassou.

Na Itália houve a revolta sindicalista em Turim, que também fracassou.

Esses fracassos consistiram num grande problema teórico para o marxismo: por que a realidade não segue a teoria? Um cérebro normal rejeitaria a teoria se ela não é compatível com a realidade, mas o cérebro marxista não é normal: se a realidade não confirma a teoria, pior para a realidade!

Antonio Gramsci e Georg Lukács concluíram que teria sido a cultura ocidental que "alienara os proletários e os prevenia de lutarem contra os interesses das outras classes". A Rússia não era "ocidental" o suficiente e, na conclusão deles, por isso a revolução tinha dado certo lá.

A cultura ocidental é sustentada em 3 colunas: o direito romano, a filosofia grega e a moral judaico-cristã.

Para implantar o socialismo no Ocidente, eles concluíram que era preciso acabar com a moral judaico-cristã. Por isso é que o novo marxismo, o marxismo cultural, tem como objetivo destruir a moral judaico-cristã.

No entanto, isto criou um cisma no marxismo. No Ocidente, começou-se a lutar por uma outra espécie de marxismo diferente do marxismo ortodoxo que era praticado no Oriente, por trás da Cortina de Ferro.

O MARXISMO CULTURAL


Maurice Merleau-Ponty, um filósofo francês, cunhou a expressão "marxismo ocidental" para designar esse outro marxismo heterodoxo e herético aos olhos dos comunistas russos. Stalin odiava os comunistas do Ocidente por não aceitarem as ordens de Moscow apesar de também serem marxistas.

Vários filósofos e escritores famosos no Ocidente pertenceram a esse marxismo ocidental. Ernst Bloch (importante influência na revolução estudantil européia), Walter Benjamin, Jean Paul Sartre, Louis Althusser, Jürgen Habermas (que uma vez debateu com o então cardeal Ratzinger).

Em 1923, na Alemanha, foi realizada a Semana de Trabalho Marxista. Filósofos marxistas se reuniram para debater a crise da teoria marxista (por que a realidade não estava seguindo a teoria?) que vinha desde 1919. Nesse encontro, se destacaram Felix Weil e Georg Lukács. Felix Weil vinha de uma família rica e gastou o dinheiro do pai criando e sustentando financeiramente o Instituto Para a Pesquisa Social em Frankfurt em 1924: a famosa Escola de Frankfurt.

Esse grupo tinha como intenção inicial usar o nome "Instituto Marx-Engels", espelhando o instituto de mesmo nome em Moscow, mas decidiram que no Ocidente eles teriam maior vantagem em não se identificar como marxistas. Esse instituto editou o primeiro volume da Edição Geral das Obras de Marx e Engels (MEGA - Marx-Engels-Gesamtausgabe) simultaneamente ao instituto de Moscow.

Esses jovens ricos estudavam a sociedade alemã para descobrir como funcionava o pensamento ocidental e descobrir como destruí-lo. Com a ascenção de Hitler ao poder e sua perseguição aos judeus e aos marxistas, eles fugiram para os Estados Unidos.

Uma das principais características dos marxistas culturais é que eles não querem saber de luta armada, mas querem ocupar espaços para pregar suas doutrinas em universidades, na mídia, nas igrejas ou em qualquer lugar onde haja discurso.

Vários destes pensadores, sem se identificarem como marxistas, se infiltraram e conseguiram lecionar em universidades americanas. Deles, merecem destaque Teodor Adorno, Herbert Marcuse e Max Horkheimer, que foram lecionar na Universidade de Columbia, em Nova York. Horkheimer e Adorno voltaram à Europa depois do fim da Segunda Guerra Mundial e fizeram muitos discípulos. Marcuse trabalhou para a CIA (então chamada de OSS) em projetos de propaganda anti-nazista e depois mudou-se para a Califórnia. Na época em que explodiu a revolução estudantil de 1968, ele lecionava na Universidade de San Diego.

Marcuse influenciou enormemente a cultura do Ocidente, mudando o pensamento marxista ocidental para uma espécie de casamento intelectual entre Marx e Freud. Os marxistas queriam uma revolução e para isso precisavam de gente revoltada. A revolta dos trabalhadores, explorada pelo marxismo clássico, era comprovadamente insuficiente. Era preciso encontrar mais gente revoltada. Marcuse descobriu a juventude e as pessoas reprimidas sexualmente.

O discurso então se tornou: "a sociedade capitalista" - isto é, ocidental - "é uma sociedade repressora. Ela oprime as pessoas, reprimindo-as sexualmente. Você não pode exercer sua sexualidade livremente. Revolte-se!" Eles queriam acabar com a moral cristã mas não confessavam suas intenções.

A pregação marxista passou a defender a liberação da sexualidade, aborto, homossexualismo e divórcio, chamando o casamento monogâmico de "moral burguesa" (codinome para moral cristã).

Erich Fromm, Cornelius Castoriadis (teve papel na revolução estudantil em Paris), Michel Foucault (uma das primeiras vítimas da AIDS por ser drogado e homossexual bastante promíscuo) e Herbert Marcuse foram as maiores influências nas universidades. Quando a revolução estudantil de 1968 eclodiu, Marcuse, Foucault, Castoriadis e outros estavam em Paris insuflando os estudantes.

Em Hollywood, os marxistas também trabalhavam para acabar com a "moral burguesa". Vinte e poucos deles foram denunciados pelo senador Joseph McCarthy mas ele acabou sendo vítima do patrulhamento ideológico.

Depois da queda do muro de Berlin, o Código Venona foi descoberto nos arquivos da KGB e foi revelado que haviam não apenas vinte, mas mais de cem marxistas trabalhando em Hollywood sob ordens da KGB. O livro "Venona Code" explica esses fatos históricos em detalhes.

Em 1955, Marcuse escreveu "Eros e Civilização", livro muito divulgado nas universidades e que se tornou a "bíblia" da revolução Hippie. Segundo seu discurso, a sociedade capitalista gera a guerra e a repressão sexual, portanto, "faça amor, não faça guerra".

"Paz e amor, bicho!" Para ter coragem de des-reprimir, os jovens, que ainda foram criados em famílias cristãs, precisaram tomar drogas para conseguirem praticar perversões sexuais (a "liberação sexual"). Com isso veio Woodstock e o protesto contra a guerra do Vietnã. Os jovens e os transviados serviriam como combustível para o motor da nova revolução marxista.

NO BRASIL...


Em 1964, o Brasil era um país muito conservador, com uma sociedade capaz de realizar a Marcha da Família com Deus pela Liberdade em protesto contra a iminente revolução de João Goulart, que colocara o país rumo à uma ditadura comunista no estilo cubano.

Com a doutrinação através das novelas da Rede Globo - entre várias outras ocupações de espaços na mídia - isso mudou. Haviam muitos comunistas trabalhando nas Organizações Globo e outros órgãos da grande mídia brasileira. Roberto Marinho reagia contra o regime militar e protegia os comunistas da Globo: "Dos meus comunistas cuido eu." Deles, os mais notáveis - Dias Gomes e Janete Clair - dominaram a década de 70 com suas novelas.

Na biografia de Dias Gomes, "Apenas Um Subversivo" (à venda no Submarino), ele conta que pregou o divórcio - era tabu naquela época - na sua novela "Verão Vermelho" (1970). Na sua segunda novela, "Assim na Terra como no Céu" (1970), ele atacou o celibato clerical. Na novela "Roque Santeiro", em 1975 (mas que foi impedida pelo governo militar), ele atacou o Cristianismo.

Em "Roque Santeiro", o padre Albano (da teologia de libertação) e o padre Hipólito (supostamente conservador) discutem diante da estátua do Roque Santeiro, que havia morrido e se tornado mártir. Sob o protesto de padre Albano, o padre Hipólito vendia santinhos do Roque Santeiro e tentava encobrir o fato de que Roque Santeiro não havia morrido. Esta era a mensagem de Dias Gomes, traduzida: "O Cristianismo cria falsos mitos e é necessário denunciar esses mitos para impedí-los de se aproveitarem do povo."

O governo militar não tinha idéia do marxismo cultural. Mandavam revistar a casa de Dias Gomes em busca de armas e livros ensinando guerrilha e não encontravam nada. Só foram descobrir algo quando, sob escuta telefônica, Dias Gomes explicou o suas intenções ao amigo Nelson Werneck Sodré: "Mas a Censura vai deixar passar?" "... Assim passa. Esses militares são muito burros!" Essa conversa foi descrita no livro de Artur Xexéo, "Janete Clair, a Usineira de Sonhos". Assim que o governo soube da mutreta, a Censura baniu "Roque Santeiro" e justificou: "A novela contém ofensa à moral, à ordem pública e aos bons costumes, bem como achincalhe à Igreja".

O general Golbery do Couto e Silva, com sua "teoria da panela de pressão", foi um dos maiores responsáveis pelas desgraças que acontecem nas universidades brasileiras. "Toda panela de pressão deve ter uma válvula." A válvula que ele deu de bandeja para os marxistas foram as universidades.

Embora houvessem agentes do governo militar assistindo as aulas dos marxistas nas universidades, estes podiam pregar tudo, desde que não tocassem em assunto de luta armada e reforma agrária. Eles tiveram toda a liberdade para falar de aborto, divórcio, sexo livre pois isso não era identificado como marxismo. Hoje as universidades estão completamente desmontadas em termos de cultura cristã, se tornando máquinas anti-cristãs disfarçadas, acusando os conservadores e denunciando sua "moral burguesa" (cristã) e seu "pensamento retrógrado" (cristão).

O politicamente correto é obra marxista. Ele foi criado por eles para tentar convencer as pessoas de que as convicções morais cristãs seriam viciadas e de que seria necessário tornar todo mundo igual.

No 7 de Setembro, uma data que deveria ser de comemoração de patriotismo, a CNBB, parte da igreja brasileira dominada pela Teologia da Libertação, criou o "Grito dos Excluídos". Os "excluídos" são uma categoria criada por Pierre Bourdieu para perpetuar a idéia do conflito de classes.

Em Ibiúna, em 1968, foi realizado um congresso da UNE, sob a liderança dos atuais políticos de esquerda que estão no governo e na oposição. Os marxistas Aldo Rebelo (PC do B), José Serra (PSDB) e José Dirceu (PT), todos eles dos partidos em atual hegemonia, estavam nesse congresso.

No Brasil atual, dominado por este marxismo cultural, praticamente só existem partidos de esquerda. Todos eles tentam impôr e favorecer a sexualidade promíscua, o aborto e o homossexualismo, bem como o conflito racial e a histeria ecológica.

O PT chama o PSDB de direita, mas o PSDB não é direita. Ele está à direita do PT mas ainda é de esquerda. O PSOL acusa o PT e o governo Lula de não serem mais de esquerda, mas isso significa apenas que o PSOL está ainda mais à esquerda do que o PT.

A direita brasileira já não existe mais sob a forma de partidos, mas como os marxistas precisam de um inimigo imaginário, por isso usam o DEM - o antigo PFL, um partido criado para se opor ao regime militar e que foi tomado por oportunistas - como espantalho e saco de pancadas, um partido de oposição medíocre, subserviente e facilmente manipulável.

Essa hegemonia esquerdista é mantida em grande parte graças ao patrulhamento ideológico.

Se alguém ousar denunciar as trapaças dos marxistas, eles usam a tática proposta por Lênin: cair em cima da vítima coletivamente, fazendo inúmeras acusações.

"Você é agente da CIA, você é burguês, você é da elite branca, você é homofóbico, você é um louco" - todas as acusações e calúnias possíveis e imagináveis são usadas tendo como objetivo intimidar as demais pessoas para que elas não ousem concordar com quem denunciou as trapaças dos marxistas culturais.


A meta é fazer com que os outros tenham medo e pensem duas vezes antes de falar ou denunciar as mesmas coisas - esse é o patrulhamento ideológico.




Ver também:
O figurino de Dona Marta

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sábado, agosto 18, 2007

Campanhas contra os blogueiros conservadores

O Estadão encomendou um anúncio que comparou os blogueiros a um macaco adestrado que publica artigos na Internet (abaixo). Implícita está a suposição de que os repórteres daquele jornal seriam capazes de produzir artigos melhores.


Não falta muito para ser desatada uma campanha contra os blogs que fazem oposição ao apedeutismo petista. Os figurões da grande mídia filo-petista já estão se sentindo incomodados (palavras de um deles: "Um blogueiro da extrema-direita chegou a comparar o episódio com o da entrega de Olga Benário, por Getúlio Vargas, à Gestapo de Hitler", se referindo à deportação dos cubanos para a ilha-cárcere de Fidel).

Repórteres petistas


Jornalista na Grande Mídia



Imprensa petista versus blogueiros conservadores


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sexta-feira, agosto 10, 2007

Petistas estão querendo a cabeça do presidente da Philips

As elites da esquerda estão organizando boicotes contra a Philips porque o presidente da Philips no Brasil encabeçou o protesto contra o Lula. Estão até enviando emails à matriz internacional da Philips pedindo para demitirem o executivo brasileiro.

Agora é assim: a submissão ao petismo tem que ser total senão vão fazer boicote e mandar email para atacar o meio de sustento alheio. A militância da patifaria.

João Dória Jr.
João Dória Jr.
Paulo Zottolo, presidente de uma das multinacionais mais conceituadas no país, esteve à frente do movimento "Cansei", e a Philips do Brasil publicou anúncios em vários jornais no dia 27 de julho, manifestando seu apoio ao "Cansei"

Em entrevista à Folha de SP, Zottolo explica que sua participação na campanha começou com um telefonema indignado do irmão da cantora Ivete Sangalo sobre a situação no país, e a partir daí, a campanha surgiu e cresceu naturalmente, depois de vários encontros e telefonemas tendo Zottolo e o empresário João Dória Junior como articuladores.

Abaixo, a entrevista de Paulo Zottolo:

Paulo Zottolo
Paulo Zottolo
ENTREVISTA PAULO ZOTTOLO

Guilherme Barros, Folha de São Paulo (02/08/07)

Ricos não são menos brasileiros que pobres, diz o líder do "Cansei". Empresário afirma que não é menos brasileiro por ter dinheiro e nega que movimento pretenda depor o governo Lula.

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No dia 27, a Philips do Brasil publicou anúncio nos principais jornais manifestando seu apoio ao "Cansei". A carta da Philips foi alvo de muitas críticas, inclusive do governo. O presidente da Philips, Paulo Zottolo, 51, nega que o movimento tenha qualquer motivação política ou que vise derrubar o governo -e sugere que o presidente Lula se engaje no movimento.

"Eu posso ter minhas diferenças com o PT, isso é uma coisa, mas o que eu não concordo é achar que qualquer movimento que se faça de cidadania neste país ou é de oposição ou é de elite", diz Zottolo. Ele afirma que vai continuar a apoiar o movimento, apesar das críticas. "Não preciso me sentir culpado porque sou rico", afirma.

FOLHA - Como nasceu o "Cansei"?
PAULO ZOTTOLO - O Jesus Sangalo me ligou dizendo-se indignado com a situação no país e me perguntou se poderia contar com o meu apoio na criação de um movimento de indignação contra isso. Eu indiquei o João Dória Jr, que seria a melhor pessoa para canalizar o movimento. O João Dória me ligou logo depois de ter conversado com o Jesus: "O cara está bravo". Eu disse para o João Dória que o melhor era segurar o cara porque ele estava querendo fazer um movimento que não seria benéfico para ninguém. Dória marcou então uma reunião.

FOLHA - O que foi decidido?
ZOTTOLO - O João Dória disse, na reunião, que esse movimento não poderia ser partidário.

FOLHA - Mas ele apoiou Alckmin.
ZOTTOLO - O que eu estou contando foi o que aconteceu. Ele disse que não poderia ser um movimento político nem um movimento para derrubar presidente ou para provocar o impeachment, o que tinha de ser é um movimento de indignação. Assim começou a história. Nessa reunião eu também dei a idéia de trazer a África [do Nizan Guanaes] para nos ajudar.

FOLHA - O sr. procurou o Nizan?
ZOTTOLO - Nizan estava em férias, eu falei com o Sérgio Gordilho. E ele disse que não poderia ajudar como África, mas sim como amigo. Fizemos uma nova reunião para elaborarmos a campanha e eu dei a idéia de darmos o nome de "Cansei" ao movimento. Todos gostaram.
Para a campanha ter realmente uma razão apartidária, os cansamos têm que ser de atitudes que não são ligadas ao governo, mas ligadas a nós mesmos. Se você pegar a campanha vai ver que os primeiros cartazes são de "cansamos de empresários corruptores", "cansamos de balas perdidas". Não é uma campanha que diz cansei de governo ou coisa parecida. Achamos que não deveria ser liderada por mim ou pelo João Dória, e consultamos a OAB, que se engajou.

FOLHA - Qual é o mote?
ZOTTOLO - O marasmo hoje é do cidadão brasileiro, não é do governo. Como cidadão brasileiro nós estamos aceitando uma tragédia atrás da outra e paramos de nos indignar. E por que paramos de nos indignar? Por que nós como brasileiros não ligamos para o próximo? Não é isso. É porque a sucessão de tragédias é tão grande que você passa de uma indignação para outra. Você passa do dólar na cueca para o buraco do metrô, para o acidente com o avião da Gol, para o acidente com outro avião, para uma notícia que você está voando no espaço aéreo com um buraco negro e que você pode bater com contrabandista, com bala na favela, com garoto sendo arrastado no cinto de segurança de um carro no Rio... Portanto, "Cansei".

FOLHA - O movimento vai apresentar alguma proposta?
ZOTTOLO - Se tivesse proposta seria um movimento partidário. Como não é partidário não pode ter proposta. Para mim, o "Cansei" é um convite à meditação. Isso é uma ajuda que o povo brasileiro deve dar ao governo. Eu quero que o governo se dê bem, não quero que o governo se dê mal. Eu posso ter minhas diferenças com o PT, isso é uma coisa.
Eu posso não concordar com as atitudes do PT, mas o que eu não concordo é achar que qualquer movimento que se faça de cidadania neste país ou é de oposição ou é de elite. Este país tem que parar de ser visto como país: precisa ser visto como nação. Qualquer situação, qualquer movimento, qualquer opinião rapidamente é dividido entre a elite e os pobres. Para se tornar uma nação, o objetivo tem de ser comum.

É esse tipo de reflexão que esse movimento "Cansei" deveria estar fazendo. Quando eu emito uma opinião dizendo "cansei de empresário corruptor" ou "cansei de bala perdida", não quero ser visto como elite branca ou elite branca de Campos do Jordão. Para que isso? Para que essa ofensa toda? Eu quero ser visto como brasileiro que chegou lá. Não preciso me sentir culpado porque eu sou rico. Não roubei ninguém.

Não sei por que ainda se mantém essa distância entre a classe trabalhadora e a classe empresarial, como se fôssemos inimigos, e não somos. Essa é a diferença entre país e nação. O "Cansei" deveria ser um motivo de reflexão para tudo isso.

FOLHA - O que acha dessa reação tão inflamada do governo Lula?
ZOTTOLO - Porque ele acha que é uma coisa partidária. Porque neste país, e não nesta nação ainda, qualquer coisa é vista como partidária, é vista como um movimento de alguns segmentos, e não é. É um movimento puramente nacional. O governo tem que aderir ao movimento. O presidente Lula deveria unir forças, e não dividir cada um para um lado.

FOLHA - O que acha da crítica de que esse movimento está sendo feito por endinheirados?
ZOTTOLO - É uma situação para reflexão. Todo mundo tem o direito de se manifestar.

FOLHA - Qual a responsabilidade do governo para essa situação?
ZOTTOLO - Eu não acho que a situação do Brasil esteja assim por causa do governo do PT. O Brasil está mal por várias outras histórias. Eu não sou petista, mas tem várias atitudes do PT que eu aplaudo, como tem outras que eu absolutamente não aplaudo, como tem várias atitudes do PSDB como oposição que eu rejeito, como outras eu aplaudo. O que eu não aplaudo mais é a oposição. A oposição neste país é destrutiva. A oposição que o PT fez ao governo do PSDB atrapalhou o país. A oposição que os partidos de oposição fazem hoje ao governo atrapalha o país. No final, como nação, o objetivo é um só.

Não existe mais pauta de direita ou de esquerda, não existe mais pauta de elite ou pauta dos pobres, o que existe são alguns movimentos que são comuns que têm que ser realizados por qualquer partido, só que quando um está no poder o outro atrapalha sabendo o que é necessário. A oposição, seja no momento atual ou na época do PT, não pensa no Brasil, e sim no poder. Isso atrasa o país. Nós temos que virar nação.

FOLHA - Apesar disso tudo, os números da economia são positivos.
ZOTTOLO - Os números da economia estão bons, mas não sei se mede-se um país pelos números da economia. Eu tenho salários aqui que são 100 vezes maiores do que qualquer pai dessas famílias ali [e ele aponta para a parede em frente a sua mesa onde estão dispostas 16 molduras em preto e branco com cenas de favelas em diversas cidades brasileiras].

Por que eu mantenho esse quadro? Para toda hora eu estar pensando na realidade que é o meu país. Para não viver num mundo cor-de-rosa de sair daqui, pegar um helicóptero, pegar o meu motorista de carro blindado e andar no meu iate [ele tem um barco a vela]. Isso [as fotos na parede] é a realidade do meu país. Se a economia vai bem e isso continua existindo, o país não vai bem. O que mais me toca nessas fotos é que pela pior situação que essas pessoas vivem todas elas tem um ar de otimismo e de alegria. O grande mérito do PT foi não ter mexido muito na economia, de não ter inventado muita novidade. Nesse ponto, o Lula teve uma cabeça fabulosa.

Sabe por quê? E ninguém está pensando nesse assunto. As pessoas discutem o conceito de esquerda-direita, de rico-pobre, mas se esquecem que o Lula está cercado da elite. O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, é o quê? Ele faz parte da elite ou dos movimentos populares? O senhor Mercadante faz parte da elite ou dos movimentos populares? Marta Suplicy veio de onde? Agora, para que essa divisão? Para mim, são brasileiros que estão trabalhando. Se um tem dinheiro a mais ou tem dinheiro a menos, não lhe dá mais ou menos direito de ser brasileiro. Ou será que quanto mais pobre eu for mais brasileiro eu sou?

FOLHA - O "Cansei" vai continuar?
ZOTTOLO - Vou continuar até a hora em que perceber que virou uma coisa partidária. A Philips está nisso desde que movimento seja apartidário. Não estou aqui para derrubar o governo. Mas se eu puder usar a força da Philips e a minha força para derrubar esses conceitos de direita-esquerda, pobre-rico, de elite branca, de elite de campos de Jordão, de movimento Oscar Freire, vou usar. Pelo amor de Deus, nós já passamos por esta fase. O pior é que eu nunca passeei na Oscar Freire.

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Entrevista com os organizadores do Fora Lula

Quem tem menos idade está com 21. Quem tem mais, 58. Um é professor secundarista. Outro é engenheiro. Há um aposentado. Alguns são representantes comerciais. Mais os arquitetos, os microempresários, os artistas, um videomaker, os estudantes. Estas 15 pessoas fizeram parte do núcleo que organizou, no sábado, a vitoriosa passeata “Fora Lula”, em São Paulo, e que inspirou o movimento em outras capitais.

Eles se conheceram na Internet. Ali nasceu a passeata de protesto. Ontem, levaram um absurdo puxão de orelha de Jô Soares, que os acusou de não entender o que é democracia. Entendem, sim. E muito. Jô é que não entendeu o movimento e resolveu repetir o diagnóstico defensivo do petismo.

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sexta-feira, agosto 03, 2007

Você é a favor da democracia?

Você é a favor da democracia ou é um golpista?
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O golpismo na mídia

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