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- Pq. esquerdistas odeiam Rocky Balboa? - Marxismo cultural anti-Cristão - Entrevista c/ Yuri Bezmenov - Para ler o Pato Donald - Bertrand De Jouvenel terça-feira, outubro 19, 2010Por que dizem que o PT é um partido ultra-abortista?Desde décadas, os políticos do PT apresentaram inúmeras propostas legalizando o aborto, conforme abaixo:PL 20/1991, de Eduardo Jorge e Sandra Starling, obrigando o SUS a fazer exatamente o que o ministro Serra autorizou através da norma técnica. PL 1104/1991, do Eduardo Jorge, dando folga para a funcionária que tirar um dia de trabalho para fazer aborto PL 1135/1991, de Eduardo Jorge e Sandra Starling, querendo apagar o artigo do Código Penal que considera crime uma mãe matar sua criança por conta própria PL 1174/1991, do Eduardo Jorge, que tenta reescrever o artigo do Código Penal aumentando os casos em que o aborto não seria punido e liberando a mãe para matar seu filho(a) por conta própria PL 2023/1991, do Eduardo Jorge, permitindo aborto em caso de mãe contaminada com HIV PL 176/1995, do José Genoíno, pela liberação total do aborto (ele já havia apresentado vários outros PLs abortistas antes de 2001) PL 1956/1996, da Marta Suplicy, a favor do aborto para eugenia PL 605/1999, do Professor Luizinho, ditando que os policiais deveriam fazer propaganda do aborto para as vítimas de estupro - virou a PLC 18/2001, que foi sustada graças ao senador Pedro Simon PL 660/2007, da Cida Diogo (a que criou caso com o Clodovil e fez aquela palhaçada em pleno Congresso), tentando liberar o aborto eugênico. PL 4403/2004, da Jandira Feghali que é do PCdoB, mas que a Cida Diogo do PT quis desarquivar PL 4304/2004, do Eduardo Valverde, novamente tentando remover as penalidades contra o aborto PL 21/2003, do Roberto Gouveia, querendo apagar o artigo do Código Penal que considera crime uma mãe matar sua criança TOTAL: 12 projetos de lei abortistas vindos do PT Os dois únicos grandes projetos contra o aborto por alguém do PT foram: PL 478/2007, iniciativa individual do Luiz Bassuma, estabelecendo o Estatuto do Nascituro. PDC-42/2007, iniciativa individual do Henrique Afonso, tentando suspender a norma técnica aprovada pelo Serra e que o PT havia exigido através da PL 20/1991. Por causa disso, Bassuma e Afonso foram escorraçados do PT. A grande mídia agora sempre que se refere à campanha do PT em relação ao aborto, usa expressões como "a suposição de que Dilma Rousseff seria a favor do aborto". Mas como assim suposição? No vídeo abaixo dá para ver claramente o que essa candidata disse: http://www.youtube.com/watch?v=iTLSuMOt Dilma: "Eu acho que tem que haver discriminalização do aborto. Hoje, no Brasil, é um absurdo que não haja a discriminalização..." Em entrevista à revista Marie Claire, de abril de 2009, Dilma Rousseff novamente disse ser a favor do aborto: Marie Claire: Uma das bandeiras da Marie Claire é defender a legalização do aborto. Fizemos uma pesquisa com leitoras e 60% delas se posicionaram favoravelmente, mesmo o aborto não sendo uma escolha fácil. O que a senhora pensa sobre isso? Dilma Rousseff: Abortar não é fácil pra mulher alguma. Duvido que alguém se sinta confortável em fazer um aborto. Agora, isso não pode ser justificativa para que não haja a legalização. O aborto é uma questão de saúde pública. Conforme as resoluções do III Congresso do partido, o PT defende o aborto para todos os casos: "...defesa da autodeterminação das mulheres, da discriminalização do aborto e regulamentação do atendimento à todos os casos no serviço público evitando assim a gravidez não desejada...". Em 1990, Lula disputava contra o Collor e uma ex-namorada do Lula, a Míriam Cordeiro, apareceu dizendo que o Lula havia oferecido dinheiro para abortar sua filha Lurian. A mãe de Lurian se recusou, teve sua filha e depois apresentou ao Lula dizendo: "Toma e mata." Por isso tudo é que o PT é considerado ultra-abortista. Marcadores: aborto, democracia, liberdade, politicamente correto postado por Fernando às 10:28 PM Tweet sábado, março 28, 200930 perguntas e respostas acerca da defesa da vidaDificilmente as alegações dos abortistas e proponentes da eutanásia/eugenia atingem nível intelectual, mas de qualquer forma, eis alguns argumentos para usar no caso de alguem querer propôr ou justificar "cientifica ou filosoficamente" o assassinato de crianças no útero, dos deficientes e dos idosos.1) O que significa a defesa da vida e por que eu deveria me importar com isso? ----------------------- O princípio fundamental do movimento em defesa da vida é que todos os seres humanos, em especial as crianças em gestação, merecem viver e não podem ser mortos para a conveniência de outras pessoas ou para exploração comercial (cosméticos, embriões congelados, pesquisas com células-tronco, economia das verbas de saúde, etc.). Isso vai além de dizer que deveríamos evitar o aborto ou se certificar de que os progenitores deram consentimento para uso do embrião. Queremos dizer que os nascituros têm o *direito* à vida no útero como qualquer outro ser humano possui esse direito fora dele. O mesmo vale para os deficientes e pacientes terminais. A negação desse direito para os nascituros, doentes e deficientes baseada em seu estágio de desenvolvimento ou grau de incapacidade física ou mental deveria ser chamada de darwinismo ou eugenia, já que propõe que seres humanos sejam descartados por serem supostamente inferiores ou incapazes. A seguir algumas citações que confirmam o darwinismo como proposta eugênica de eliminação de seres humanos: "Entre os selvagens, os fracos de corpo e mente são logo eliminados. Nós, civilizados, fazemos o possível para evitar essa eliminação; construímos asilos para os imbecis, os aleijados, os doentes; instituímos leis para proteger os pobres... Isso é altamente prejudicial à raça humana." "No futuro, não muito longínquo, se medido em termos de séculos, num determinado ponto as raças humanas civilizadas terão exterminado e substituído quase por completo as raças selvagens em todo o mundo." O título completo do famoso livro de Darwin, que os abortistas fazem questão de omitir, era "On the Origin of Species by Means of Natural Selection, or the Preservation of Favoured Races in the Struggle for Life", livro que foi sucesso de vendas na Alemanha logo antes da ascensão do nazismo. Os defensores da vida tentam estender o círculo social de respeito e compaixão para os membros indefesos da nossa própria espécie, incluindo os nascituros, os quais também são capazes de sentir dor e medo. Quando tentamos fazer isso, vários de nós chegam à conclusão de que não podemos apoiar o aborto e a eutanásia. Quaisquer áreas de discordância em potencial não desmentem os princípios que unem os defensores da vida: compaixão e preocupação com a dor e o sofrimento dos humanos indefesos e responsabilidade perante Deus. Um dos principais objetivos desta pequena lista de perguntas e respostas é endereçar algumas "justificativas" comuns que surgem quando o assunto é aborto. Tais "justificativas" ajudam a despistar algumas consciências, mas esta lista tenta mostrar que elas não servem como desculpa para o assassinato de crianças no útero, de deficientes ou doentes terminais. ----------------------- 2) O que exatamente são direitos e que direitos podemos dar aos nascituros? ----------------------- Há uma interpretação bem clara de "direitos" que é plausível e nos permite evitar controvérsias e artifícios e desvios de retórica (erística). Um "direito" é a conseqüência de um imperativo moral. Se devemos nos abster de executar um ato em relação a um ser, então esse ser tem o "direito" de que o ato não seja executado sobre ele. Por exemplo, se nossa consciência nos diz que não devemos assassinar o próximo, então o próximo tem o direito de não ser assassinado. Essa interpretação de direitos é, de fato, intuitiva e a maioria das pessoas podem entender e concordar prontamente com ela. ----------------------- 3) Esses grupos de defesa da vida não são hipócritas de clamar direitos para os nascituros e serem contra os direitos dos homossexuais, minorias e pobres? ----------------------- Os argumentos hipócritas são usados de várias maneiras. A maneira mais comum é a que segue: "É hipocrisia clamar direitos para um feto mas não para um criminoso condenado à morte (ou direitos para homossexuais, minorias, pobres, etc), portanto, fetos não devem ter direitos." Um argumento falacioso assim não necessita muita análise para ver como ele é completamente inválido. Primeiro, alguém pode dizer que a proposta A (nascituros têm direito à vida) implica que a proposta B (criminosos têm direito à vida) é verdadeira. Se uma pessoa propõe A e não propõe B, mesmo se essa pessoa pudesse ser considerada hipócrita, isso não torna a proposta A necessariamente falsa. O que esse argumento tenta fazer é questionar a credibilidade da pessoa, mas não assegura nada quanto à validade da proposta A. Segundo, a alegação de hipocrisia é frequentemente infundada. No exemplo acima, há base para se distinguir fetos e criminosos (culpados condenados à morte não têm sua vida terminada por mera conveniência como é o caso dos fetos inocentes), então a acusação de hipocrisia é infundada. Finalmente, a acusação de hipocrisia pode ser reduzida na maioria dos casos ao simples darwinismo. Por exemplo, a dita frase pode ser reescrita assim: "É hipocrisia clamar pelos direitos de um deficiente físico mas negá-los a um criminoso, portanto, deficientes físicos não possuem direitos." ----------------------- 4) Que direito têm os defensores da vida de impôr suas crenças nos outros? ----------------------- Há uma diferença grande entre imposição de um ponto de vista e meramente fazer propaganda dele. Pessoas que apóiam a vida certamente não estão impondo suas opiniões no mesmo sentido que, digamos, a Inquisição Espanhola impôs sua visão de mundo. Nós, contudo, sentimos o dever moral de apresentar nossas idéias ao público, e frequentemente aos nossos amigos e conhecidos. Há grandes precedentes para isso: protestos contra a escravidão, protestos contra guerras, condenação do racismo, etc. Algumas pessoas podem ainda notar que a imposição mais grave é a do abortista ou proponente da eutanásia sobre suas vítimas inocentes e indefesas. "Se a liberdade existe, ela significa o direito de dizer às pessoas o que elas não querem ouvir." - George Orwell (escritor) "Eu nunca infernizo as pessoas. Eu só digo a elas a verdade e elas acham que as estou infernizando." - Harry S. Truman (trigésimo-terceiro presidente americano) ----------------------- 5) Os direitos das crianças no útero não seriam apenas mais uma bobagem Cristã? ----------------------- É ridículo achar que uma idéia possa ser invalidada apenas rotulando-a de "bobagem Cristã". ----------------------- 6) Dar direitos aos nascituros não significa diminuir o direito das mulheres? ----------------------- Todas as mulheres já foram nascituras, portanto os direitos das crianças no útero são direitos das futuras mulheres. Na China, o aborto é legalizado e forçado pelo Estado e as meninas são as maiores vítimas de aborto. De acordo com as estatísticas do próprio governo comunista em 2004, nascem 117 meninos para cada 100 meninas que escapam do aborto. ----------------------- 7) Hitler não era de direita e, portanto, contra o aborto? ----------------------- Isso é o mesmo que dizer que Hitler era pró-Judeu e, portanto, nem sequer pode ser levado à sério. Embora Hitler encorajasse as mulheres "arianas" a terem muitos filhos, quando os nazistas chegaram ao poder em 1933, uma das primeiras medidas de Hitler foi legalizar o aborto. Em 1935, a Alemanha fazia 500 mil abortos por ano com uma população de 65 milhões. O aborto também foi adotado com a expressa finalidade de redução das populações "indesejáveis" em todos os territórios ocupados pelos nazistas e Hitler disse que executaria pessoalmente qualquer um que se opusesse ao aborto. O aborto sempre esteve intimamente associado ao nazismo e sua eugenia racista e, de fato, a mentalidade que defende ambas as idéias é a mesma. O aborto tem como vítimas um número desproporcional de minorias e desfavorecidos, especialmente as crianças negras no Ocidente e as meninas na Ásia. Margaret Sanger, a fundadora da organização abortista atualmente conhecida como Planned Parenthood, era uma proponente da eugenia forçada, segregação racial, aborto, imoralidade sexual e controle de natalidade. Algumas citações de sua autoria: "O controle de natalidade deve nos levar finalmente à uma raça mais limpa." "Deveríamos contratar 3 ou 4 ministros de côr, preferivelmente com formação em serviço social e personalidades atraentes. A abordagem educacional mais bem sucedida com os negros é através do apelo religioso. Nós não queremos que saibam que nós queremos exterminar a população negra." "A esterilização eugênica é uma necessidade urgente... Devemos prevenir a multiplicação dessa gente ruim." "A Eugenia é... o caminho mais adequado e direto para a solução dos problemas raciais, políticos e sociais." "O próprio controle de natalidade, frequentemente denunciado como violação da lei natural, não é nada mais do que uma facilitação do processo de eliminação dos inaptos, da prevenção do nascimento de defeituosos ou daqueles que se tornarão defeituosos." "O desequilíbrio entre a taxa de natalidade dos inaptos e os aptos é a maior ameaça atual à civilização... o problema mais urgente hoje é como limitar e desencorajar a hiper-fertilidade dos mentalmente e fisicamente defeituosos." "A campanha pelo controle de natalidade não tem meramente valor eugênico, mas é praticamente idêntico aos objetivos finais da Eugenia." "Nosso fracasso em segregar os imbecis que estão aumentando e multiplicando... um peso morto de escória humana... uma classe de seres humanos incessantemente crescente, que jamais deveriam ter nascido." Essas foram apenas algumas palavras da maior figura do abortismo, racismo, eugenia e controle de natalidade, Margaret Sanger, fundadora da organização milionária Planned Parenthood. Nos Estados Unidos, os negros são 12% da população mas, absurdamente, 37% dos bebês abortados são negros. Uma a cada duas gestantes negras aborta sua criança sob o incentivo da organização abortiva-racista Planned Parenthood. O aborto contra crianças negras chega ao ponto de o reverendo Clenard Childress afirmar que "o lugar mais perigoso para um negro é no útero de sua mãe negra." ----------------------- 8) As ditaduras direitistas e os facistas (militares, Pinochet, Franco, Mussolini) não eram contra o aborto? ----------------------- O problema com esse argumento é simples: pessoas ruins e pessoas boas podem ambas acreditarem em coisas verdadeiras e corretas. Ou em outras palavras, só porque uma pessoa fez uma coisa errada (Fascismo, ditadura), isso não significa que todas as suas crenças sejam erradas. Alguns poucos exemplos são suficientes para demonstrar isso. Os nazistas adotaram campanhas contra o cigarro. Por causa disso, deveríamos incentivar o tabagismo? Pensadores em épocas antigas rejeitavam a idéia de libertação dos escravos e o fim da discriminação dos negros. Por acaso, isso significa que eles estavam errados em respeitar e conceder liberdade para outros grupos? Tecnicamente, esse argumento é classificado como sofisma "ignoratio elenchus", ou seja, argumentação a partir de pontos irrelevantes. ----------------------- 9) Não existe certo ou errado com relação à moral de cada um; eu tenho a minha e você tem a sua, ok? ----------------------- Essa postura, conhecida como relativismo moral, é bem antiga e tem sido moda desde a virada do século XX, quando os relatos dos costumes de sociedades de outras regiões chegaram à Europa. Segundo esse relativismo, as proposições morais não são mais que declarações de uma opinião pessoal e, portanto, não teriam valor absoluto. O principal problema com essa idéia é que os relativistas não têm como denunciar práticas execráveis como o racismo. Com que base eles vão condenar (se é que condenam) as idéias de Hitler de pureza racial? Será que deveríamos acreditar que ele estava falando uma verdade moral quando advogava a Solução Final? Além da incapacidade de rejeitar como erradas as práticas de outras sociedades, os relativistas não podem contra-argumentar nem mesmo com aqueles que participam da mesma sociedade. Eles não podem repreender nem mesmo alguém que, por exemplo, se propuser a fabricar ração canina com carne humana vinda de pessoas mantidas em cativeiro, se esse alguém achar que isso seja moralmente justificável. De fato, os relativistas não podem adotar o conceito de progresso moral da sociedade, já que eles não têm uma base para julgar o progresso moral. Nem mesmo faria sentido perguntar a um relativista moral sua opinião com relação a questões morais como a eutanásia, o infanticídio, ou o uso de fetos humanos em pesquisas. Diante desses argumentos, os relativistas algumas vezes argumentam que a verdade moral é baseada nas crenças de uma sociedade, e essa verdade não seria nada mais do que a reflexão dos costumes ou hábitos de uma sociedade. Matar fetos seria aceitável, eles diriam, porque a maioria das pessoas pensam que é aceitável. Evidentemente, eles não possuem um fundamento firme. Deveríamos portanto aceitar que a escravidão era justa antes da abolição e injusta depois? Será que todas as decisões morais poderiam ser decididas por pesquisa de opinião publica? A conclusão é que existe uma verdade moral (se fosse de outra forma, a moral se tornaria vazia e sem poder prescritivo). Assim, aqueles que rejeitam os males da escravidão, discriminação racial e preconceito de gênero e aqueles que denunciam os males do darwinismo e defendem a vida têm muito em comum. ----------------------- 10) Mas se os embriões forem criados exclusivamente para uso em pesquisas; o que há de errado nisso ? ----------------------- Essa questão parece ser uma versão mais disfarçada da frase "Mas nós queremos ter remédios, abortar, etc, então o que há de errado nisso?" A idéia de que um ato, por ser intencional, possa ser eximido moralmente é totalmente ilógica. Mas pior que isso, talvez seja o fato de que tal crença é perigosa pois pode servir de justificativa para algumas práticas universalmente condenadas. Para ver como é isso, considere a seguinte frase baseada na questão: "escravizar crianças pode ser justificável desde que nós as criemos para nosso uso." Deste modo, não seria possivel um argumento desse ser usado para defender um grupo de senhores de escravo, que criam e escravizam humanos e justificam isso dizendo "mas eles foram criados para serem nossos escravos"? Os nazistas não poderiam ter defendido sua matança dizendo "mas nós os juntamos para matá-los"? A vida humana tem um valor inerente, um valor que não aumenta ou diminui dependendo dos interesses de outras pessoas. Os experimentos de laboratório efetivamente reduzem os seres ao status de ferramentas descartáveis, para serem usados e jogados fora em benefício de outros. Aqueles que duvidam disso deveriam pensar nas implicações desse ponto de vista para os próprios humanos. "Que moral vergonhosa e digna de párias é essa que se nega a reconhecer a essência eterna que existe em toda a criatura vivente e brilha com significância inescrutável para que todos os olhos capazes de ver o sol!" - Arthur Schopenhauer (filósofo) ----------------------- 11) Se o embrião não vai viver mesmo, porque então não podemos usá-lo? ----------------------- O assassinato de nascituros para obter suas células-tronco, por exemplo, é feita sob pedido (através da demanda do mercado), e com o apoio financeiro (através do pagamento) dos consumidores finais. Essa cumplicidade é indisfarçável. A sociedade não admite inocência daqueles que compram mercadorias roubadas só por "eles não terem cometido o roubo". O uso de embriões desincentiva a busca da cura por outros meios melhores e fará com que surja uma monstruosa indústria de fabricação de humanos para consumo medicinal. ----------------------- 12) As crianças abortadas não estão sendo poupadas de uma vida de sofrimento? ----------------------- Quem pergunta isso supõe três coisas: Primeiro, supõe que as crianças abortadas estariam irremediavelmente destinadas ao sofrimento. Segundo, assume que essas crianças prefeririam morrer do que viver com seu sofrimento. E terceiro, finge crer que os abortistas estariam visando o interesse das crianças que eles estão para abortar. Todas as três suposições são absolutamente incorretas. É bem dificil dizer que, de alguma maneira, as crianças abortadas estejam sendo "poupadas". Elas não são poupadas sequer de mutilação durante o aborto, sendo normalmente retiradas do útero esquartejadas. Os escravos viviam uma vida de sofrimento. Pela argumentação dos abortistas, deveriam tirar a vida dos escravos? Ninguém em seu juízo perfeito aceita uma argumentação dessas. Uma variação do tema "aborto beneficia suas vítimas" é a de que essa prática impede a super-população, o que salvaria os nascituros de morrerem de fome (algum abortista poderia dizer "uma curetagem é preferivel a morrer lentamente de fome" e ser levado à sério?). A Rússia é um dos países que mais aborta e isso não melhorou em nada a situação deles - pelo contrário, é um país em vias de extinção. A humanidade já passou inúmeros períodos de fome e peste. Por acaso deveria ter sido extinta naquela época para que ninguém mais sofresse de doença e fome? Milhares de seres humanos morrem de fome a cada dia. Deveriamos aceitar a idéia dos abortistas e matar as vítimas da fome de uma vez? Obviamente que não. ----------------------- 13) A moral é uma construção puramente intelectual (nascituros não têm capacidade para compreender a moral) e isso significa que aplicar moral aos nascituros não faz sentido. Os nascituros não se importam conosco, então porque deveríamos nos importar com eles? ----------------------- Essa opinião de que deveriamos dar direitos apenas àqueles que forem capazes de respeitar os nossos direitos, é conhecida como argumento da reciprocidade. Você andando numa rua não tem meios de agir reciprocamente em relação a uma pessoa desconhecida que passou pela mesma rua minutos antes. Assim, seria moralmente aceitável, sob essa visão, que aquela pessoa deixasse uma casca de banana ou uma armadilha que ferisse o próximo que passasse por ali? A falha desse argumento pode ser facilmente demonstrada fazendo uma substituição simples: bebês e crianças pequenas não compreendem a moral, isso significa que aplicar nossa moral às criancas não faz sentido? Claro que faz. Nós evitamos a morte de crianças e bebês pelas mesmas razões que evitamos a morte de adultos. É irrelevante que eles não sejam capazes de conceitualizar um sistema moral e seus benefícios. A distinção relevante é formalizada pelo conceito de "agentes morais" e "pacientes morais" (papéis morais ativo e passivo). Um agente moral é um individuo que possui a habilidade de conceitualização para lidar com princípios morais e usá-los para tomar suas decisões, e tendo tomado uma decisão, têm o livre arbítrio para agir de acordo com sua decisão moral. Por essa habilidade, é justo que os agentes morais sejam responsabilizados pelos seus atos. O agente moral no paradigma humano é o homem ou a mulher adulta normal. Pacientes morais, pelo contrário, não possuem as capacidades que os agentes morais têm e assim não podem ser responsabilizados pelos seus atos de maneira justa. Contudo, eles ainda possuem a capacidade de viver e portanto ainda são objetos de consideração pelos agentes morais. Os bebês, as crianças pequenas, os deficientes mentais, os loucos e os bebês no útero são exemplos de pacientes morais. Dado que os bebês não-nascidos são pacientes morais, eles fazem parte do universo de consideração moral, e portanto faz sentido ter a mesma consideração moral com os nascituros que temos com os humanos. ----------------------- 14) Sua esposa está sob gravidez de risco. Qual você pediria ao médico para salvar: sua esposa ou o bebê? ----------------------- Isso não informa nada sobre a validade de quaisquer princípios morais. A escolha de quem salvar não diz nada a respeito do que é certo ou errado. Eu poderia decidir salvar minha esposa com risco para o meu filho(a), mas isso não significaria que eu poderia abortar. Além disso, os abortos realizados não são devido à gravidez de risco. ----------------------- 15) Um feto não é apenas um aglomerado de células? ----------------------- Ninguém pode afirmar isso de forma honesta. A diferença entre um feto e um aglomerado de células - como o que se extrai para testes de laboratório - é gigantesca. Mesmo quando um aglomerado de células se multiplica, ele só se torna uma aglomerado maior. Mas as células do feto são únicas, se multiplicam, diversificam e formam as estruturas incríveis do organismo humano. Um feto não é um aglomerado aleatório de células, é um ser vivo que contém toda a fisiologia e anatomia que formarão um homem ou uma mulher - e todo abortista sabe disso perfeitamente. Portanto, a pergunta fica desmascarada como uma vergonhosa tentativa desonesta. Além disso, já ficou estabelecido que os fetos sofrem com o aborto. Certas respostas fisiológicas, como batimentos cardíacos acelerados e a existência de um sistema nervoso central confirmam esse fato. Também importa o aspecto de que o feto está a caminho de ser um indivíduo comum e que o aborto, portanto, prejudica esse indivíduo. ----------------------- 16) Não seria melhor que uma pessoa em coma morresse? ----------------------- Se uma pessoa está em coma, é possível que em um certo tempo, ela pode se recuperar - a pessoa sempre tem o potencial de voltar à consciência novamente. Por acaso, essa pessoa perde os direitos enquanto está em coma? ----------------------- 17) Se os defensores da vida estão tão preocupados com a matança dos fetos, porque eles não adotam crianças? ----------------------- A falácia "ad hominem" significa literalmente "ataque o homem" (ou pessoa). Portanto, o ataque ad hominem é ataque à pessoa que apresenta um argumento em vez de atacar o argumento em si. Em vez de lidar com o que a pessoa está dizendo, os abortistas atacam a própria pessoa. Isso é uma péssima forma de raciocínio porque no final das contas, o argumento não é refutado. Portanto, quando os abortistas julgam, ridicularizam, insultam ou caluniam o defensor da vida como pessoa, ele não ataca os argumentos em defesa da vida. Assim, uma falácia ad hominem comum pode ser condensada na seguinte afirmação: A menos que o defensor da vida esteja disposto a ajudar a criar as crianças que ela não quer ver abortadas, ela não tem o direito de impedir uma mulher de abortar. Essa é uma afirmação que seria bizarra como princípio de ação moral. Por um lado, deixa uma questão sem resposta ao assumir que os não-nascidos não seriam totalmente humanos. Esses mesmos abortistas não condenariam o assassinato de uma criança mesmo se os pais dela chegassem para eles dizendo: "A menos que vocês adotem nossos três filhos agora, vocês não têm o direito de nos impedir de matá-los." Obviamente, se os abortistas se recusarem a adotar essas crianças, isso não seria justificativa para os pais delas matarem-nas. Portanto, tudo depende apenas de o não-nascido ser humano. Em segundo lugar, pense em todas as aberrações que poderiam ser facilmente derivadas de tal distorção de princípio moral: a menos que eu esteja disposto a me casar com a esposa de meu vizinho, eu não posso impedí-lo de espancá-la; a menos que eu esteja disposto a adotar a filha do meu vizinho, eu não posso denunciar sua mãe por maltratá-la; a menos que eu esteja disposto a contratar os ex-escravos, eu não posso condenar a escravidão... É verdadeiro que qualquer um que defenda a vida tem uma obrigação moral de ajudar aqueles que necessitam, especialmente mães solteiras e órfãos (e há organizações dedicadas à essa tarefa para demonstrar que nós defensores da vida praticamos aquilo que pregamos). No entanto, não há nexo lógico que implique que essa obrigação moral torne o aborto um bem só porque indivíduos que defendem a vida não estejam envolvidos em tal causa em um determinado momento. ----------------------- 18) A teoria ética de contrato moral não demonstra que os nascituros não têm direitos ? ----------------------- O contrato moral é uma teoria ética que tenta caracterizar nossa moralidade por meio de acordos mutuamente benéficos, ou contratos. Por exemplo, ela explicaria nossa recusa em agredir-mo-nos uns aos outros dizendo que teríamos um contrato implícito: "você não me agride e eu não vou agredir você". A relevância do contrato moral para os direitos dos não-nascidos vem da suposição de que os nascituros são incapazes de participar de tais contratos, acompanhada da alegação de que os direitos somente podem ser concedidos àqueles que podem participar desses contratos. A grosso modo, isso quer dizer que nascituros não poderiam ter direitos porque eles não teriam a capacidade racional de consentir com um contrato que exigisse que eles respeitassem os direitos alheios. Contudo, a teoria do contrato moral não oferece uma descrição realista do nosso comportamento e motivação morais. Imagine que perguntemos a uma pessoa comum por que ela pensa que é errado roubar seu vizinho. Será que ela responderia que "ela não roubando vai evitar que o vizinho a roube depois" ? Provavelmente não, em se tratando de uma pessoa com escrúpulos. Nem tampouco ela iria responder que ela e o vizinho possuem um acordo implícito para não roubarem um do outro. Similarmente, nós não ensinamos às crianças que a razão pela qual elas não devem roubar seja porque assim os outros não vão roubá-las. E quando uma pessoa arrisca sua própria vida para salvar o filho de um estranho, essa pessoa não estaria fazendo isso como resultado de uma obrigação contratual. Certamente, quando alguém faz isso, é em resposta à aflição de alguém e não um resultado de obediência a um contrato. Outros sugerem que crianças recebem um conjunto de "direitos reduzidos" para protegê-las delas mesmas. O problema então é que a redução dos direitos das crianças no útero está completamente fora de proporção. Se não é aceitável o uso de crianças para vivissecção sob a justificativa de terem menos direitos que um adulto, por que deveríamos permitir o extremo abuso que é o aborto sobre as crianças não nascidas. Novamente, vem ao caso o exemplo da pessoa andando numa rua sem ter meios de agir reciprocamente em relação a uma pessoa desconhecida que passou pela mesma rua minutos antes. Assim, seria moralmente aceitável, sob a teoria de contrato moral, que aquela pessoa deixasse uma armadilha que ferisse o próximo que passasse por ali? E se uma pessoa renunciasse sua participação em quaisquer contratos morais implícitos e assim declarasse que estaria justificada em fazer o que bem entendesse? Em suma, a teoria do contrato moral falha porque: a) não representa o nosso comportamento e motivações no mundo real b) permite que contratos injustos possam ser criados c) não explica o porquê de concedermos direitos àqueles que não têm capacidade de participar de contratos d) teria consequências impossíveis de resolver de forma prática. A teoria do contrato moral então é demonstradamente uma teoria fracassada. É apenas uma teoria que alguns abortistas podem achar conveniente para negarem direitos aos não-nascidos. ----------------------- 19) Há problemas mais urgentes do que os direitos dos fetos, tais como a pobreza, as crianças fora do útero que estão abandonadas, sem educação, etc; você não tem nada melhor a fazer? ----------------------- Essa questão assume que é mais importante ajudar os nascidos do que ajudar os não-nascidos. Alguns caracterizariam isso como um argumento darwinista (veja a questão 1). É comum invocar a noção utilitária de que a vida dos nascidos é mais preciosa e argumentar que há maior sofrimento e perda associada com a crueldade e negligencia com crianças e adultos do que com os nascituros. Isso levaria a acreditar que seria melhor empregarmos nossas energias lutando exclusivamente por outras causas humanitárias em vez de defender a vida dos bebês não-nascidos, doentes terminais e deficientes. No entanto, mesmo aceitando essa noção, há razões importantes para empregarmos nosso tempo e energia na questão dos não-nascidos. O aborto é altamente nocivo para as mulheres. As que fazem aborto têm taxas elevadas de problemas psicológicos incluindo depressão, ansiedade, comportamentos suicidas e uso de drogas. O Dr. David Fergusson apóia o acesso irrestrito ao aborto e se descreve como "ateu racionalista e pró-escolha", mas em estudo promovido pelo governo da Nova Zelândia reconhece que o aborto é um procedimento médico-cirúrgico comum que tem reações adversas e os problemas de saúde mental se seguem ao aborto e não o contrário. A defesa das crianças não-nascidas também é altamente benéfico para os demais humanos porque resultaria numa defesa dos valores familiares e o apoio à compaixão com os nascituros tem toda a probabilidade de render dividendos sob a forma de maior compaixão com os demais humanos. O movimento em defesa da vida *é parte* do movimento pelos direitos humanos. A base na qual os direitos do não-nascido se fundamenta é a mesma base dos direitos humanos. Assim, aqueles envolvidos com o movimento em defesa da vida são parceiros na luta pelo respeito aos direitos humanos - os direitos da mulher, das minorias, etc... Esse movimento é construído com a mesma "argamassa" moral que o movimento dos direitos humanos. ----------------------- 20) Há regiões em que o nascimento de crianças diminui a disponibilidade de alimentos; como alguém resolveria isso sem o aborto? ----------------------- A defesa da vida não é utilitarista e a vida das crianças não-nascidas deve ser defendida ainda que isso custasse mais. No entanto fica óbvio que é muito mais caro no longo prazo financiar o envio, treinamento e equipagem de um abortista do que enviar insumos agrícolas e treinar fazendeiros. Nos custos devem ser computado os fatos: - toda pessoa que se torna abortista profissional é um médico a menos para salvar vidas e curar doentes; - toda pessoa abortada é uma pessoa a menos que iria contribuir para a economia de inúmeras formas; - aborto não resolve nada a longo prazo, pelo contrário, só complica; - um aborto pode variar de $370 a $3000 dependendo do tempo de gravidez; - os custos de cuidados psicológicos à gestante diante das seqüelas do aborto. Dennis Howard, presidente do grupo pró-vida Movement for a Better America, pesquisou o impacto econômico do aborto desde 1995 e concluiu que os 50.5 milhões de abortos desde 1970 custaram aos Estados Unidos cerca de 35 TRILHÕES de dólares em PIB. Se forem incluídos os bebês perdidos através de métodos contraceptivos, pílulas abortivas e esterilização o custo sobe para 70 TRILHÕES. Esse custo ocorre sob a forma de perda de produtividade com menor número de trabalhadores contribuindo para a sociedade, menor contribuição para os governos locais, estaduais e federal que passam a ter menos recursos para pagar educação, saúde e segurança pública e também menor contribuição para o sistema de previdência social, que está à perigo de quebrar por ser financiado por uma proporção menor de trabalhadores em relação ao número de aposentados. A abordagem de Howard é mais conservadora do que a usada por agências do governo, como a agência ambiental EPA, que calcula 7.8 milhões de dólares por vida humana, e que se fosse calculado no custo dos abortos chegaria a um total de $390 TRILHÕES. Steven Mosher, presidente do Population Research Institute afirmou em 2007 que "Quando você olha para as projeções que demonstram que nossa população está rapidamente envelhecendo nas próximas décadas, quando você vê nossa economia e programas do governo como o Seguro Social sob risco de quebra, pode ver que a taxa anual de natalidade de 0.9% não é o suficiente." ----------------------- 21) Mas não foi comprovado que a legalização do aborto reduziu o número de crimes nos Estados Unidos? ----------------------- Essa alegação infundada foi publicada por Steven Levitt em seu livro Freakonomics e postulava que a taxa de criminalidade poderia ser reduzida com a legalização do aborto. Essa teoria se baseia em duas premissas: 1) crianças não desejadas seriam mais propensas ao crime e 2) o aborto legalizado levaria a uma redução no número de filhos não desejados Os abortistas assim acabam afirmando que a criminalidade diminuiu porque os "futuros criminosos" foram executados ainda no útero. Que conveniente! Levitt atribuiu a diminuição na delinqüência juvenil nos anos 90 ao fato de que as taxas de aborto aumentaram nos anos 70, mas na verdade ele cita 3 outros fatores antes de citar esse: o aumento do policiamento, aumento da captura e prisão de criminosos e término da epidemia de crack. O autor documentou todos os 3 fatores em seu livro, enquanto que o último que é propalado pelos abortistas figura apenas como sugestão desacompanhada de dados. Primeiramente, é óbvio que correlação de dois eventos não implica que um seja a causa de outro. Portanto, o aumento do aborto não é comprovado como causador da redução da criminalidade meramente por um evento ter acontecido depois do outro. Os abortistas se aproveitam da coincidência do evento Row vs Wade com os seguintes fatores de redução da criminalidade: leis mais rígidas, prisões, maiores sentenças, pena de morte (que quadruplicou dos anos 80 para os 90), porte de arma, tolerância zero e o crescimento econômico. Foram esses os principais fatores que reduziram a criminalidade nos anos 90. Segundo, dois economistas do Fed descobriram furos graves nos dados usados pelos autores do Freakonomics. Além disso, os autores do Freakonomics omitiram qualquer distinção entre o número de abortos na década de 70 e a de 90. Tampouco sequer levaram em conta o efeito que o aborto tem nos pais da criança abortada - um homem que tem filhos é menos propenso a cometer crimes do que um homem sem filhos. Portanto, logo de início o aborto tem como efeito o aumento da criminalidade. Conforme demonstrado por John Lott Jr em seu livro Freedomnomics, a liberação do aborto também aumenta a criminalidade por induzir os jovens a praticar sexo frivolamente achando que se houver gravidez indesejada, vai ser fácil resolver com um aborto. Quando chega a gravidez, muitas mães não têm coragem de abortar. A criança nasce e cresce sem um ambiente familiar sadio e sem o pai e isso pode levar à maior delinquência. O aumento do número de crianças nascidas fora de um ambiente familiar é maior do que a redução do número de crianças indesejadas, então, há aumento líquido de condições favoráveis à criminalidade. Outras questões importantes frisadas por John Lott Jr: 1) Se o aumento dos abortos fizesse a criminalidade cair, faria cair primeiro com relação aos criminosos mais jovens e gradualmente até os mais velhos. Nos EUA, ao contrário, a criminalidade começou a cair entre os mais velhos e caiu gradualmente até chegar nos mais jovens. 2) A proporção de assassinatos cometidos por aqueles que seriam os primeiros "beneficiários" na idade em que completaram 14-17 anos foi 3.6 vezes maior do que a proporção de assassinatos cometidos por rapazes que nasceram antes da legalização do aborto, em 1966 a 1970. Ou seja, a proporção de assassinatos cometidos por aqueles que nasceram DEPOIS de Roe vs Wade, entre 1975 e 1979 é maior que os assassinatos cometidos por aqueles que nasceram ANTES de Roe vs Wade, entre 1966 e 1970 (ambos os grupos tendo a mesma faixa de idade de 14 a 17 anos). Se o aborto realmente diminuísse a criminalidade, 14 a 17 anos depois da liberalização a proporção de crimes cometidos nessa faixa de idade seria menor pois menos crianças indesejadas escaparam da onda de abortos ocorrida 14 a 17 anos antes. Aconteceu o contrário: os jovens pós-abortismo cometeram ainda mais crimes do que as gerações anteriores, portanto, se o mesmo critério do Freakonomics fosse usado deveríamos concluir que o aborto provoca mais crimes. ----------------------- 22) Sem aborto, como teríamos as vacinas benéficas obtidas a partir de células de fetos abortados? ----------------------- Elas são vacinas contra varíola (Acambis), ebola (Crucell), gripe (Vaxin, MedImmune), hepatite (Glaxo, Merck), HIV, sarampo, varicela, caxumba e rubéola (Merck), Pólio e Raiva (Aventis) e septicemia (Eli Lilly). Além dessas vacinas não serem propriamente "benéficas" devido a inúmeros riscos - como, por exemplo, o da presença de material genético em mutação - o uso de tecidos de crianças abortadas é completamente desnecessário. Há vacinas comercialmente disponíveis que são fabricadas a partir de células de rins e embriões de animais sem necessidade de uso de cadáveres de crianças humanas abortadas. Também, os tecidos de crianças abortadas para pesquisa de vacinas foram de bebês abortados nos anos 60. Os bebês abortados não são "matéria-prima" para vacinas. Vale acrescentar que a rubéola é uma doença infantil não letal para crianças acima de 3 meses de concebida. Já haviam 2 vacinas contra a rubéola no mercado e os japoneses isolaram o vírus meramente passando um cotonete na garganta de uma criança infectada. Portanto, fica evidente que a vacina contra rubéola usando um bebê abortado surgiu apenas com o intuito de fabricar uma justificativa para a pesquisa em fetos humanos. Com o questionamento sobre as vacinas, o abortista quer implicar que haveria uma cumplicidade moral, como se ser beneficiário incidental de um crime fosse igual a ser cúmplice. A realidade é que ser beneficiário de um ato imoral pregresso não é necessariamente errado. Todos somos beneficiários de erros e crimes dos antepassados. Nos casos de vacinas existentes derivados de experimentos em embriões, o mal já foi feito. Não haveria nada a ganhar em recusar o tratamento se a empresa que fabrica a vacina já parou de usar mais embriões humanos. ----------------------- 23) É praticamente impossível eliminar o aborto. Mesmo proibido, ainda haverão mulheres que abortarão. ----------------------- Sim, isso é tão difícil quanto eliminar todos os crimes cometidos pelo ser humano. Por essa lógica, não deveríamos tentar impedir criminosos de assassinar outras pessoas, já que é praticamente impossível eliminar o assassinato. Portanto, essa alegação não justifica uma "temporada de caça aos nascituros". Um objetivo razoável, diante da realidade atual, é impedir que o aborto seja legalizado. Isso bloquearia grande parte do problema. ----------------------- 24) E os espermatozóides e óvulos? Eles também têm direitos? ----------------------- Um espermatozóide e um óvulo são apenas células que transportam material genético. O indivíduo humano só surge quando o material genético de ambos tipos de células é reunido e combinado durante a concepção. ----------------------- 25) Os nascituros são abortados tão rapidamente que eles não sentem nenhuma dor e nem sabem que estão sendo abortados. Portanto, o que há de errado com o aborto? ----------------------- Essa opinião só pode ser aceita por aqueles que ainda não tomaram conhecimento dos métodos de aborto e da reação da criança prestes a ser assassinada. Os nascituros lutam por suas vidas à medida que sentem a agonia do medo da morte. Somente as pessoas que nunca viram um aborto poderiam dizer que esses nascituros não sentiriam terror e dor ou não estariam cientes de que estão sendo mortos. ----------------------- 26) Como voce justifica perdermos os avanços médicos que salvariam vidas humanas com a proibição do uso de embriões? ----------------------- Da mesma maneira que justificamos a não-realização de experimentos forçados em humanos nascidos, como por exemplo, em deficientes mentais. Os avanços médicos que salvam vidas não podem ser atingidos a qualquer custo. Devemos entender que existem ganhos que são obtidos da maneira errada, e que os frutos em potencial do uso de embriões humanos se enquadram nisso. Essa questão também devia ser considerada um insulto velado à criatividade e à capacidade dos cientistas. Embora humanos nunca estiveram em Plutão, os cientistas têm colhido muita informação a seu respeito. Porque tais proezas científicas não seriam repetidas em outros campos? ----------------------- 27) Não há circunstâncias em que não há alternativas ao uso de embriões? ----------------------- Essas circunstâncias não existem. As pesquisas com células de adultos estão sendo bem sucedidas enquanto que não há nenhum resultado significativo com células de embriões. E mesmo que houvessem circunstâncias sem alternativa ao uso de embriões, a resposta sucinta seria: "E daí?" A sociedade está contente o bastante em ignorar o conhecimento que seria adquirido à custa de obrigar grupos humanos indefesos a serem testados, e isso inclui crianças, os mentalmente retardados, idosos e doentes. Isto é, uma decisão moral prévia foi tomada para excluir esses indivíduos da experimentação, e deixar de considerar qualquer conhecimento potencial derivado desta maneira. Da mesma forma que as justificativas oferecidas pelos nazistas nos campos de concentração eram moralmente ilícitas, assim também são todos e quaisquer benefícios que possam advir da experimentação em embriões. ----------------------- 28) Mas e se os nascituros se beneficiarem também, isto é, através de um avanço na medicina neonatal? ----------------------- A imoralidade das violações do direitos à vida não é atenuada pela alegação de que as vítimas e beneficiários são da mesma classe. ----------------------- 29) Mas não é verdade que os nascituros abortados vão direto para o céu/paraíso? Não estaríamos fazendo um favor a eles ao impedí-los de sofrerem e serem julgados? ----------------------- Para cada criança abortada, há dezenas de almas penduradas por um fiapo diante do abismo: a mãe, as pessoas que a encorajaram a fazer aborto, os doutores e enfermeiros abortistas, todos os que cooperaram material ou intelectualmente com a obra macabra. A certeza é que aqueles que abortam, ajudam a abortar ou tentam justificar o aborto com tais ironias estão sob iminência de receber castigo eterno. ----------------------- 30) Poderia fazer um breve resumo de Quem é Quem no movimento em defesa da vida? ----------------------- Dr. Bernard Nathanson - ex-médico abortista responsável por mais de 75 mil crianças mortas, mas que se arrependeu depois da invenção da ultra-sonografia na década de 70, que o permitiu observar as crianças não-nascidas. Em 1984, ele filmou o documentário The Silent Scream, que mostrou um aborto da perspectiva de ultra-sonografia. Seu segundo documentário lida com os abortos tardios. Ele também afirma que as estatísticas de abortos ilegais que ele citava quando ainda era abortista eram todas mentirosas. Dr. Nathanson se converteu ao Catolicismo. Susan B. Anthony - proeminente ativista pela igualdade, direitos civis e sufrágio feminino, que no entanto, rejeitava o aborto. Nat Hentoff - colunista de esquerda que rejeita o aborto e que, por isso, foi boicotado pelos colegas da redação da The Village Voice onde ele trabalhava há 50 anos. Norma McCorvey - ou Jane Row da disputa legal "Roe vs Wade", que queria abortar seu bebê e alegou ter sido estuprada, mas que hoje afirma que mentira sob manipulação de seus advogados. McCorvey se converteu ao Cristianismo, depois Catolicismo, e passou a defender a vida. Flip Benham - pastor e ativista pró-vida da Operation Save America, foi quem levou Norma McCorvey a reconsiderar sua opinião sobre o aborto e esteve envolvido em várias manifestações pró-vida, sendo preso em várias delas. Dr. C. Everett Koop - foi um cirurgião geral do governo americano (mais ou menos um ministro da saúde) que escreveu The Right to Live, The Right to Die, sobre aborto, infanticídio e eutanásia. Depois escreveu, com Francis Schaeffer, What Ever Happened to the Human Race?, denunciando o aborto como prostituição da medicina. O presidente Reagan havia encomendado a ele um relatório sobre os efeitos nocivos do aborto nas gestantes, mas ele havia jurado exercer seu cargo com isenção, além de não querer tornar a causa pró-vida em interesse utilitário ao caracterizar o aborto como problema de saúde da gestante e não da criança. Dr. John C. Willke - presidente do National Right to Life Committtee, que ajudou a liderar o movimento em defesa da vida nos anos 80. Gianna Jessen - ativista pela vida e cantora, sobrevivente de um aborto. Gianna nasceu prematuramente e com atrofia e problemas de locomoção. Sarah Smith - ativista pela vida e sobrevivente do aborto que matou o irmão dela. Sarah nasceu com vários problemas físicos. Wendy Wright - vice-presidente do Concerned Women for America, ativista que trouxe atenção para os riscos da droga abortiva RU-486 e para o fato de que a pesquisa com células de embriões não deram resultados. Francis Schaeffer - pastor presbiteriano que ajudou a fazer surgir entre os evangélicos um retorno ao ativismo político contra o aborto e o humanismo secularista no final dos anos 70. Randall Terry - ativista e músico pró-vida que fundou a organização Operation Rescue e foi preso mais de 40 vezes em protestos contra clínicas de aborto. Foi porta-voz dos pais de Terri Schiavo. Terri Schiavo - sofreu de estado vegetativo persistente durante 15 anos e foi motivo de disputa judicial entre seus pais, que queriam que ela continuasse a receber suporte médico, e seu ex-marido Michael Schiavo, que queria que seus tubos de alimentação fossem retirados para que ela morresse de uma vez. Eluana Englaro - uma mulher italiana que sofreu um acidente e ficou em estado vegetativo persistente durante 17 anos até que seu pai pediu que seus tubos de alimentação fossem retirados para que ela morresse. As autoridades inicialmente se recusaram, mas foram compelidas pelo poder judiciário. ----------------------- ---------- FINALMENTE ... ---------- 31) Eu li esta lista de perguntas e respostas e não fiquei convencido. Nascidos são nascidos, fetos são fetos; porque é tão difícil enxergar isso? ----------------------- Então explique: O que há de errado com o canibalismo? O que há de errado com a escravidão? O que há de errado com o preconceito racial? O que há de errado em matar crianças e doentes mentais? O que há de errado com os experimentos nazistas em humanos? Os defensores da vida podem responder a essas questões de forma consistente e imediata. Você não pode. Suas respostas envolvem qualidades que, se você for objetivo, podem ser aplicadas aos nascituros. Por exemplo, os experimentos dos nazistas eram errados porque suas vítimas eram nascidas, ou porque elas foram mortas e prejudicadas? Não é difícil ver que nascidos são nascidos e fetos são fetos. O que é difécil enxergar é como essa frase possa ser considerada algo mais do que uma redundância vazia. Se há diferenças relevantes que justifiquem diferenças no tratamento, quais são? Os abortistas têm falhado repetidamente em basear as diferenças no tratamento dos nascidos versus não-nascidos. Marcadores: aborto, bernard nathanson, conservadorismo, deficientes físicos, Deus, direitos humanos, estados unidos, feminismo, saúde, sexo postado por Fernando às 4:47 PM Tweet domingo, fevereiro 22, 2009Fazendo apologia da vida em 5 minutos ou menosComo defender a visão a favor da vida em 5 minutos ou menosSuponha que você tenha 5 minutos para defender a visão a favor da vida entre amigos e colegas. O que devo dizer? Devo usar argumentos puramente racionais ou apelos mais emocionais (mostrando instrumentos de curetagem e os fetos desmembrados por eles)? E como explicar a questão do aborto de uma forma simples para aqueles que pensam que é complicado demais? Eis como defender a vida em 3 passos simples: 1) Esclareça a questão. Os defensores da vida afirmam que a legalização do aborto é uma injustiça por tirar a vida de um ser humano indefeso. Isso explica de forma simples a controvérsia ao focalizar a atenção na questão principal: o ser humano não-nascido tem o direito de viver? Se tem, matá-lo para o benefício dos outros é um crime. É tratar um ser humano distinto, com seu próprio valor moral inerente, como nada mais do que uma coisa descartável. De outra forma, se o bebê não-nascido não fosse humano, matá-lo por qualquer motivo seria apenas como extrair um dente. Em outras palavras, argumentos baseados em "escolha" e "privacidade" não chegam nem perto da questão principal. Quem apoiaria uma mãe que matasse seu filho nascido em nome do "direito de escolha"? É óbvio que se o não-nascido é humano como os bebês e crianças de colo, não podemos matá-los em nome da escolha da mesma forma que não se pode matar uma criança de colo. Novamente, esse debate é condensado em apenas uma única questão: o que (ou quem) é o não-nascido? Nesse ponto, alguns podem reclamar de que a comparação não é válida - que matar um feto é moralmente diferente de matar uma criança de colo. Mas isso é o ponto! Os não-nascidos, como as crianças de colo, também fazem parte da família humana? Essa é a questão que importa. Lembre aos abortistas que você é vigorosamente "pró-escolha" quando se trata de uma mulher decidir inúmeros bens morais. Você apóia o direito da mulher em escolher seu médico, seu marido, seu emprego, sua religião, para citar algumas escolhas que você reconhece como um direito das mulheres. Mas algumas escolhas são erradas, como a de matar um ser humano inocente simplesmente porque eles estão indefesos e são vistos como um impecilho (1). Não, não devemos permitir esse tipo de escolha. 2) Defenda a vida com ciência e filosofia. Cientificamente, sabemos que desde os estágios primários de desenvolvimento, os não-nascidos são seres humanos distintos, vivos e integrais. Os melhores livros de embriologia confirmam isso (2). Antes de propor o aborto, o ex-presidente da mega-organização abortista Planned Parenthood, Dr. Alan Guttmacher, se declarava perplexo quando via alguém, ainda mais seus colegas de profissão médica, questionarem se o embrião seria um ser humano. Em seu livro Life in the Making, ele escreveu: "Isso tudo é tão simples e evidente que é difícil imaginar uma época em que não fizesse parte do conhecimento comum. (3)" Filosoficamente, podemos dizer que embriões são menos desenvolvidos que os bebês nascidos (ou crianças de colo) mas essa diferença não é moralmente relevante como os abortistas parecem acreditar. Considere a alegação de que a capacidade de auto-consciência desenvolvida confere um valor aos seres humanos. Note que isso não é um argumento, mas apenas uma afirmação arbitrária. Porque seria necessária essa capacidade de auto-consciência? E por que um grau específico de desenvolvimento (ex.: atividade cerebral) seria decisivo? Essas são perguntas que os abortistas não têm como responder adequadamente. Em poucas palavras, não há diferença moralmente significativa entre o embrião que você uma vez foi e o adulto que você é agora. Diferenças de tamanho, nível de desenvolvimento, ambiente e grau de dependência não são relevantes para que pudéssemos dizer que você não tinha direitos enquanto embrião mas tem direitos hoje. Pense na abreviação "TELG" como lembrete dessas diferenças não-essenciais: Tamanho, Estágio de desenvolvimento, Lugar e Grau de dependência (4). Tamanho: é verdade que os embriões são menores que bebês e adultos, mas por que isso seria relevante? Pergunte ao abortista se ele realmente está disposto a afirmar que pessoas maiores são mais humanos do que as menores? Homens têm tamanho maior que as mulheres mas isso não significa que eles têm mais direitos. Tamanho não tem nada a ver com valor. Estágio de desenvolvimento: é verdade que embriões e fetos são menos desenvolvidos que eu e você. Mas novamente, por que isso seria relevante? Meninas de 4 anos são menos desenvolvidas que meninas de 14 anos. Por que crianças de idade maior deveriam ter mais direitos que seus irmãos menores? Algumas pessoas pensam que a auto-consciência é o que distingue um humano de outro seres. Mas se isso fosse verdadeiro, os recém-nascidos não poderiam ser qualificados como seres humanos com valor. Bebês de 6 semanas não têm a capacidade de realizar funções mentais humanas, como as pessoas em coma, sob sono e aquelas com mal de Alzheimer. Localização: o lugar onde você está não diz nada a respeito de quem você é. Será que o seu valor muda quando você atravessa a rua ou muda de posição? Se não, como é que o translado de apenas 8 polegadas do útero para o meio exterior mudaria subitamente a natureza essencial do não-nascido de não-humano para humano? Se os não-nascidos já não fossem humanos, meramente mudar sua localização não aumentaria nem diminuiria seu valor. Grau de dependência: se a viabilidade nos tornasse humanos, então todos os que dependem de insulina ou medicamento para os rins não teriam valor e poderíamos nos livrar deles. Gêmeos que nasceram ligados e compartilham o mesmo sangue e os mesmos órgãos não teriam direito à viver. Resumindo, é bem mais razoável argumentar que, embora os seres humanos sejam imensamente diferentes com respeito às habilidades, capacidades e graus de desenvolvimento, eles são iguais porque têm uma natureza humana em comum. 3) Desafie os abortistas a serem intelectualmente honestos. Faça perguntas difíceis. Quando os abortistas dizem que o nascimento é o que faz o não-nascido se tornar humano portador de direitos, pergunte "Como é que uma mera mudança de lugar, de dentro do útero para fora do útero, mudaria a natureza essencial do bebê?" Se eles disserem que o desenvolvimento do cérebro ou consciência nos torna humanos, pergunte se eles concordariam com o defensor da eugenia Joseph Fletcher, que disse que aqueles com QI menor que 20 ou 40 deveriam ser considerados como meras coisas? Se não, por que? É verdade que algumas pessoas ignoram os argumentos científicos e filosóficos por trás da visão pró-vida e tentam justificar o aborto meramente com base em seu próprio interesse. Esse é o comportamento dos preguiçosos. Lembre aos abortistas de que se eles realmente se importassem com a verdade, eles seguiriam a trilha dos fatos corajosamente onde quer que ela os levasse, não importando o quanto isso custasse para os seus interesses particulares. --- Adaptado do artigo de Scott Klusendorf Bibliografia: 1) Gregory Koukl, Precious Unborn Human Persons (Lomita: STR Press, 1999) pág. 11. 2) Veja os livros: T.W. Sadler, Langman’s Embryology, 5th ed. (Philadelphia: W.B. Saunders, 1993) pág. 3; Keith L. Moore, The Developing Human: Clinically Oriented Embryology (Toronto: B.C. Decker, 1988) pág. 2; O’Rahilly, Ronand and Muller, Pabiola, Human Embryology and Teratology, 2nd ed. (New York: Wiley-Liss, 1996) pp. 8, 29. 3) A. Guttmacher, Life in the Making: The Story of Human Procreation (New York: Viking Press, 1933) pág. 3. 4) Stephen Schwarz, The Moral Question of Abortion (Chicago: Loyola University Press, 1990) pág. 18. Marcadores: aborto postado por Fernando às 11:00 AM Tweet quinta-feira, janeiro 22, 2009Anúncio pró-vida celebra o fato de a mãe de Obama não tê-lo abortadoO anúncio começa com uma imagem de ultra-som de um bebê se movendo no útero de sua mãe. "O futuro dessa criança é um lar destruído." "Ele será abandonado por seu pai." "Sua mãe solteira vai sofrer para criá-lo." "Apesar das dificuldades, ele vai suportar. Essa criança se tornará o primeiro presidente afro-americano." E conclui com uma foto do presidente Obama dizendo "Vida. Imagine o potencial." Contudo, há quem se confunda com o seguinte paradoxo: diante da postura ultra-abortista de Obama e seus planos de usar os impostos pagos pelos cidadãos americanos para financiar o assassinato de milhões de crianças inocentes no útero, não teria sido melhor para o mundo que Obama tivesse sido abortado? No entanto, a postura pró-vida não é utilitarista. Somos a favor da vida porque é o certo e não por trazer benefícios. Todas as crianças têm o direito - concedido por Deus - de nascerem. Até mesmo os futuros abortistas. Marcadores: aborto postado por Fernando às 8:35 PM Tweet domingo, novembro 16, 2008Os piores livros do século 20Os piores livros do século 20:A revista conservadora Human Events e o Intercollegiate Studies Institute (ISI) ambos criaram suas listas dos livros mais perniciosos do século 20. Útil para saber como e porquê chegamos até esse ponto, e para conhecer o arsenal dos esquerdistas. Eis a lista, segundo a classificação da Human Events: 1) O Manifesto Comunista - Karl Marx e Freidrich Engels Resultou no Império do Mal Soviético, seus gulags e a fome ukraniana. 2) Mein Kampf - Adolf Hitler Resultou na Alemanha nacional-socialista e o genocídio dos campos de concentração. 3) Citações do Presidente Mao (Livro Vermelho) - Mao Zedong Resultou na China comunista, seus laogais e a Revolução Cultural genocida. 4) Relatório Kinsey (Comportamento Sexual no Macho Humano) - Alfred Kinsey Eleito o terceiro pior na lista do ISI. Livro de um zoologista picareta que tentou dar credibilidade científica à promiscuidade e desvios sexuais, considerando-os normais e chegando até mesmo a sugerir que sexo entre adultos e crianças seria benéfico. 5) Democracia e Educação - John Dewey Eleito o quinto pior na lista do ISI. Um livro que rejeitou a religião tradicional e os padrões absolutos de moral, fez dos meios um objetivo e propôs que a educação fosse direcionada para a aquisição de habilidades em vez de educar para a formação de caráter, resultando nas péssimas escolas públicas que hoje corrompem os jovens. 6) O Capital - Karl Marx O livro que previu a destruição do capitalismo e falhou miseravelmente. 7) A Mística Feminina - Betty Friedan Um livro que denegriu mães que não trabalham fora e cuidam da casa, caracterizando a vida no lar como um "campo de concentração". 8) Curso de Filosofia Positivista - Auguste Comte Livro que negou a existência e atuação de Deus no mundo, propondo a "sociologia" onde o ser humano sozinho, através da ciência, determinaria seus rumos. 9) Além do Bem e do Mal - Freidrich Nietzsche Outro livro atacando a fé em Deus, propondo em seu lugar que os homens fossem guiados amoralmente por sua "vontade de poder". 10) Teoria Geral do emprego, juros e dinheiro - John Maynard Keynes Receita de bolo para a expansão eterna do governo na vida das pessoas. Na lista dos piores eleitos pelo ISI, figuram: 1) Atingindo a Maioridade em Samoa - Margaret Mead Autora feminista - não confundir com a mega-abortista eugenista Margaret Sanger - que prometeu aos liberais que o paraíso da promiscuidade sexual existia e funcionava bem numa ilha do Pacífico. 2) Comunismo Soviético: Uma Nova Civilização - Sidney e Beatrice Webb O casal de propagandistas soviéticos que mentiu adoidado para fazer o Império do Mal parecer que estava dando certo. 4) O Homem Unidimensional - Herbert Marcuse Livro contendo apologia das depravações sexuais e que serviu como ponto de partida teórico dos anos 60 e do pós-modernismo. 6) A Personalidade Autoritária - Theodor Adorno Clássico Ad-Hominem. Adorno tentou demonstrar "cientificamente" que todas as idéias contrárias às dele eram fruto de desequilíbrio psicológico. Depois destes, os demais livros citados são um verdadeiro zoológico das idéias estapafúrdias e totalmente despidas de evidências comprovantes em toda a história humana. Em geral, são livros que: - caracterizam todos os impulsos nobres como mera defesa de interesses econômicos, - colocam o corpo e seus impulsos libidinosos (ou não) acima da alma e do espírito, - defendem a sexualidade sem moralidade e sem emoções, - denigrem o Ocidente e, especialmente, os Estados Unidos, - defendem e justificam genocidas comunistas, - promovem racismo dos negros contra quem não é negro, - promovem alarmismo ecológico ou malthusiano, - atacam a fé em Deus através de teologia de libertação, sofismas e evangelhos apócrifos, - à guisa de ajudar os pobres, defendem o crescimento e a intromissão estatal na vida das pessoas, - memórias e biografias mentirosas, - propaganda de entorpecentes, - defendem a puerilidade, frivolidade e leviandade em geral, - defendem a suscetibilidade e os litígios, - defendem o relativismo intelectual e moral, - defendem o marxismo, - promovem a eugenia através do aborto, - promovem o pacifismo que cede a tiranos genocidas, - atacam a racionalidade, - defendem a violência e o terrorismo. Mais Menções Desonrosas: Paul Ehrlich (A Bomba Populacional), Lênin, John Stuart Mill (Utilitarismo), Skinner, Georges Sorel, Herbert Croly, Darwin, Michel Foucault, Ralph Nader (histeria anti-capitalista), Simone De Beauvoir, Antonio Gramsci, Rachel Carson (histeria ambientalista), Frantz Fanon, Sigmund Freud, Charles Reich e Clube de Roma. FONTES: Human Events Intercollegiate Studies Institute (ISI) Marcadores: aborto, anti-americanismo, ateísmo, comunismo, ecologia, economia, história, literatura, pacifismo, pornografia, racismo, sexo, socialismo, sociedade, terrorismo, união soviética postado por Fernando às 4:14 PM Tweet quarta-feira, outubro 08, 2008O Sensacional Testemunho de Nick Vujicic!Nick Vujicic é a prova de que a vida deve ser defendida a todo custo. Ele nasceu sem braços e nem pernas mas Deus vem fazendo dele um gigante espiritual que leva esperança à muita gente.Nick prega a salvação do Senhor Jesus Cristo pelo mundo afora através de seu ministério Life Without Limbs, e tem sido convidado até por governos de países de maioria muçulmana, como o Egito. Não deixe e ler a transcrição de sua entrevista no site da Igreja Batista Brasileira Internacional (também estão disponíveis os links para ouvir a entrevista dada ao programa MoneyLife) ou procurar por Nick Vujicic no YouTube. Sua perspectiva é absolutamente imperdível, algo extraordinário e tremendamente maravilhoso! Outro exemplo de vida, que graças à Deus não foi ceifada pelo aborto alegadamente em nome da "qualidade de vida", é Rose Siggins, uma mulher incrível (veja o documentário abaixo). Capa do livro deJoni Eareckson (Amazon)Outra pessoa bastante conhecida pelo seu ministério entre os deficientes físicos é Joni Eareckson Tada, uma senhora que ficou tetraplégica depois de um acidente de automóvel, mas que não apenas se tornou uma artista mas também criou o ministério "Joni And Friends" (com o qual Nick Vujicic formou uma parceria com sua "Life Without Limbs"), que prega o Evangelho às pessoas com deficiência entre outras atividades. Marcadores: aborto, cristianismo, deficientes físicos, Deus, superação postado por Fernando às 8:41 PM Tweet quinta-feira, outubro 02, 2008Caminhão com anúncios em defesa da vidaO Centro pela Reforma Bio-Ética, sediado em Los Angeles, é um grupo pró-vida da California e trouxe um de seus caminhões com anúncios em defesa das crianças no ventre. O segundo dos caminhões preparados pelo grupo, que exibe imagens de bebês abortados no tamanho de 7 x 2 metros, fez a divulgação nas estradas do Texas, na entrada de um concerto de Carlos Santana em Dallas, num shopping center em Plano e estará divulgando a defesa da vida numa partida de futebol americano e em outros eventos. O caminhão já esteve em Houston, San Antonio e Austin.Algumas pessoas que viram as imagens chocantes disseram que era uma boa idéia para divulgar o que realmente é o aborto e que podia fazer com que os abortistas mudassem de idéia. Outras acharam que as imagens de crianças mortas e mutiladas eram horripilantes demais para exibição pública. Os noticiários CBS 11 News e TXA 21 News decidiram não exibir as imagens captadas de um helicóptero mas divulgaram que as imagens eram tão horríveis e perturbadoras que não puderam ser exibidas (video no link acima). Marcadores: aborto, estados unidos, politicamente correto postado por Fernando às 7:21 PM Tweet quarta-feira, agosto 06, 2008A Esquerda Burra e a Esquerda Satânica - por que a primeira está diminuindo?É impossível compreender a política no mundo de hoje sem entender o fato fundamental de que existem duas diferentes esquerdas. Eu proponho que as duas sejam referenciada por todos como a Esquerda Burra e a Esquerda Satânica.As duas são muito diferentes, apesar de trabalharem em conjunto. As pessoas que fazem parte da primeira são simplesmente pessoas estúpidas. As pessoas que fazem parte da segunda podem ser bastante perspicazes, mas na realidade são más e desonestas. Não existe um terceiro tipo de esquerdista. Com o tempo, a Esquerda Burra perde em números à medida que muitos esquerdistas burros se tornam mais inteligentes (e portanto deixam de ser esquerdistas) ou se transformam em esquerdistas satânicos, cessando assim de ser mera Esquerda Burra. Portanto, um processo de seleção acontece através do qual a força dos esquerdistas satânicos dentro da Esquerda global cresce. As manifestações anti-americanas que vemos na Europa, na América Latina e nos Estados Unidos são promovidas por ambos os tipos de esquerda, apesar de terem sido organizados por esquerdistas satânicos. A Esquerda Burra e a Esquerda Satânica juntas fazem demonstrações contra os Estados Unidos, em favor de ditadores como Saddam Hussein, em favor da destruição de Israel e em favor do terrorismo palestino. Mas o fazem por razões diferentes. A Esquerda Burra realmente pensava que se os Estados Unidos deixassem o Iraque intocado, Saddam se absteria de desenvolver armas de destruição em massa. Os esquerdistas satânicos apoiavam o Iraque de Saddam justamente porque sabiam que Saddam desenvolveria e usaria as tais armas. A Esquerda Burra é anti-americana porque pensa que há oprimidos, pobres, maltratados na América e que a América seria um país mau. Os esquerdistas satânicos são anti-americanos sabem precisamente que se dá o oposto disto. A Esquerda Burra detesta os americanos porque pensa que os Estados Unidos promovem o mal através de regimes opressivos ao redor do mundo. Os esquerdistas satânicos odeiam os Estados Unidos porque eles são um impecilho no caminho do mal, e constituem obstáculo aos regimes opressivos que os esquerdistas satânicos promovem. A Esquerda Burra denuncia o capitalismo e a globalização e apoia comunismo porque realmente acreditam que as pessoas seriam pobres e oprimidas sob o capitalismo, mas livres e felizes no socialismo. Os esquerdistas satânicos denunciam o capitalismo e apoiam o comunismo precisamente porque sabem que se dá o contrário. A Esquerda Burra não sabe que o comunismo produz gulags. A Esquerda Satânica apoia o comunismo justamente porque ele produz gulags e também porque os esquerdistas satânicos presumem que serão encarregados dos gulags. A Esquerda Burra quer um estado palestino porque pensa que tal estado prosseguirá em paz com Israel. Os esquerdistas satânicos querem um estado palestino precisamente porque sabem que tal estado irá continuar a guerra pela destruição de Israel e cometerá incessantes atrocidades contra os judeus. A Esquerda Burra pensa que Israel maltrata os árabes. Ela não sabe que são os regimes árabes que maltratam os árabes. Os esquerdistas satânicos sabem que Israel não maltrata árabes, mas os regimes árabes sim. Eles querem que Israel seja destruída não por pensarem que Israel seria injusta, mas sim porque odeiam os judeus. A Esquerda Burra se opõe a que as forças armadas israelenses sejam usadas para reprimir o terror porque pensa que o terror pode ser resolvido através do diálogo e da negociação. Os esquerdistas satânicos se opõem às forças armadas israelenses porque apóiam o terror contra os judeus. A Esquerda Burra está convencida de que a maior parte dos árabes procuram a paz, são moderados e pessoas decentes, e têm uma queixa legítima contra o Ocidente. Os esquerdistas satânicos apóiam a agressão e terror Árabes justamente porque eles sabem que o que a Esquerda Burra acredita não é verdadeiro. A Esquerda Burra pensa que os líderes palestinos e árabes nacionalistas são progressistas e liberais. Os esquerdistas satânicos apóiam as mesmas pessoas justamente porque sabem que são fascistas. A Esquerda Burra está sob a impressão de que os estados árabes têm eleições, liberdade e valores iluministas. Os esquerdistas satânicos apóiam regimes árabes porque querem destruir Israel e desejam o genocídio dos judeus. A Esquerda Burra pensa que o Ocidente não deveria colocar árabes residentes sob vigilância porque são pessoas decentes e fiéis à seus países de residência. Os esquerdistas satânicos se opõem à vigilância, uma vez que querem Bin Ladens infiltrados. A Esquerda Burra considera que os colonos israelenses são um obstáculo à paz. Os esquerdistas satânicos querem ver os colonos expulsos ou mortos, pois eles são um obstáculo contra os palestinos empenhados em destruir Israel. A Esquerda Burra pensa que o conflito árabe no Oriente Médio é sobre os direitos humanos. Os esquerdistas satânicos sabem que o conflito no Oriente Médio é pela supressão dos direitos humanos dos judeus. Eles apóiam essa supressão. A Esquerda Burra pensa que o conflito no Oriente Médio é sobre fronteiras terrestres. Os esquerdistas satânicos sabem que é a existência de Israel que está em questão. A Esquerda Burra considera Israel como um país discriminatório, de apartheid. Os esquerdistas satânicos querem que Israel seja destruída a fim de que os árabes possam impôr um regime de apartheid direcionado contra os judeus e contra qualquer outro não-muçulmano. A Esquerda Burra acredita que está tentando reformar e mudar o país. Os esquerdistas satânicos querem destruir o país. A Esquerda Burra pensa que socialismo funciona e alega que jamais foi implementado adequadamente. Os esquerdistas satânicos não se importam se ele funciona ou não, mas esperam que com o socialismo eles tenham poder total. A Esquerda Burra pensa que se opõem ao racismo. Os esquerdistas satânicos querem impôr sua própria versão de racismo e anti-semitismo no mundo. A Esquerda Burra pensa que sionismo seria uma forma de racismo. Os esquerdistas satânicos apóiam o anti-sionismo justamente porque é uma forma de anti-semitismo. A Esquerda Burra escolhe as suas posições políticas com base no desejo juvenil de se rebelar contra seus pais. O mesmo acontece com os esquerdistas satânicos, mas eles realmente odeiam seus pais. A Esquerda Burra não enxerga contradição entre defender "liberdade de escolha" para abortar crianças, confundir os gêneros e praticar sodomia e ao mesmo tempo negar a liberdade do cidadão honesto portar arma para se defender dos criminosos. A Esquerda Satânica sabe muito bem disso mas entende que o estímulo contraditório lhes é útil na destruição da sociedade. A Esquerda Burra deseja o "controle de armas" esperando que isso vá aumentar a segurança nas ruas. A Esquerda Satânica quer impôr o controle de armas com o único objetivo de desarmar a população para eliminar qualquer risco de resistência ao poder deles. A Esquerda Burra embarca na histeria de aquecimento global e acha que regulações ambientais são necessárias. A Esquerda Satânica promove controles ambientais porque são mais um mecanismo de controle da sociedade e da economia do qual eles poderão se servir. A Esquerda Burra diz que favorece a igualdade. Os esquerdistas satânicos favorecem a transferência de poder para si mesmos a fim de oprimir os outros. A Esquerda Burra apóia grupos marxistas de todo o mundo porque acham que são não-violentos e favorecem o pluralismo. Os esquerdistas satânicos apóiam-nos porque sabem que são violentos e totalitários. A Esquerda Burra pensa que animais devem ser tratados como seres humanos. Os esquerdistas satânicos pensam que seres humanos devem ser tratados como animais. A Esquerda Burra quer socialismo porque pensa que as pessoas não vão ter de trabalhar sob o socialismo e porque pensam que os esquerdistas terão muitos amigos sob o socialismo. Os esquerdistas satânicos querem socialismo porque não vão ter de trabalhar sob o socialismo, mas transformarão todos os demais em escravos, e porque eles poderão executar os outros. A Esquerda se compõe dos verdadeiramente ignorantes conduzidos pelos verdadeiramente perversos. - Adaptado de um artigo no FreeRepublic.com Marcadores: aborto, anti-americanismo, brasil, comunismo, direitos humanos, ditadura, ecologia, economia, estados unidos, oriente médio, politicamente correto, socialismo postado por Fernando às 10:48 PM Tweet sábado, julho 26, 200840 dias de oração pelo fim do abortoDo dia 26 de Setembro ao dia 4 de Novembro, defensores da vida vão orar pelo fim do aborto. O programa não inclui protestos - apenas oração e jejum "com intensidade absoluta". Iniciativas anteriores deram resultados: o aborto diminuiu 28% em College Station, TX, onde mais de mil pessoas participaram. Em Dallas, 14 gestantes que iam matar seu bebê mudaram de idéia por causa das pessoas do lado de fora orando. Em Houston, centros de auxílio à gravidez reportaram 120 abortos marcados que não chegaram a ser realizados. Segundo David Bereit, diretor de voluntários, "As 3 coisas que criam o maior impacto são oração - pessoas de fé unidas em oração, a vigília constante do lado de fora de clínicas de aborto, 24 horas por dia durante 40 dias, e a quantidade incrível de divulgação comunitária." Nos Estados Unidos, mais de 1.2 milhões de crianças são assassinadas a cada ano através do aborto. A mega-indústria do aborto Planned Parenthood divulgou que amealhou um recorde de dinheiro do contribuinte no ano passado - mais de 305 milhões - dinheiro extorquido (através dos impostos) de gente que sequer é a favor do aborto de cerca de 250 mil crianças que essa organização realiza. Há 1.819 organizações abortistas nos EUA, a maioria agindo livremente sem nenhuma oposição. Os 40 dias de oração foram inspirados nos 40 dias de chuva com Noé na arca, 40 dias de Moisés no Monte Sinai, a transformação de Davi pelo desafio de 40 dias de Golias, os 40 dias de energia de uma única refeição de Elias e os 40 dias de Jesus no deserto. http://wnd.com/news/article.asp?ARTICLE http://www.40daysforlife.com/about.cfm Marcadores: aborto, cristianismo, Deus postado por Fernando às 11:36 PM Tweet quarta-feira, fevereiro 06, 2008Texto Recomendado: Cinismo no mundo atual e o avanço do humanismoCinismo no mundo atual e o avanço do humanismoTexto sobre os males atuais causados pelo humanismo. Agradecimentos ao autor: Toth, do Orkut. Marcadores: aborto, ateísmo, conservadorismo, corrupção, história, iluminismo, pt, regime militar, socialismo, tradição postado por Fernando às 2:08 PM Tweet quinta-feira, dezembro 13, 2007O Grito SilenciosoBernard Nathanson, em seu livro "The hand of God", enumera as técnicas utilizadas para tirar a vida de seres humanos no ventre materno. Como médico, ele próprio dirigiu pessoalmente por volta de 75.000 abortos nos Estados Unidos. Chegou a provocar o aborto de um filho seu, concebido em relação que mantivera com aluna do quinto ano da Faculdade de Medicina. Em 1974, percebeu que era um homicida de crianças, arrependeu-se e passou a ser, então, um defensor da vida.No oitavo capítulo de seu livro, refere-se, entre os métodos abortivos, ao sistema de aspiração, introduzido por Bykov, em 1927, e difundido no mundo inteiro, como forma de extermínio em massa de nascituros. No documentário abaixo é mostrado por ultra-som, a aplicação do método da aspiração (sugar o feto), por uma equipe de abortistas. No momento em que o aspirador foi introduzido no útero materno, o feto procurou fugir e seus batimentos cardíacos quase dobraram, quando o aparelho se aproximava. Logo antes de seus membros serem arrancados, sua boca abriu-se, o que deu origem ao título de um outro estudo seu: O grito silencioso. O filme de "O Grito Silencioso" é sobre um aborto praticado com 11 semanas de gestação. Site para download do documentário em 5 partes: SilentScream.org No site PróVidaFamília.org.br há vários outros materiais sobre o aborto. Marcadores: aborto, bernard nathanson, cristianismo, direitos humanos, estados unidos, feminismo postado por Fernando às 10:58 PM Tweet quarta-feira, novembro 28, 2007Abortismo é obra da eugenia e é esquerdistaUma das maiores imundícies esquerdistas - e é bom expôr para que todos saibam.O abortismo é obra da eugenia, que é obra esquerdista. A proposta de eugenia foi criada por Sir Francis Galton, primo de Charles Darwin, que encantou-se com "A Origem das Espécies" e decidiu pesquisar a relação das habilidades humanas com a hereditariedade. Em seu livro de 1883, "Inquiries in Human Faculty and its Development", ele propôs o primeiro esquema eugênico, recomendando o incentivo monetário às famílias de pessoas brilhantes cujos filhos se casassem cedo. Suas pesquisas deram origem aos primeiros testes de inteligência, avanços na estatística e o método de identificação usando impressões digitais. Mas o movimento pela eugenia logo passou a recomendar a esterilização dos "burros" e mentalmente deficientes, e nos EUA do início do século XX, acabou por tomar como alvo os mais pobres em vez de apenas os menos capacitados. Uma das pioneiras desse tipo de eugenia foi a militante socialista Margaret Sanger, fundadora da American Birth Control League, que mais tarde se tornou a Planned Parenthood. Sanger esteve em contato com todo o tipo de entidades nefastas, como a militância feminina dentro da Klu-klux-klan e o antropólogo nazista Eugen Fischer. Sanger promovia a idéia de "higiene racial" através de "eugenia negativa", em contraste com a "eugenia positiva" proposta por Sir Galton. Para ela, a multiplicação dos "incapazes" era a "maior ameaça atual à civilização" e sugeria ao Congresso que fosse criado um departamento especial para estudar os problemas da população a fim de aumentar o nível e a inteligência geral da população. Seus pronunciamentos eram eivados de racismo: "Quanto mais descemos na escala do desenvolvimento humano, menor controle sexual observamos. Diz-se que o Australiano aborígene, a espécie de humano mais inferior conhecida, apenas um degrau mais alto que um chipanzé em termos de desenvolvimento do cérebro, tem tão pouco controle sexual que somente a força policial o impede de buscar satisfação sexual em público." (do seu livro de 1920, "What Every Girl Should Know"). Em seu livro de 1932, ironicamente intitulado "A Plan for Peace", Sanger argumentava por "Uma política rígida e severa de esterilização e segregação para aquela categoria de população cuja progenia já esteja contaminada ou cuja hereditariedade é tal que características indesejáveis possam ser transmitidas à prole." Sanger via no controle de natalidade um meio de impedir crianças "disgênicas" de nascerem. Em breve vários líderes do movimento eugênico começaram a clamar pela eutanásia dos "inaptos". William Robinson defendia o envio de crianças para a câmara de gás: "A melhor coisa seria aplicar gentilmente o clorofórmio a essas crianças ou dar uma dose de cianeto de potássio". Quando a Alemanha nazista adotou os princípios da eugenia para criar a "raça mestre" germânica, Sanger se omitiu de denunciar publicamente o programa racista e anti-semita dos nazistas. Como um programa governamental de extermínio de crianças causou muita repugnância, Sanger propôs que o "controle" fosse feito individualmente e assim esboçou a fachada do "direito de escolha": "Mantemos que uma mulher possuidora de um conhecimento adequado de suas funções reprodutivas é quem melhor pode julgar o momento e as condições sob as quais sua criança será trazida ao mundo. Nós ainda mantemos que é seu direito, independente de todas as outras considerações, determinar se ela terá a criança ou não, e quantas crianças ela terá se ela optar em se tornar mãe... Somente através de uma maternidade livre e auto-determinada poderá se estabelecer uma estrutura inabalável de melhoria racial." (artigo "Birth Control and Racial Betterment" publicado em "The Birth Control Review" nro. 3) Fica evidente que o "direito de escolha" fora proposto pela primeira líder do movimento abortista moderno como forma de "melhoria racial" e não como defesa dos direitos da mulher (matar os filhos). Embora qualquer abortista de hoje omita essa informação, mesmo sendo abortista, Sanger via o aborto como algo ruim: "ninguém pode duvidar que há vezes em que um aborto é justificável... os abortos se tornarão desnecessários quando os cuidados forem tomados para prevenir a concepção. A prevenção é a única cura para os abortos". (de "Family Limitation", de 1916) Em sua autobiografia publicada em 1938, ela escreveu palavras bem claras quanto ao que é o aborto: "Para cada grupo explicamos o que era a contracepção; que o aborto era a maneira errada - não importa o quão cedo era feito, era tirar uma vida; que a contracepção era a melhor maneira, a mais segura - ele levava um pouco mais de tempo e incômodo, mas valia a pena no longo prazo, porque a vida ainda não tinha começado." As palavras sinceras da maior patrocinadora do abortismo reconhecem que aborto é tirar uma vida e que a vida começa na concepção. Fica assim comprovada mais uma fraude na história do abortismo: os abortistas de hoje apenas pregam uma mentira, que nem mesmo a fundadora desse movimento acreditava, para avançar o assassinato de crianças. Mais sobre o histórico de fraudes do movimento abortista: Cabeça de Abortista Escolha o Adjetivo Lógica de Abortista Marcadores: aborto, conservadorismo, direitos humanos, estados unidos, feminismo, história, livro, politicamente correto, sexo postado por Fernando às 10:50 AM Tweet |